"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA |
Fontes:
5.º Volume, Tomo V, pág.
130, da RHMCA / CECA / EME
7.º Volume, Tomo II, pág.s
58 a 60, da RHMCA / CECA / EME
7.º Volume, Tomo II, pág.s
263 a 266, da RHMCA / CECA / EME
Jornal do Exército, ed.
119, pág. 49, de Nov1969
Imagens dos
distintivos cedidas pelo
veterano Carlos Coutinho
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Arlindo
Alves Martins
2.º Sargento Mil.º
de Cavalaria, n.º 0054562
Companhia de Cavalaria 1615
Batalhão de
Cavalaria 1897
Guiné:
12Nov1966 a
02Ago1968
Cruz de Guerra de 4.ª classe
Arlindo Alves Martins, 2.º Sargento
Mil.º de Cavalaria, n.º 0054562,
natural da freguesia de Aborim,
concelho de Barcelos.
Incorporado no Centro de Instrução
de Sargentos Milicianos de
Infantaria (CISMI - Tavira), em
Agosto de 1962.

Em 1964:
Mobilizado pelo Regimento de
Infantaria
1 (RI1 - Amadora) serviu Portugal na
Província Ultramarina da Guiné
integrado na
Companhia de
Caçadores 618 do Batalhão de
Caçadores 619, no período de 15 de
Janeiro de 1964 a 9 de Fevereiro de
1966.

Em 1966:

Mobilizado pelo Regimento de
Cavalaria 3 (RC3 - Estremoz) serviu
Portugal na Província Ultramarina da
Guiné integrado na
Companhia de
Cavalaria 1615 do Batalhão de
Cavalaria 1897, no período de 12 de
Novembro de 1966 a 2 de Agosto de
1968.
Cruz de Guerra, de 4.ª classe
2.º
Sargento Miliciano de Cavalaria
ARLINDO ALVES MARTINS
CCav1615/BCav1897 - RC3
GUINÉ
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado na
OE n.º 7 - 3.ª série, de 1968.
Agraciado com a Cruz de Guerra de
4.ª classe, nos termos do art.º 12.º
do Regulamento da Medalha Militar,
promulgado pelo Decreto n.º 35 667,
de 28 de Maio de 1946, por despacho
do Comandante-Chefe das Forças
Armadas da Guiné, de 08 do corrente,
o 2.º Sargento Miliciano de
Cavalaria, Arlindo Alves Martins, da
Companhia de Cavalaria n.º 1615 do
Batalhão de Cavalaria n.º 1897 -
Regimento de Cavalaria n.º 3.
Transcrição do louvor que
originou a condecoração.
(Publicado na OS n.º 55, de 14 de
Dezembro de 1967, do Quartel General
do Comando Territorial Independente
da Guiné (QG/CTIG):
Louvo o 2.º Sargento Miliciano
(0054562), Arlindo Alves Martins, da
Companhia de Cavalaria n.º 1615 do
Batalhão de Cavalaria n.º 1897 -
Regimento de Cavalaria n.º 3, pela
forma excepcional como tem
desempenhado todas as missões de
combate de que tem sido encarregado,
tornando-se notável pela sua grande
coragem, sangue frio, espírito de
iniciativa, decisão e verdadeiro
desembaraço.
Sendo voluntário para todas as
acções de combate, quer no comando
da sua Secção, quer no comando da
Secção de Milícias, sempre deu
provas mais que suficientes das suas
qualidades de chefe e combatente,
qualidades essas que ficaram bem
patentes na reacção ao violento
ataque inimigo, no decorrer da
operação "Finca-Pé II", em que,
encaminhando-se a descoberto sob
intenso fogo inimigo para a posição
de um morteiro, bateu com
inexcedível perícia a linha de
ataque do inimigo ao mesmo tempo que
orientava a sua Secção.
A sua acção oportuna, pronta e
eficaz, teve como resultado não só o
ter provocado pesadas baixas ao
inimigo como ainda a apreensão de
importante quantidade de armamento e
outros materiais abandonados na
precipitação da retirada.
O seu comportamento excepcional, em
combate, do qual tem dado sobejas
provas, torna-o merecedor do maior
apreço, consideração e confiança dos
seus superiores, camaradas e
subordinados e é digno de ser
apresentado como verdadeiro exemplo
a seguir.
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Jornal do Exército, ed.
