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Condecorações

Arlindo Alves Martins, 2.º Sargento Mil.º de Cavalaria, CCav1615/BCav1897: Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

5.º Volume, Tomo V, pág. 130, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo II, pág.s 58 a 60, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo II, pág.s 263 a 266, da RHMCA / CECA / EME

Jornal do Exército, ed. 119, pág. 49, de Nov1969

Imagens dos distintivos cedidas pelo veterano Carlos Coutinho

 

 

Arlindo Alves Martins

 

2.º Sargento Mil.º de Cavalaria, n.º 0054562

 

Companhia de Cavalaria 1615

 

Batalhão de Cavalaria 1897

 

Guiné:

 

12Nov1966 a 02Ago1968

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

 

Arlindo Alves Martins, 2.º Sargento Mil.º de Cavalaria, n.º 0054562, natural da freguesia de Aborim, concelho de Barcelos.

 

Incorporado no Centro de Instrução de Sargentos Milicianos de Infantaria (CISMI - Tavira), em Agosto de 1962.

 

Em 1964:

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 1 (RI1 - Amadora) serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné integrado na Companhia de Caçadores 618 do Batalhão de Caçadores 619, no período de 15 de Janeiro de 1964 a 9 de Fevereiro de 1966.

 

Em 1966:

Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 - Estremoz) serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné integrado na Companhia de Cavalaria 1615 do Batalhão de Cavalaria 1897, no período de 12 de Novembro de 1966 a 2 de Agosto de 1968.

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

 

2.º Sargento Miliciano de Cavalaria
ARLINDO ALVES MARTINS
 

CCav1615/BCav1897 - RC3
GUINÉ
 

4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 7 - 3.ª série, de 1968.

 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do art.º 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 08 do corrente, o 2.º Sargento Miliciano de Cavalaria, Arlindo Alves Martins, da Companhia de Cavalaria n.º 1615 do Batalhão de Cavalaria n.º 1897 - Regimento de Cavalaria n.º 3.

 

Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na OS n.º 55, de 14 de Dezembro de 1967, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné (QG/CTIG):

 

Louvo o 2.º Sargento Miliciano (0054562), Arlindo Alves Martins, da Companhia de Cavalaria n.º 1615 do Batalhão de Cavalaria n.º 1897 - Regimento de Cavalaria n.º 3, pela forma excepcional como tem desempenhado todas as missões de combate de que tem sido encarregado, tornando-se notável pela sua grande coragem, sangue frio, espírito de iniciativa, decisão e verdadeiro desembaraço.


Sendo voluntário para todas as acções de combate, quer no comando da sua Secção, quer no comando da Secção de Milícias, sempre deu provas mais que suficientes das suas qualidades de chefe e combatente, qualidades essas que ficaram bem patentes na reacção ao violento ataque inimigo, no decorrer da operação "Finca-Pé II", em que, encaminhando-se a descoberto sob intenso fogo inimigo para a posição de um morteiro, bateu com inexcedível perícia a linha de ataque do inimigo ao mesmo tempo que orientava a sua Secção.


A sua acção oportuna, pronta e eficaz, teve como resultado não só o ter provocado pesadas baixas ao inimigo como ainda a apreensão de importante quantidade de armamento e outros materiais abandonados na precipitação da retirada.


O seu comportamento excepcional, em combate, do qual tem dado sobejas provas, torna-o merecedor do maior apreço, consideração e confiança dos seus superiores, camaradas e subordinados e é digno de ser apresentado como verdadeiro exemplo a seguir.
 

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Jornal do Exército, ed. 119, pág. 49, de Nov1969

 

2.° SARGENTO MIL.º ARLINDO ALVES MARTINS
MEDALHA DA CRUZ DE GUERRA DE 4.ª CLASSE

«
Condecorado com a Medalha de Cruz de Guerra de 4.ª Classe pela forma excepcional como desempenhou todas as missões de combate, na província da Guiné, tornando-se notável pela sua grande coragem, sangue-frio, espírito de iniciativa, decisão e verdadeiro desembaraço.


Sendo voluntário para todas as acções de combate, quer no comando da sua Secção quer no comando da Secção de Milícias, sempre deu provas das suas excelentes qualidades de chefe e combatente.


