António Ribeiro
Barbosa, 1.º Cabo de Cavalaria, n.º 19588968, da
CCS/BCav2870
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
HONRA
E GLÓRIA


António Ribeiro Barbosa
1.º Cabo de Cavalaria,
n.º 19588968
Companhia de Comando e Serviços
Batalhão de Cavalaria
2870
«FORTES SEMPRE FIRMES»
Angola: 25Abr1969 a Mai1971
Cruz
de Guerra de 4.ª classe
Referência Elogiosa Colectiva
António Ribeiro
Barbosa, 1.º Cabo de Cavalaria, n.º
19588968.
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3
(RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» -
«…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para
servir Portugal na Província Ultramarina
de Angola;
Em Abril de 1969, na Gare Marítima da
Rocha do Conde
de Óbidos, em Lisboa,
embarcou no NTT ‘Vera Cruz’, integrado
na Companhia de Comando e Serviços (CCS)
do Batalhão de Cavalaria 2870 (BCav2870)
«FORTES SEMPRE FIRMES», rumo ao porto de
Luanda, onde desembarcou no dia 25 de
Abril de 1969;
A sua subunidade foi colocada em Serpa
Pinto; e em 28 de Agosto de 1970 foi
transferida para a Fazenda Tentativa;
No mês de Maio de 1971, embarcou no NTT
‘Vera Cruz’ de regresso à Metrópole,
onde desembarcou no mês de Junho de
1971;
Referência elogiosa colectiva, publicada
na Ordem de Serviço n.º 76, de 19 de
Setembro de 1969, do Comando da Região
Militar de Angola e na Revista da
Cavalaria, do ano de 1970, pág. 157;
Louvado por feitos em combate, publicado
na Ordem de Serviço n.º 41, de 20 de
Maio de 1970, do Quartel General da
Região Militar de Angola;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 4.ª classe, por despacho do
Comandante-Chefe das Forças Armadas de
Angola, de 31 de Julho de 1970,
publicado na Ordem do Exército n.º 35 –
3.ª série, de 1970.
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Referência
elogiosa colectiva
Ordem
de Serviço n.º 76, de 19 de Setembro de
1969,
do
Comando da Região Militar de Angola
BATALHÃO DE CAVALARIA N.º 2870
Cita, como exemplo a todas as Unidades
da Região Militar de Angola, as forças
(...), Batalhão de Cavalaria n.º 2870 e
Grupo de Cavalaria n.º 1, que tomaram
parte na operação «TRINDADE», pelos
excelentes resultados obtidos na
recuperação de populações e consequente
enfraquecimento e desorganização do
inimigo, reflexos da sua cuidada
preparação e mentalização para o tipo de
guerra que somos forçados a enfrentar.
Em percursos apeados da ordem de
centenas de quilómetros, em terrenos
difíceis, e durante mais de duas
semanas, bem demonstraram estas forças a
sua determinação, dinamismo e elevado
moral, postos no cumprimento da missão,
pelo que muito apraz a este Comando lhe
dar público testemunho do seu apreço.
Publicado na Revista da Cavalaria,
do ano
de 1970, pág. 157
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Cruz
de Guerra de 4.ª classe
1.º Cabo de Cavalaria,
n.º 19588968
ANTÓNIO RIBEIRO BARBOSA
CCS/BCav2870 - RC3
ANGOLA
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado
na Ordem do Exército n.º 35 – 3.ª série,
de 1970.
Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª
classe, nos termos do artigo 12.º do
Regulamento da Medalha Militar.
promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de
28 de Maio de 1946, por despacho do
Comandante-Chefe das Forças Armadas de
Angola, de 31 de Julho de 1970, o 1.º
Cabo n.º 19588968, António Ribeiro
Barbosa, da Companhia de Comando e
Serviços (CCS) do Batalhão de Cavalaria
2870 - Regimento de Cavalaria n.º 3.
Transcrição do louvor que
originou a condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º 41,
de 20 de Maio de 1970, do Quartel
General da Região Militar de Angola):
Louvado o 1.º Cabo n.º 19588968, António
Ribeiro Barbosa, da Companhia de Comando
e Serviços (CCS) do Batalhão de
Cavalaria 2870, pela sua corajosa e
decidida actuação, no decorrer de uma
operação, em que estando o inimigo a
flagelar as Nossas Tropas com
metralhadora ligeira e outras armas
automáticas e tendo, na reacção, sido
abatidos dois elementos inimigos que
deixaram cair as armas, o 1.º Cabo
Barbosa, verificando que o inimigo as
procurava recuperar, avançou
decididamente, debaixo de intenso fogo,
e, apesar de muito perto de si terem
caído duas granadas atiradas para obstar
à sua progressão, continuou avançando
resolutamente.
Revelando muito sangue-frio e serena
energia, conseguiu com esta destemida
atitude, não só capturar uma das armas,
como galvanizar os seus camaradas que,
estimulados pelo seu exemplo, avançaram,
também, e carregaram sobre o inimigo.