119, pág. 49, de Nov1969
2.° SARGENTO MIL.º
ARLINDO ALVES MARTINS
MEDALHA DA CRUZ DE GUERRA DE 4.ª
CLASSE
«Condecorado
com a Medalha de Cruz de Guerra de
4.ª Classe pela forma excepcional
como desempenhou todas as missões de
combate, na província da Guiné,
tornando-se notável pela sua grande
coragem, sangue-frio, espírito de
iniciativa, decisão e verdadeiro
desembaraço.
Sendo voluntário para todas as
acções de combate, quer no comando
da sua Secção quer no comando da
Secção de Milícias, sempre deu
provas das suas excelentes
qualidades de chefe e combatente.
Essas qualidades ficaram bem
patentes na reacção a um violento
ataque inimigo em que,
encaminhando-se a descoberto sob o
intenso fogo inimigo para uma
posição de morteiro, bateu com
inexcedível perícia a linha de
ataque do inimigo ao mesmo tempo que
orientava a manobra da sua Secção.
Com a sua acção oportuna, pronta e
eficaz, provocou pesadas baixas ao
inimigo, permitindo ainda a
apreensão de importante quantidade
de armamento e outros materiais,
abandonados na precipitação da
retirada.»

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Batalhão de Caçadores n.º 619

Identificação:
BCac619
Unidade
Mobilizadora:
Regimento de Infantaria 1
(RI 1 - Amadora)
Comandante:
Tenente-Coronel de
Infantaria Narsélio Fernandes Matias
2.°
Comandante:
Major de Infantaria
Manuel de Jesus Correia
Oficial de
Informações e Operações / Adjunto
Capitão de Infantaria
Rogério Jorge Vale de Andrade
Comandantes
de Companhia:
Companhia
de Comando e Serviços (CCS):
Capitão do Serviço Geral
do Exército José Francisco Galaricha
Companhia de
Caçadores 616 (CCac616):
Alferes Mil.º de Infantaria Joaquim
da Silva Jorge
Capitão Mil.º de Infantaria António
Francisco do Vale
Capitão de Infantaria José Pedro
Mendes Franco do Carmo
Alferes Mil.º de Infantaria Joaquim
da Silva Jorge
Capitão de Cavalaria Germano
Miquelina Cardoso Simões
Companhia de Caçadores 617
(CCac617):
Capitão de
Infantaria António Marques Alexandre
Companhia
de Caçadores 618 (CCac618):
Capitão de
Infantaria Manuel Lopes Camilo
Capitão de Artilharia Vítor Manuel
Santos Torres Silva
Partida:
Embarque
no dia 8 de Janeiro de 1964, no NTT
«Quanza»; desembarque no dia 15 de
Janeiro de 1964
Regresso:
Embarque
no dia 9 de Fevereiro de 1966, no
NTT «Uíge» (a Companhia de Caçadores
616 (CCac616) embarcou no dia 27 de
Janeiro de 1966)
Síntese da Actividade Operacional
Em 17 de
Janeiro de 1964, rendendo o Batalhão
de Caçadores (BCac356), assumiu a
responsabilidade do Sector F, a
partir de 11 de Janeiro de 1965,
designado por Sector S3, com sede em
Catió e abrangendo os subsectores de
Empada, Bedanda e Cabedú.
Em 24 de Março de 1964, após o fim
da operação "Tridente", integrou no
seu dispositivo o subsector de
Cachil, anteriormente ocupado por
uma subunidade naquela operação e em
17 de Janeiro de 1965, o subsector
de Cufar, então criado.
Com as subunidades instaladas na
área e outras que lhe foram
atribuídas de reforço, desenvolveu
intensa actividade operacional num
sector de reconhecida dificuldade,
quer por razões geográficas, quer
pela agressividade e resistência do
inimigo, planeando e comandando
diversas operações com excelentes
resultados e de que se destacam as
operações "Broca", "Campo", "Razia"
e "Satan", entre outras.
Em 17 de Março de 195, deu ainda
início à primeira experiência de
reagrupamento de populações, em
Ualada, garantindo a recuperação e
segurança de vário pessoal disperso.
Dentre o material capturado mais
significativo destaca-se: 1
metralhadora pesada, 4 metralhadoras
ligeiras, 32 espingardas, 11
pistolas-metralhadoras, 30 minas e
59 granadas de armas pesadas.