Essas qualidades ficaram bem patentes na reacção a um violento ataque inimigo em que, encaminhando-se a descoberto sob o intenso fogo inimigo para uma posição de morteiro, bateu com inexcedível perícia a linha de ataque do inimigo ao mesmo tempo que orientava a manobra da sua Secção.


Com a sua acção oportuna, pronta e eficaz, provocou pesadas baixas ao inimigo, permitindo ainda a apreensão de importante quantidade de armamento e outros materiais, abandonados na precipitação da retirada.
»
 


.

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Batalhão de Caçadores n.º 619

Identificação:
BCac619


Unidade Mobilizadora:
Regimento de Infantaria 1 (RI 1 - Amadora)


Comandante:
Tenente-Coronel de Infantaria Narsélio Fernandes Matias


2.° Comandante:
Major de Infantaria Manuel de Jesus Correia


Oficial de Informações e Operações / Adjunto
Capitão de Infantaria Rogério Jorge Vale de Andrade
 

Comandantes de Companhia:


Companhia de Comando e Serviços (CCS):
Capitão do Serviço Geral do Exército José Francisco Galaricha
 

Companhia de Caçadores 616 (CCac616):
Alferes Mil.º de Infantaria Joaquim da Silva Jorge
Capitão Mil.º de Infantaria António Francisco do Vale
Capitão de Infantaria José Pedro Mendes Franco do Carmo
Alferes Mil.º de Infantaria Joaquim da Silva Jorge
Capitão de Cavalaria Germano Miquelina Cardoso Simões
 

Companhia de Caçadores 617 (CCac617):
Capitão de Infantaria António Marques Alexandre
 

Companhia de Caçadores 618 (CCac618):
Capitão de Infantaria Manuel Lopes Camilo
Capitão de Artilharia Vítor Manuel Santos Torres Silva
 

Partida:
Embarque no dia 8 de Janeiro de 1964, no NTT «Quanza»; desembarque no dia 15 de Janeiro de 1964
 

Regresso:
Embarque no dia 9 de Fevereiro de 1966, no NTT «Uíge» (a Companhia de Caçadores 616 (CCac616) embarcou no dia 27 de Janeiro de 1966)
 

Síntese da Actividade Operacional
Em 17 de Janeiro de 1964, rendendo o Batalhão de Caçadores (BCac356), assumiu a responsabilidade do Sector F, a partir de 11 de Janeiro de 1965, designado por Sector S3, com sede em Catió e abrangendo os subsectores de Empada, Bedanda e Cabedú.


Em 24 de Março de 1964, após o fim da operação "Tridente", integrou no seu dispositivo o subsector de Cachil, anteriormente ocupado por uma subunidade naquela operação e em 17 de Janeiro de 1965, o subsector de Cufar, então criado.

 

Com as subunidades instaladas na área e outras que lhe foram atribuídas de reforço, desenvolveu intensa actividade operacional num sector de reconhecida dificuldade, quer por razões geográficas, quer pela agressividade e resistência do inimigo, planeando e comandando diversas operações com excelentes resultados e de que se destacam as operações "Broca", "Campo", "Razia" e "Satan", entre outras.


Em 17 de Março de 195, deu ainda início à primeira experiência de reagrupamento de populações, em Ualada, garantindo a recuperação e segurança de vário pessoal disperso.


Dentre o material capturado mais significativo destaca-se: 1 metralhadora pesada, 4 metralhadoras ligeiras, 32 espingardas, 11 pistolas-metralhadoras, 30 minas e 59 granadas de armas pesadas.


Em 21 de Janeiro de 1966, foi rendido no sector de Catió pelo Batalhão de Caçadores 1858 (BCac1858) e recolheu seguidamente a Bissau, a fim de aguardar o embarque de regresso.
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A Companhia de Caçadores 616 (CCac616) permaneceu inicialmente em Bissau, como força de reserva do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG), colaborando na segurança e protecção das instalações e das populações da área, em substituição da Companhia de Caçadores 274 (CCac274) e ficando então na dependência do Batalhão de Caçadores 600 (BCac600).


