28Mai2011:
Saturday, May 28, 2011 3:52 PM
Mensagem
da
Exm.ª Senhora Dona
Florbela Queiroz
à comunidade dos veteranos da
Guerra do Ultramar

No Facebook:
Florbela Queiroz:
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Exm.ª Senhora Dona
Florbela Queiroz
As nossas sinceras felicitações!
"Florbela Queiroz recebe domingo a Medalha de Mérito
Municipal"
Lisboa, 27Mai2011 (Lusa) - A actriz
Florbela Queiroz é distinguida no domingo (dia 29) à
noite pela Câmara de Lisboa com a Medalha de Mérito
(grau ouro), no final da sua actuação na revista "Vai de
em@il a pior", no Teatro Maria Vitória
[...]
recordou os tempos em que "durante a guerra colonial
vesti o camuflado, aprendi a atirar e fui para junto
das tropas em Angola e Moçambique, tentar minimizar as
saudades que sentiam de casa, fiz muito pelo meu País,
apesar disto não ser hoje tão apreciado".
[...]

Messe em Mueda ...Florbela Queiroz
dançando na sala de oficiais, 1967

Imagem cedida por um Veterano
A notícia:
Fonte:
http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/05/27/teatro-florbela-queiroz-recebe-domingo-a-medalha-de-merito-municipal
Teatro:
Florbela Queiroz recebe domingo a Medalha de Mérito
Municipal
Lisboa, 27 mai
(Lusa) -- A actriz Florbela Queiroz é distinguida no
domingo à noite pela Câmara de Lisboa com a Medalha de
Mérito (grau ouro), no final da sua actuação na revista
"Vai de em@il a pior", no Teatro Maria Vitória.
Florbela
Queiroz contactada pela agência Lusa afirmou-se
"surpreendida" com a distinção.
"É uma
novidade para mim, não fazia a menor ideia, estou
surpreendida, não sabia de nada", disse Florbela Queiroz
com mais de 50 anos de carreira teatral.
"Sou
alfacinha, nasci na rua da Cruz da Carreira, e será pela
minha carreira, e nesse sentido acho que as homenagens
devem ser feitas em vida", continuou a actriz de 68
anos.
A Medalha
Municipal de Mérito, Grau Ouro, será entregue à actriz
pelo presidente da Câmara, António Costa, durante a
última apresentação da revista "Vai de em@il a pior",
que marcou o regresso da actriz aos palcos após 15 nos
anos.
"Esta é uma
peça que hei-de sempre recordar, pois foram-me buscar
após 15 anos sem fazer teatro, e foi um êxito, o que
demonstra que ainda tenho talento", disse a actriz.
Florbela
Queiroz referiu que o facto de ser distinguida por um
edil socialista "demonstra que vivemos em democracia,
pois eu até sou do CDS/PP".
A actriz que
na televisão participou, entre outras, nas telenovelas
"Origens" e "Na Paz dos Anjos",
recordou os
tempos em que "durante a guerra colonial vesti o
camuflado, aprendi a atirar e fui para junto das tropas
em Angola e Moçambique, tentar minimizar as saudades que
sentiam de casa, fiz muito pelo meu País, apesar disto
não ser hoje tão apreciado".
Florbela
Queiroz tornou-se conhecida com a peça "O pecado mora ao
lado" de Henry Miller, encenada por António Pedro, no
Teatro Avenida, mas estreia-se no Nacional, aos 13 anos,
pela mão de Amélia Rey Colaço que a escolheu para um
papel na peça "As Bruxas de Salém", de Arthur Miller.
"De facto
ganhei muitos prémios com essa peça, mas o que me tornou
de facto popular, sem poder andar na rua, foi a série
televisiva 'Enquanto os dias passam' que eu fazia com o
João Lourenço, e muitos outros atores de gabarito".
"Eu o que mais
fiz foi de facto televisão, mais que revista ou
comédias, apesar do muito sucesso que sempre tive,
felizmente", referiu.
Figura regular
desde o começo da televisão, mais recentemente
participou nas telenovelas "Origens" (1983), ou
"Passerelle" (1986), e após um interregno na série
"Pisca-Pisca" (1989), e em "Todo o tempo do mundo"
(1999).
A estreia no
cinema de Florbela data de 1956, dirigida por Arthur
Duarte em "O noivo das Caldas", tendo participado em
cerca de 10 títulos em que se destaca "Um campista em
apuros" (1967), de Herlander Peyroteo.
Participou em
cerca de 20 revistas, entre as quais "Bate o pé" (1961),
"Sol e Dó" (1962), e "Pr'a frente Lisboa" (1972).
Alcançou êxito
também em várias comédias, com realce para "Vamos contar
mentiras" (1963), de Alfonso Paso.