Manuel
Galvão da Eira
Soldado Padeiro, n.º
01145669
Centro de
Instrução de Comandos da Região
Militar de Angola
«A SORTE
PROTEGE OS AUADAZES»
Angola: 07Mai a
01Ago1970
28.ª
Companhia de Comandos
«OS TIGRES»
- «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Moçambique:
19Ago1970 a 04Set1972
Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª
classe
(Título póstumo)
Manuel Galvão da Eira,
Soldado Padeiro, n.º
01145669, natural da freguesia de
Cabana Maior, concelho de Arcos de
Valdevez, filho
de Francisco Dias da Eira e de
Deolina da Silva Galvão, solteiro.
Em 16 de Março de 1970 mobilizado pelo
Centro de Instrução de Operações
Especiais (CIOE – Lamego)
«QUE OS
MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMAMOS»;
Em 4 de Abril de 1970 ficou a aguardar
transporte marítimo para a Província
Ultramarina de Angola;
Em 7 de Maio de 1970, após escalas no
Funchal e em São Tomé e Príncipe,
desembarcou em Luanda e colocado no
Centro de Instrução de Comandos da
Região
Militar de Angola (RMA)
«CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO
SE OFERECE».
Em 3 de Agosto de 1970, embarcou no NTT
‘Niassa’ rumo à Província Ultramarina de
Moçambique, integrado na 28.ª
Companhia
de Comandos (28ªCCmds) «OS TIGRES» - «A
SORTE
PROTEGE OS AUDAZES»;
Em 19 de Agosto de 1970 desembarcou em
Porto Amélia e seguiu em coluna-auto
para o Centro de Instrução de Comandos
(CIC - Montepuez);

Em
data não precisa, foi evacuado por
doença para o Hospital Militar de
Doenças Infecto- Contagiosas (HMDIC -
Lisboa) «SABER ABNEGAÇÃO»;

Faleceu no dia 25 de Outubro de 1971 no
Hospital Militar Regional 2 (HMR2 -
Coimbra) «CURAR E VENCER», em consequência de acidente de
viação;
Está
inumado no cemitério de
Cabana Maior,
concelho de Arcos de Valdevez;
Agraciado,
a título póstumo, com a
Medalha da Cruz de
Guerra, colectiva, de 1.ª classe,
conforme Aviso (extracto) n.º 7787/2014,
publicado no Diário da República, n.º
128/2014, Série II, de 7 de Julho de
2014.
Paz à
sua Alma