Em 8 de Abril de 1964, por troca com a Companhia de Caçadores 417 (CCac417), assumiu. a responsabilidade do subsector de Empada, com um pelotão destacado em Ualada a partir de 17 de Março de 1965, ficando integrada no dispositivo e manobra do seu batalhão [BCac619]


Em 21 de Janeiro de 1966, foi rendida no subsector de Empada pela Companhia de Caçadores 1423 (CCac1423), tendo seguido, por escalões, em 12 e 22 de Janeiro de 1966 para Bissau, a fim de aguardar o embarque de regresso.
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A Companhia de Caçadores 617 (CCac617) permaneceu inicialmente em Bissau, como força de reserva do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG), colaborando na segurança e protecção das instalações e das populações da área, tendo integrado o dispositivo do Batalhão de Caçadores 600 (BCac600) em substituição da Companhia de Caçadores 273 (CCac273).


Em 1 de Março de 1964, por troca com a Companhia de Caçadores 414 (CCac414), foi colocada em Catió como subunidade de intervenção e reserva do sector e ficando então integrada no dispositivo e manobra do seu batalhão [BCac619], tendo actuado em várias operações realizadas nas regiões de Ganjola, Cobumba, Cufar Nalú, Cabolol e Catunco, entre outras.


Em 22 de Setembro de 1965, por troca com a Companhia de Caçadores 728 (CCac728), assumiu a responsabilidade do subsector de Cachil, onde se manteve até ser rendida pela Companhia de Caçadores 1424 (CCac1424) em 16 de Janeiro de 1966, após o que recolheu a Bissau, a fim de aguardar o embarque de regresso.
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A Companhia de Caçadores 618 (CCac618) seguiu imediatamente para S. Domingos a fim de assumir a responsabilidade do respectivo subsector, com destacamentos em Varela e Susana, onde substituiu pelotões das Companhia de Cavalaria 567 (CCav567) e Companhia de Caçadores 462 (CCac462), ali temporariamente destacados e ficando integrada no dispositivo e manobra do Batalhão de Caçadores 507 (BCac507), orientando o seu esforço para o patrulhamento e interdição da zona de fronteira.


Em 30 de Janeiro de 1965, após rotação com a Companhia de Caçadores 622 (CCac622) iniciada em 7 de Dezembro de 1964, assumiu a responsabilidade do subsector de Binar, na zona de acção do Batalhão de Caçadores 507 (BCac507) e depois do Batalhão de Cavalaria 790 (BCav790).

 

Em 25 de Janeiro de 1966, foi rendida pela Companhia de Cavalaria 789 (CCav789) e recolheu seguidamente a Bissau, a fim de aguardar o embarque de regresso.

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Batalhão de Cavalaria n.º 1897
 

Identificação:
BCav1897
 

Unidade Mobilizadora:
Regimento de Cavalaria 3 (RC3 - Estremoz)


Comandante:
Tenente-Coronel de Cavalaria Miguel Fernandes Moreno
Tenente-Coronel de Cavalaria António Maria Rebelo


2.º Comandante:
Major de Cavalaria Carlos Correia de Sampaio de Vasconcelos Porto


Oficial de Informações e Operações / Adjunto:
Capitão de Cavalaria Júlio José Ribeiro de Almeida Vergas Rocha
Capitão de Cavalaria José César Restolho Mateus
Major de Cavalaria António Valadares Correia de Campos


Comandantes de Companhia:


Companhia de Comando e Serviços (CCS):
Capitão Mil.º de Artilharia Manuel da Silva Ventura
Capitão Graduado de Cavalaria José César Restolho Mateus

 

Companhia de Cavalaria 1615 (CCav1615):
Capitão de Cavalaria Luís Miguel da Silva Ataíde


Companhia de Cavalaria 1616 (CCav1616):
Capitão Graduado de Cavalaria Eduardo Manuel de Oliveira Trigo Perestrelo de Alarcão e Silva
Capitão de Cavalaria Carlos Manuel de Azeredo Pinto Melo e Leme


Companhia de Cavalaria 1617 (CCav1617):
Capitão de Cavalaria Augusto Torres Mendes
 

Partida:
Embarque no dia 29 de Outubro de 1966 da Companhia de Comando e Serviços e da Companhia de Cavalaria 1617 (CCav 1617); desembarque no dia 4 de Novembro de 1966;
Embarque no dia 12 de Novembro de 1966, no NTT «Niassa», das Companhias de Cavalaria 1615 e 1616; desembarque no dia 18 de Novembro de 1966.
 