Em 21 de Janeiro de 1966, foi
rendido no sector de Catió pelo
Batalhão de Caçadores 1858
(BCac1858) e recolheu seguidamente a
Bissau, a fim de aguardar o embarque
de regresso.
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A
Companhia
de Caçadores 616 (CCac616)
permaneceu inicialmente em Bissau,
como força de reserva do Comando
Territorial Independente da Guiné
(CTIG), colaborando na segurança e
protecção das instalações e das
populações da área, em substituição
da Companhia de Caçadores 274
(CCac274) e ficando então na
dependência do Batalhão de Caçadores
600 (BCac600).
Em 8 de Abril de 1964, por troca com
a Companhia de Caçadores 417
(CCac417), assumiu. a
responsabilidade do subsector de
Empada, com um pelotão destacado em
Ualada a partir de 17 de Março de
1965, ficando integrada no
dispositivo e manobra do seu
batalhão [BCac619]
Em 21 de Janeiro de 1966, foi
rendida no subsector de Empada pela
Companhia de Caçadores 1423
(CCac1423), tendo seguido, por
escalões, em 12 e 22 de Janeiro de
1966 para Bissau, a fim de aguardar
o embarque de regresso.
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A
Companhia
de Caçadores 617 (CCac617)
permaneceu inicialmente em Bissau,
como força de reserva do Comando
Territorial Independente da Guiné
(CTIG), colaborando na segurança e
protecção das instalações e das
populações da área, tendo integrado
o dispositivo do Batalhão de
Caçadores 600 (BCac600) em
substituição da Companhia de
Caçadores 273 (CCac273).
Em 1 de Março de 1964, por troca com
a Companhia de Caçadores 414
(CCac414), foi colocada em Catió
como subunidade de intervenção e
reserva do sector e ficando então
integrada no dispositivo e manobra
do seu batalhão [BCac619], tendo
actuado em várias operações
realizadas nas regiões de Ganjola,
Cobumba, Cufar Nalú, Cabolol e
Catunco, entre outras.
Em 22 de Setembro de 1965, por troca
com a Companhia de Caçadores 728
(CCac728), assumiu a
responsabilidade do subsector de
Cachil, onde se manteve até ser
rendida pela Companhia de Caçadores
1424 (CCac1424) em 16 de Janeiro de
1966, após o que recolheu a Bissau,
a fim de aguardar o embarque de
regresso.
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A
Companhia de Caçadores 618 (CCac618)
seguiu imediatamente para S.
Domingos a fim de assumir a
responsabilidade do respectivo
subsector, com destacamentos em
Varela e Susana, onde substituiu
pelotões das Companhia de Cavalaria
567 (CCav567) e Companhia de
Caçadores 462 (CCac462), ali
temporariamente destacados e ficando
integrada no dispositivo e manobra
do Batalhão de Caçadores 507
(BCac507), orientando o seu esforço
para o patrulhamento e interdição da
zona de fronteira.
Em 30 de Janeiro de 1965, após
rotação com a Companhia de Caçadores
622 (CCac622) iniciada em 7 de
Dezembro de 1964, assumiu a
responsabilidade do subsector de
Binar, na zona de acção do Batalhão
de Caçadores 507 (BCac507) e depois
do Batalhão de Cavalaria 790
(BCav790).
Em 25 de Janeiro de 1966, foi
rendida pela Companhia de Cavalaria
789 (CCav789) e recolheu
seguidamente a Bissau, a fim de
aguardar o embarque de regresso.
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Batalhão de Cavalaria n.º 1897
Identificação:
BCav1897
Unidade Mobilizadora:
Regimento
de Cavalaria 3 (RC3 - Estremoz)
Comandante:
Tenente-Coronel de
Cavalaria Miguel Fernandes Moreno
Tenente-Coronel de Cavalaria António
Maria Rebelo
2.º
Comandante:
Major de Cavalaria Carlos
Correia de Sampaio de Vasconcelos
Porto
Oficial de
Informações e Operações / Adjunto:
Capitão de Cavalaria
Júlio José Ribeiro de Almeida Vergas
Rocha
Capitão de Cavalaria José César
Restolho Mateus
Major de Cavalaria António Valadares
Correia de Campos
Comandantes
de Companhia:
Companhia
de Comando e Serviços (CCS):
Capitão Mil.º de
Artilharia Manuel da Silva Ventura
Capitão Graduado de Cavalaria José
César Restolho Mateus
Companhia de Cavalaria 1615
(CCav1615):
Capitão de
Cavalaria Luís Miguel da Silva
Ataíde
Companhia
de Cavalaria 1616 (CCav1616):
Capitão Graduado de
Cavalaria Eduardo Manuel de Oliveira
Trigo Perestrelo de Alarcão e Silva
Capitão de Cavalaria Carlos Manuel
de Azeredo Pinto Melo e Leme
Companhia
de Cavalaria 1617 (CCav1617):
Capitão de Cavalaria
Augusto Torres Mendes
Partida:
Embarque
no dia 29 de Outubro de 1966 da
Companhia de Comando e Serviços e da
Companhia de Cavalaria 1617 (CCav
1617); desembarque no dia 4 de
Novembro de 1966;
Embarque no dia 12 de Novembro de
1966, no NTT «Niassa», das
Companhias de Cavalaria 1615 e 1616;
desembarque no dia 18 de Novembro de
1966.
