
António
Augusto Moura Carvalho
Soldado Auxiliar
de Enfermeiro, n.º 2194/63
Companhia de Cavalaria 680
Batalhão de
Cavalaria 682
«CAVALEIROS DE CABINDA»
«NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE»
Angola: 18Mai1964 a 02Jul1966
Cruz de Guerra de 4.ª classe
Louvor Individual
2
Louvores Colectivos
Referência Elogiosa Colectiva
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António Augusto
Moura Carvalho, Soldado Auxiliar de
Enfermeiro, n.º 2194/63;
Mobilizado
pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 –
Estremoz) «NA GUERRA CONDUTA MAIS
BRILHANTE» para servir Portugal na
Província Ultramarina de Angola;
Em 9 de Maio de 1964,
na Gare Marítima da Rocha do
Conde
Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
«Vera Cruz», integrado na Companhia
de Cavalaria 680 (CCav680) do
Batalhão de Cavalaria 682 (BCav682)
«CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE», rumo ao
enclave de Cabinda, onde
desembarcou
no dia 18 de Maio de 1964.
A sua subunidade de cavalaria foi
colocada no Belize; em 7 de Outubro
de 1964 rodou para T’Chivovo, onde
se manteve até final da comissão;
Referência Elogiosa Colectiva - Batalhão de
Cavalaria 682, publicada na Revista da Cavalaria
do ano de 1965, página 156;
Louvado por feitos
em combate no teatro de operações de
Angola, publicado na Ordem de
Serviço n.º 189, de 10 de Agosto de
1964, do Comando do Sector ‘S’ e na
Revista da Cavalaria do ano de 1965,
páginas 108 e 109;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 4.ª classe, por despacho
do Comandante-Chefe das Forças
Armadas de Angola, de 9 de Dezembro
de 1964, publicado na Ordem do
Exército n.º 3 – 3.ª série, de 30 de
Janeiro de 1965;
Louvor Colectivo – Companhia de
Cavalaria 680 – publicado na Ordem
de Serviço de 7 de Março de 1966 do
Comando do Sector 'S' e
na Revista da Cavalaria do ano de
1966, páginas 176 e 177;
Louvor Colectivo - Batalhão de
Cavalaria 682 - por
despacho de
25 de Abril de 1966 de S. Ex.ª o
General Comandante da Região Militar
de Angola, publicado na Revista da
Cavalaria do ano de 1966, páginas
172 e 173;
Em 2 de Julho de 1966, regressou à
Metrópole, pelo que embarcou no NTT
«Vera Cruz», tendo desembarcado na
Gare Marítima da Rocha do Conde
Óbidos, em Lisboa,
dia 11 de
Julho de 1966.
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Cruz de Guerra de 4.ª classe
Soldado,
auxiliar de enfermeiro, n.º 2194/63
ANTÓNIO AUGUSTO MOURA CARVALHO
CCav680/BCav682 -
RC3
ANGOLA
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado na
Ordem do Exército n.º 3 – 3.ª série,
de 30 de Janeiro de 1965
Agraciado com a Cruz de Guerra de
4.ª classe, nos termos do artigo
12.º do Regulamento da Medalha
Militar, aprovado pelo Decreto n.º
35 667, de 28 de Maio de 1946, por
despacho do Comandante-Chefe das
Forças Armadas de Angola, de 09 de
Dezembro de 1964:
O Soldado n.º 2194/63, António
Augusto Moura Carvalho, da Companhia
de Cavalaria n.º 680 do Batalhão de
Cavalaria n.º 682 - Regimento de
Cavalaria n.º 3.
Transcrição do louvor que originou a
condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º
189, de 10 de Agosto de 1964, do
Comando do Sector "S"):
Louvo o Soldado, auxiliar de
enfermeiro, n.º 2194/63, António
Augusto Moura Carvalho, da Companhia
de Cavalaria n.º 680 do Batalhão de
Cavalaria n.º 682, porque, no dia 21
de Julho de 1964 no decorrer da
operação "Serra Marão", no Norte de
Angola, e quando o Grupo de Combate
de que fazia parte foi emboscado,
reagiu imediatamente à emboscada em
situação bastante difícil, fazendo
fogo cerrado sobre o inimigo,
incutindo, com o seu exemplo, ânimo
aos seus camaradas, levando-os a
sair vitoriosos da luta em que se
encontravam empenhados.
No dia imediato, no decorrer da
mesma operação, tendo o seu Grupo de
Combate sofrido uma emboscada que
durou cerca de duas horas e tendo
tido conhecimento que o oficial
Comandante do grupo se encontrava
ferido, em situação difícil e
perigosa, saltou para a zona
descoberta e fazendo fogo cerrado
sobre o inimigo, conseguiu
acercar-se do local onde se
encontrava o dito oficial, ao qual
ministrou os primeiros socorros.
Com a sua atitude, demonstrou o
citado Soldado enfermeiro muita
valentia, decisão, sangue-frio,
serenidade debaixo de fogo, espírito
de sacrifício e, acima de tudo, uma
noção nítida dos seus deveres e
atribuições, ousando arriscar a
própria vida para os cumprir.
Por tudo isto, considero esta praça
um militar de muito valor, digno de
ser apontado como exemplo aos seus
camaradas e que honra a Unidade a
que pertence.
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O Batalhão de
Cavalaria 682 na
Revista da Cavalaria do ano de 1966
e no
Jornal do Exército de Junho de 1967
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