Regresso:
Embarque no dia 2 de Agosto de 1968, no NTT «Uíge».
 

Síntese da Actividade Operacional
Em 16 de Novembro de 1966, seguiu para o Sector de Mansoa, a fim de preparar o seu desdobramento, efectuar uma instrução de adaptação operacional das suas subunidades e a sobreposição com o Batalhão de Caçadores 1857 (BCac1857).


Em 17 de Dezembro de 1966, assumiu a responsabilidade do Sector O3-A, então criado pelo referido desdobramento, com a sede em Mansoa e abrangendo as subunidades instaladas em Mansoa e Cutia e seus destacamentos.


Após um curto período de preparação e refrescamento das subunidades em Bolama, a partir de 5 de Abril de 1967, foi empenhado com as suas subunidades e outras que lhe foram atribuídas de reforço, na operação "Fabíola", realizada na região de Catió-Cobumba, de 17 a 23 de Abril e 1967, na qual foram obtidos excelentes resultados e causado elevado número de baixas ao inimigo.


Em 26 de Abril de 1967, seguiu para o Sector O3, com a sede em Mansabá e que abrangia os subsectores de Mansabá e Olossato, onde rendeu o Batalhão de Caçadores 1857 (BCac1857).


Entretanto em 19 de Abril de 1967, o 2.º Comandante e a Companhia de Comando e serviços (CCS), que se haviam mantido no Sector O3-A, foram rendidos pelo Batalhão de Caçadores 1912 (BCac1912), tendo seguido para Mansabá.


Em 29 de Junho de 1967, após reajustamento de limites, a área de Cutia foi transferida para o Sector O3-A.


Em ambos os sectores, desenvolveu aturada actividade operacional de patrulhamento, reconhecimento, batidas e emboscadas, tendo realizado grande número de operações sobre as bases e grupos inimigos infiltrados na zona de acção. Destacam-se, pelos resultados obtidos em baixas causadas ao inimigo, apreensão de armamento e material e recuperação de população, as operações "Finca Pé", "Esponja III", "Alma Forte" e "Efigénia", entre outras.


Dentre o armamento capturado mais significativo, salienta-se: 6 metralhadoras ligeiras, 13 pistolas-metralhadoras, 26 espingardas e 1 lança-granadas foguete.


Em 30 de Julho de 1968, foi rendido no Sector O3-A pelo Batalhão de Caçadores 2851 (BCac2851) e recolheu a Bissau para embarque.
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A Companhia de Cavalaria 1615 (CCav1615) seguiu em 2 de Dezembro de 1966 para a região de Mansoa, a fim de efectuar o treino operacional sob dependência do Batalhão de Caçadores 1857 (BCac1857) e ficar depois integrada no seu Batalhão [BCav1897], realizando diversas operações na região do Óio e Sara-Sarauol e de protecção aos trabalhos de abertura do itinerário Porto Gole-Bissá-Bindoro.

 
Em 3 de Abril de 1967, seguiu para Bolama, a fim de, seguidamente, se integrar na operação "Fabíola", já atrás referida, após o que recolheu a Mansoa em 26 de Abril de 1967, ficando na dependência do Batalhão de Caçadores 1912 (BCac1912).


Em 3 de Maio de 1967, rendeu a Companhia de Caçadores 1420 (CCac1420) e assumiu a responsabilidade do subsector de Mansoa, com um pelotão destacado em Jugudul e secções em Braia e Uaque, tendo ainda destacado outro pelotão para Bindoro, de 10 de Maio a 23 de Junho de 1967.


Em 27 de Julho de 1967, rendida pela Companhia de Artilharia 1660 (CArt1660), seguiu para Olossato, a fim de reforçar a guarnição local e actuar como força de intervenção e reserva do seu batalhão [BCav1857], tendo-se, entretanto, deslocado para Mansabá para realização de várias operações nesta zona, de 1 de Novembro a 3 de Dezembro de 1967.


