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Almoço Convívio da 3.ª Companhia do Batalhão de
Caçadores 5011
Serviu Portugal em Moçambique (Unango, Niassa)
no
período de 17 de Fevereiro de 1973 a 06 de Novembro de
1974
Informação de
Armando Almeida Fonseca
DATA DA REALIZAÇÃO DO
EVENTO:
25
de
Outubro de
2014
HORA DE INICIO:
10H00, com
concentração na Escola Prática de Artilharia (EPA), em
Vendas Novas
LOCAL DO EVENTO:
Montemor-o-Novo, Restaurante
"Ao Pôr do Sol", na Quinta da Picada
DISTRITO DO EVENTO:
Évora
INSCRIÇÃO (TELEFONE,
E-MAIL OU OUTRO CONTACTO): Telefones:
968 520 403 -
916 286 290 -
932 041 351
NOME DO RESPONSÁVEL
PELO EVENTO: Jaime de Jesus
Ribeiro
TEXTO DO EVENTO:
Programa:
Às dez horas concentração na Escola
Pratica de Artilharia, com visita ao museu daquela
unidade.
Às 11,30 horas será realizada missa na
capela daquela unidade por alma dos camaradas Já
falecidos, terminada a missa seguiremos para o
Restaurante "AO PÔR do SOL", na Quinta da Picada, em
Montemor-Novo
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A Capela da Escola
Prática de Artilharia
A actual
Capela da Escola Prática de Artilharia, da invocação de
N. Sra. da Conceição, foi entre 1843 e 1969, igreja
matriz da Vila de Vendas Novas e então dedicada ao culto
de Santo António. Foi mandada edificar pelo Rei D. João
V, como Capela Real do Palácio das Passagens, para
conforto espiritual dos hóspedes eventuais,
provavelmente em 1728, ano em que se procedeu à
apressada e faustuosa edificação daquele Palácio.
A Capela
herdou naturalmente a posição e recheio da
capela-oratório dedicada igualmente a Santo António, que
existiu na anterior Estalagem Real, mandada edificar por
D. João III, em 1526, e de que não restam quaisquer
vestígios.
Mais tarde,
quando a Capela palatina foi elevada a matriz da vila,
para ela passaram igualmente a maior parte dos objectos
de culto que pertenciam à velha matriz de São Fernando,
com especial destaque para a pia baptismal manuelina que
veio a ser colocada forçadamente num exíguo
compartimento no topo nascente das instalações do
palácio, contíguo à Capela, que pela anterior função não
necessitava de baptistério. Neste mesmo compartimento
está a rudimentar escada de acesso ao côro alto da
Capela. Acima e ao lado do baptistério, está a torre
sineira.
Por ocasião
desta adaptação, fez-se uma passagem directa para a nave
da Capela, tendo para esse efeito sido destruído todo um
painel de azulejo da mesma.
A Pia
Baptismal, e o seu desatavio decorativo, é uma bela peça
de mármore - quási diríamos moderna - parente próxima de
outras que se conhecem, como a existente na igreja
matriz de Moura, e mais significadamente, as que se
conhecem na ilha de Santiago, Cabo Verde. Com certa
segurança, podemos datá-la do final do reinado de Manuel
I ou do início do reinado de D. João III, portanto na
passagem do manuelino para o estilo renascentista, ou
seja no século XVI. A traça da Capela poderá ser do
arquitecto Custódio Vieira. A Capela foi palco de várias
e importantes solenidades ligadas à família real e
sempre teve capelão privativo. Cedida pela rainha D.
Maria II ao povo de Vendas Novas, veio finalmente a
pertencer à EPA, por permuta acordada com o Tesouro
Público.
A Capela, como
se disse, foi erguida no extremo oriental da vasta
edificação do Palácio Real. Tem a fachada principal
voltada para a Praça da República, e liga com o edifício
da Câmara Municipal ali situado.
Fonte: Coelho,
António Borges e Marques, Gustavo, Vendas Novas –
História e Património, Edição da CMVN, 1991.





Museu da Escola
Prática de Artilharia
Em meados de
1978 e apoiando-se no facto da EPA dispor já de um
património apreciável de material de Artilharia, surgiu
a ideia de se organizar um Museu da Arma, no qual
figurassem todas as Bocas de Fogo que ali serviram desde
a data da sua fundação, em 1861.
Tomou pois o
Comando da Escola a iniciativa de propor a S. Ex.a o
Chefe do Estado-Maior do Exército a concretização de tal
aspiração, tendo recebido esta ideia a maior aceitação e
apoio da sua parte.
O plano
inicial de estruturação compreendia duas fases: A
primeira, que respeitaria à instalação em plataformas
adequadas, no jardim fronteiro à fachada principal da
Escola, das bocas de fogo consideradas bem como os
arranjos acessórios, beneficiação, pintura e outras
obras complementares. A segunda fase dizia respeito à
organização de uma ou mais salas para exposição de toda
a gama de acessórios, palamentas, armamento individual,
arreios, historial da Arma, a instalar numa dependência
do aquartelamento, com entrada privativa, dado que o
Museu seria público.
