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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e
Campas
Monumentos aos Combatentes
e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Palmela
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro

Marateca
António Victor Prachedes

1.º Cabo Atirador de Cavalaria, n.º
05290365
Companhia
de Cavalaria 1535
Batalhão de Cavalaria 1883
«PRONTOS PARA TUDO»
«…NA GUERRA CONDUTA MAIS
BRILHANTE»
Angola:
26Abr a 21Dez1966 (data do
falecimento)
Cruz de Guerra de 4.ª classe
(Título póstumo)
Louvor Individual
(Título póstumo)
Cruz de Guerra de 4.ª classe
(Título póstumo)
1.º Cabo de Cavalaria,
n.º 2159/65
ANTÓNIO VICTOR PRACHEDES
CCav1535/BCav1883 — RC 3
ANGOLA
4.ª CLASSE
Transcrição do
Despacho publicado na OE n.º 10 - 3.ª
série, de 1967.
Agraciado com a Cruz de
Guerra de 4.ª classe, nos termos do
artigo 12.º do Regulamento da Medalha
Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35
667, de 28 de Maio de 1946, por despacho
do Comandante-Chefe das Forças Armadas
de Angola, de 04 de Março de 1967:
O 1.º Cabo n.º 2159/65, António Victor
Prachedes, da Companhia de Cavalaria
n.º1535 do Batalhão de Cavalaria n.º
1883 — Regimento de Cavalaria n.º 3.
Transcrição do louvor que originou a
condecoração.
(Publicado na OS n.º 12, de 10 de
Fevereiro de 1967, do QG/RMA):
Louvado o 1.º Cabo n.º 2159/65, António
Victor Prachedes, da CCav 1535, porque
na emboscada sofrida em 19 de Dezembro,
quando as Nossas Tropas estavam num
terreno que lhe era muito desfavorável,
completamente exposto ao fogo cruzado do
inimigo e indiferente ao perigo, pôs-se
de joelhos e fez dois tiros de morteiro,
eficientes e certeiros, contribuindo
decisivamente para a retirada do
inimigo.
Também se evidenciou, de novo, em
circunstâncias idênticas, na emboscada
que o inimigo montou à sua Companhia em
20 de Dezembro de 1966 e porque, mais
uma vez, noutra violenta emboscada logo
no dia seguinte (21 de Dezembro), voltou
a demonstrar excepcional coragem quando
se expôs completamente ao fogo cerrado
do inimigo na tentativa de se servir do
morteiro, só não o conseguindo porque
uma das muitas balas do inimigo o
atingiu e prostou por terra.
Obteve o sentido reconhecimento e a mais
viva admiração de todos os que
assistiram aos seus actos de notável
bravura.


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