A partir de 7 de Maio de 1968, iniciou o deslocamento por fracções para Bissau, a fim de substituir a Companhia de Caçadores 1587 (CCac1587) na missão de segurança e protecção das instalações e das populações da área.


Em 15 de Maio de 1968, foi rendida em Olossato pela Companhia de Caçadores 2367 (CCac2367) e seguiu para Bissau, integrando-se na totalidade no dispositivo e manobra do Batalhão de Caçadores 2834 (BCac2834) e depois do Batalhão de Caçadores 1911 (BCac1911); entretanto, no período de 2 a 11 de Junho de 1968, deslocou dois pelotões para Mampatá, a fim de reforçarem a guarnição local.


A partir de 20 de Julho de 1968, foi substituída no sector de Bissau pela Companhia de Cavalaria 1650 (CCav1650), a fim de efectuar o embarque de regresso.
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A Companhia de Cavalaria 1616 (CCav1616) seguiu, em 28 de Novembro de 1966, para a região de Mansoa, a fim de efectuar a adaptação operacional sob orientação do Batalhão de Caçadores 1857 (BCac1857) e seguidamente ficar integrada no dispositivo e manobra do seu Batalhão [BCav1897], instalando a sede em Mansoa.


Actuou em operações nas regiões de Cubonge, Locher, Sarauol e Tambato, entre outras e na protecção a trabalhos de descapinagem da estrada Mansoa-Cutia, até 3 de Abril de 1967. Após ter tomado parte na operação "Fabiola" já atrás referida, foi colocada, temporariamente, em Cutia, onde substituiu a Companhia de Caçadores 1421 (CCac1421), de 26 de Abril a 7 de Maio de 1967, com vista a assegurar a segurança e protecção dos trabalhos da estrada Mansoa-Mansabá, então realizados na dependência do Batalhão de Caçadores 1912 (BCac1912).


Deixando ainda um pelotão em Cutia até 29 de Junho de 1967, foi transferida em 7 de maio de 1967 para Mansabá, a fim de assumir a missão de intervenção e reserva do seu Batalhão [BCav1897].


Em 2 de Julho de 1967, rendendo a Companhia de Artilharia 1486 (CArt1486), assumiu a responsabilidade do subsector de Olossato, com um pelotão em Ponte Maqué, no sector do seu Batalhão [BCav1897].


Em 29 de Julho de 1968, foi rendida no subsector de Olossato pela Companhia de Caçadores 2367 (CCac2367), ali colocada do antecedente em reforço da guarnição, até à chegada e final do treino operacional da Companhia de Caçadores 2406 (CCac2406), seguindo depois para Bissau, a fim de efectuar o embarque de regresso.
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A Companhia de Cavalaria 1617 (CCav1617) seguiu em 16 de Novembro de 1966 para o sector de Mansoa, a fim de efectuar a adaptação operacional, sob a orientação do Batalhão de Caçadores 1857 (BCac1857) e substituiu, a partir de 26 de Novembro de 1966, a Companhia de Caçadores 1588 (CCac1588) na segurança e protecção dos trabalhos da estrada Mansoa-Mansabá, com o seu estacionamento em Cutia. Passou depois à dependência do seu batalhão [BCav1897].


Em 4 de Abril de 1967, foi substituída em Cutia pela Companhia de Caçadores 1421 (CCac1421) e seguiu para a zona Sul a fim de tomar pane na operação "Fabíola", já referida.


Em 26 de Abril de 1967, assumiu a responsabilidade do subsector de Mansabá, onde rendeu a Companhia de Caçadores 1419 (CCac1419), ficando integrada no dispositivo e manobra do seu Batalhão [BCav1897].


Em 8 de Maio de 1968 foi rendida no subsector de Mansabá pela Companhia de Cavalaria 1749 (CCav1749) e seguiu, por fracções, para Bissau a fim de substituir a Companhia de Caçadores 1589 (CCac1589), a partir de 16 de Maio de 1968, no dispositivo de segurança e protecção das instalações e das populações da área sob responsabilidade do Batalhão de Caçadores 2834 (BCac2834) e depois do Batalhão de Caçadores 1911 (BCac1911) e onde se manteve até ao seu embarque de regresso, vindo a ser substituída pela Companhia de Artilharia 1660 (CArt1660).
 

 

 

 

 

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