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Condecorações

António José Vilela Lourenço, 1.º Cabo ‘Comando’, n.º 16131271, da 33ªCCmds

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

 

 

CG-1-Classe-Colectiva-4-ClasseAntónio José Vilela Lourenço

 

1.º Cabo ‘Comando’, n.º 16131271

 

Angola: 10Jun1971 a 16Out1973

 

Campo Militar do Grafanil

«SERVIR»

 

Centro de Instrução de Comandos

22.º curso de comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

Região Militar de Angola

 «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»

 

33.ª Companhia de Comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

 

António José Vilela Lourenço, 1.º Cabo ‘Comando’, n.º 16131271.


CIOEEm 1 de Junho de 1971, tendo sido mobilizado pelo Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMAMOS» para servir Portugal na Província GrafanilUltramarina de Angola, embarca em Lisboa, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, no NTT ‘Infante D. Henrique’ rumo ao porto de Luanda, onde desembarcou no dia 10 de Junho de 1971;


CICmdsFicou instalado no Campo Militar do Grafanil (CMGrafanil) «SERVIR»;


RMA-gr-vm-280Em 14 de Julho de 1971 inicia no Centro de Instrução de Comandos (CIC) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» da Região Cracha-CMD-1Militar de Angola «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE» o 22.º curso de Comandos;


Em 29 de Outubro de 1971 conclui a especialidade 959 – Comandos e é integrado na 33.ª Companhia de Comandos (33ªCCmds) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


33-CCmds-sem-Fundo-280Em 27 de Novembro de 1971 a sua subunidade inicia na área do Quitexe a actividade operacional;


Em 16 de Outubro de 1973 cessa a sua comissão de Serviço;


Em 23 de Outubro de 1973 regressa à Metrópole por via aérea (TAM ‘Boeing – 707’);


Louvado, por feitos em combate, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 7 de Dezembro de 1973, publicado na Ordem de Serviço n.º 34, de 20 de Dezembro de 1973, do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola;

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, publicado na Ordem do Exército n.º 7 – 3.ª série, de 1974;


Agraciado com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, conforme Aviso (extracto) n.º 9094/2012 publicado no Diário da República, n.º 128/2012, Série II, de 4 de Julho de 2012.

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe
 

 

 

 

CG-4-Classe-vm1.º Cabo Comando, n.º 16131271
ANTÓNIO JOSÉ VILELA LOURENÇO
 

33ªCCmds / CICmds - CIOE
ANGOLA


4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 7 – 3.ª série, de 1974.


Agraciado, com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 20.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de 20 de Dezembro de 1971, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas dc Angola, de 07 de Dezembro de 1973, o 1.º Cabo Comando, n.º 16131271, António José Vilela Lourenço, da 33.ª Companhia de Comandos / Centro de Instrução de Comandos - Centro de Instrução de Operações Especiais.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 34, de 20 de Dezembro de 1973, do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola):


Por despacho de 7 de Dezembro de 1973, o General Comandante-Chefe louvou o 1.º Cabo Comando, n.º 16131271, António José Vilela Lourenço, da 33.ª Companhia de Comandos, pelas elevadas qualidades militares e de combatente de que deu constantes provas, quer nos serviços de rotina da Unidade, quer na actividade operacional em que revelou bravura, determinação, tenacidade e espírito de sacrifício. De salientar a sua actuação na Operação "Átila" em que, durante o assalto a um acampamento inimigo com forte organização defensiva, deu provas de alto espírito de missão e revelou desembaraço, coragem, sangue-frio e serena energia debaixo de fogo.


De seguida, moveu tenaz e persistente perseguição a alguns elementos inimigos que tentavam a fuga por trilhos de retirada, e que acabaram por ser abatidos graças ao seu entusiasmo, determinação e agressividade. Militar muito aprumado, brioso e correcto, desempenhando todas as tarefas que lhe foram confiadas com a mesma dedicação e boa vontade, tornou-se o 1.º Cabo Lourenço credor de estima e admiração de camaradas e superiores, o que muito o dignifica, aos Comandos e ao Exército, que tão devotadamente serviu.
 

 

 

 33-CCmds-sem-Fundo-850

 

 

 

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