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António Delfim Simões de Oliveira Marques, Coronel de Infantaria 'Comando'

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

Ant-nio-Delfim-Sim-es-de-Oliveira-Marques-450

 

António Delfim Simões

de Oliveira Marques

 

Coronel de Infantaria 'Comando'

na situação de reforma

 

Comandante da

Companhia de Caçadores 1490

Batalhão de Caçadores 1874

«RES NON VERBA»

 

Comandante da

Companhia de Instrução

Centro de Instrução de Comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Comandante da

12.ª Companhia de Comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

 

Comandante da

20.ª Companhia de Comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Medalha de Prata de Valor Militar com palma

 

Cruz de Guerra, colectiva, 1.ª classe

 

Medalha de Mérito Militar de 3ª classe

 

Medalha de Promoção por Distinção

 

Prémio Governador-Geral de Angola

 

Medalhas

 

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Texto:

 

Para visualização do conteúdo clique no sublinhado que se segue ou na imagem:

 

«A BATALHA DO RIO GIBANGO»

 

 

Excerto:

 

INTRODUÇÃO
Nos primeiros dias de Dez1970 estando a 20ª CCMDS em Luanda recebo um telefonema de um oficial da 2ª Repartição (informações) do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola, encarregado das informações exterior que me comunica que o 2° Batalhão do ELNA (FNLA) vindo da sua Base no ZAIRE (MOCUMBI) da Frente do Rio Cuango, se tinha infiltrado em Angola com cerca de 600 efectivos armados e se dirigia para uma Base junto do Rio Gibango a NE de Santa Cruz do Sub-Sector de Sanza-Pombo. "Preparem-se porque vocês Comandos vão para lá". Numa primeira reacção disse-lhe que se deixasse de brincadeiras que deviam ter origem nos fazendeiros ou de outras organizações civis e que muitas vezes notícias dessas uma vez verificadas se revelaram sem qualquer consistência. E muito menos nunca a FNLA se tinha infiltrado em Angola com tais efectivos. O meu interlocutor continuou dizendo que o assunto era sério e a noticia era A-1 e provinha da CHERET-Serviço de Reconhecimento das Transmissões (escutas) que tinha conseguido acesso às comunicações na rádio da FNLA.
Dei imediato conhecimento ao Cmdt do CIC TCor Jasmins de Freitas.


A Frente de Cuango era considerada uma zona calma com uma ou outra manifestação da guerrilha apoiada a partir da Base de Mocumbi no Zaire junto à fronteira do Rio Cuango. Toda esta área mantinha uma razoável actividade económica com várias Roças de Café apoiadas no itinerário asfaltado CARMONA-NEGAGE-SANZAPOMBO-MACOCOLA-QUIMBELE paralelo à fronteira nordeste do Rio Cuango.


O CIC já estava habituado a ser empenhado com Agrupamentos de Companhias de Comandos integrando outras Forças Irregulares, Agrupamentos Aéreos e Unidades de Quadricula em Angola sendo que no Leste tinham o nome de Siroco e no Norte o nome de Mistral (ventos fortes que queimaram tudo à sua passagem)


A OPERAÇÃO "GOLPE AO FLANCO"
(
nota)
Em fins de Dezembro 1970 chega a Directiva do Comando Chefe que encarrega o Comando da região Militar de Angola de actuar naquela zona da fronteira nordeste com os seus meios de intervenção numa operação a que RMA deu o nome de "Golpe ao Flanco" competindo ao CIC constituir um Agrupamento Mistral sob o Comando do Comandante do CIC com 2 Companhias (20ª e 22ª) reforçado com uma Bateria de Artilharia e com as Sub-Unidades do BCAC 2889 em quadrícula na área e ainda reforçado com um Agrupamento Aéreo com um DO-27, um Heli-Canhão e 3 Hélis-Transportadores (não havia mais disponíveis). Posto de Comando avançado junto à povoação de Santa Cruz do Cuango.


Imediatamente a SEC OP/INF do CIC iniciou o estudo da área de actuação (anexo) escolhendo a localização do PC/AV...

 

(nota) 

Descrição da operação 'Golpe ao Flanco'

 

Para visualização do conteúdo clique no sublinhado que se segue:

 

Operação 'Golpe ao Flanco'

  
Ant-nio-Delfim-Sim-es-de-Oliveira-Marques-920

 

 

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