A manutenção
do Museu implicaria a organização de uma infra-estrutura
de apoio, em termos de pessoal e algum material
oficinal, indispensável para a conservação do património
existente e a receber.
Inaugurado por
S. Ex.a o General CEME, em 4 de Dezembro de 1992, o
Museu da EPA abrange o edifício sul da Parada General
Bernardo Faria, fronteiro ao jardim e uma parte ao ar
livre, constituído por exposições de bocas de fogo e
equipamentos directamente relacionados com a artilharia.
No seu
projecto inicial pretendia materializar um espaço
museológico essencialmente artilheiro, apoiar
pedagogicamente a formação artilheira dos quadros que
frequentam os diferentes cursos ministrados na EPA e
privilegiar a cidade com um museu.
Passada uma
década, tendo presente a enorme evolução tecnológica
verificada e as orientações surgidas em torno da área
museológica, procede-se à sua avaliação e consequente
reorientação procurando, direccioná-lo para a
valorização da sua função social. Nesta óptica,
aponta-se para o desenvolvimento de iniciativas que, na
senda do espírito dos que abnegadamente acreditaram no
projecto, permitam desenvolver, preservar e divulgar a
arte artilheira.
O Museu
encontra-se aberto ao público, incluindo aos fins de
semana.
No exterior:
Bocas de fogo que foram utilizadas pelo Exército
Português (Morteiros, Peças e Obuses).
No Interior:
Hall de
Entrada: Cópias de documentos que ilustram as fases
fundamentais da evolução da História da Artilharia
Portuguesa desde a sua criação em 1382 até à fundação da
EPA em 1861. Alguns modelos à escala de materiais de
Artilharia, bem como os seus projécteis. Evolução das
munições de Artilharia ao longo da história, desde os
projécteis mais primitivos feitos de pedra, passando
pelos primeiros projécteis adaptados aos novos tubos
estriados do século XIX, acabando nas munições de
Artilharia convencionais com os seus diferentes tipos de
cargas.
Sala 1: Nesta
sala podemos observar as biografias e condecorações das
Personalidades que se destacaram ao longo da História da
Artilharia Portuguesa.
Sala 2: Esta
sala reflecte o alto grau de rigor, precisão e nível
técnico necessários para empregar correctamente a
Artilharia de Campanha. Instrumentos, tabelas, réguas de
cálculo e outros materiais por forma a dar uma ideia do
empenhamento dos Artilheiros para resolverem o problema
do tiro (Tábuas de Tiro Gráficas, Tabelas de Tiro
Numéricas, Bússolas, Pranchetas de Tiro, Teodolitos, etc).
Sala 3: Nesta
sala encontram-se os materiais utilizados nas
Transmissões em Campanha (Telefones de Campanha,
Emissores/Receptores, Centrais Telefónicas, etc).
Sala 4: Nesta
sala encontram-se expostos os materiais utilizados na
meteorologia e topografia (Sitómetros, Teodolitos,
Giro-Teodolito, Calculadoras, Anemómetros de Campanha,
Barómetros, etc).
Sala 5.
Exposição de fotografias dos radares e da estação
meteorológica do Pelotão de Aquisição de Objectivos.
Sala 6 e 7:
Nestas salas estão expostos exemplares de cada plano de
uniformes que equipou a Artilharia Portuguesa desde a
reorganização do Exército Português levada a cabo pelo
Conde de Lippe no século XVIII.
Sala 8:
Apresentação de 4 grandes batalhas em que a Artilharia
teve um papel fundamental: 1471 Tomada de Arzila (Norte
de África); 1546 Segundo cerco de Diu (Índia); 1659
Cerco de Elvas (Guerra da Restauração da Independência);
1918 Batalha de La Lys (1ªGuerra Mundial).
Sala 9:
Herança Histórica do Regimento de Artilharia de Lisboa,
evocação de alguns artilheiros ilustres que dignificaram
a Artilharia Portuguesa ao longo dos séculos.
Sala 10 e 11:
Documentos ilustrativos da actividade centenária da
Escola Prática de Artilharia e várias representações da
“Santa Bárbara” Padroeira da Artilharia.
COLECÇÕES:
História
Militar: armaria.
HORÁRIO DE
FUNCIONAMENTO:
2ª a domingo:
10h00-12h30 / 14h00-17h00.
Encerramento:
24/12, 25/12, 31/12 e 1/1.
PREÇOS:
Grátis.
ACESSIBILIDADES:
Acessível a
visitantes com mobilidade reduzida.
ACTIVIDADES:
Visitas
guiadas por marcação (por e-mail, fax ou ofício)
em português,
gratuitas.
Fonte: Exército
Português









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