Regresso:
Embarque
no dia 2 de Agosto de 1968, no NTT
«Uíge».
Síntese da Actividade Operacional
Em 16 de
Novembro de 1966, seguiu para o
Sector de Mansoa, a fim de preparar
o seu desdobramento, efectuar uma
instrução de adaptação operacional
das suas subunidades e a
sobreposição com o Batalhão de
Caçadores 1857 (BCac1857).
Em 17 de Dezembro de 1966, assumiu a
responsabilidade do Sector O3-A,
então criado pelo referido
desdobramento, com a sede em Mansoa
e abrangendo as subunidades
instaladas em Mansoa e Cutia e seus
destacamentos.
Após um curto período de preparação
e refrescamento das subunidades em
Bolama, a partir de 5 de Abril de
1967, foi empenhado com as suas
subunidades e outras que lhe foram
atribuídas de reforço, na operação
"Fabíola", realizada na região de
Catió-Cobumba, de 17 a 23 de Abril e
1967, na qual foram obtidos
excelentes resultados e causado
elevado número de baixas ao inimigo.
Em 26 de Abril de 1967, seguiu para
o Sector O3, com a sede em Mansabá e
que abrangia os subsectores de
Mansabá e Olossato, onde rendeu o
Batalhão de Caçadores 1857
(BCac1857).
Entretanto em 19 de Abril de 1967, o
2.º Comandante e a Companhia de
Comando e serviços (CCS), que se
haviam mantido no Sector O3-A, foram
rendidos pelo Batalhão de Caçadores
1912 (BCac1912), tendo seguido para
Mansabá.
Em 29 de Junho de 1967, após
reajustamento de limites, a área de
Cutia foi transferida para o Sector
O3-A.
Em ambos os sectores, desenvolveu
aturada actividade operacional de
patrulhamento, reconhecimento,
batidas e emboscadas, tendo
realizado grande número de operações
sobre as bases e grupos inimigos
infiltrados na zona de acção.
Destacam-se, pelos resultados
obtidos em baixas causadas ao
inimigo, apreensão de armamento e
material e recuperação de população,
as operações "Finca Pé", "Esponja
III", "Alma Forte" e "Efigénia",
entre outras.
Dentre o armamento capturado mais
significativo, salienta-se: 6
metralhadoras ligeiras, 13
pistolas-metralhadoras, 26
espingardas e 1 lança-granadas
foguete.
Em 30 de Julho de 1968, foi rendido
no Sector O3-A pelo Batalhão de
Caçadores 2851 (BCac2851) e recolheu
a Bissau para embarque.
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A
Companhia de Cavalaria 1615
(CCav1615) seguiu em
2 de Dezembro de 1966 para a região
de Mansoa, a fim de efectuar o
treino operacional sob dependência
do Batalhão de Caçadores 1857
(BCac1857) e ficar depois integrada
no seu Batalhão [BCav1897],
realizando diversas operações na
região do Óio e Sara-Sarauol e de
protecção aos trabalhos de abertura
do itinerário Porto Gole-Bissá-Bindoro.
Em 3 de Abril de 1967, seguiu para
Bolama, a fim de, seguidamente, se
integrar na operação "Fabíola", já
atrás referida, após o que recolheu
a Mansoa em 26 de Abril de 1967,
ficando na dependência do Batalhão
de Caçadores 1912 (BCac1912).
Em 3 de Maio de 1967, rendeu a
Companhia de Caçadores 1420
(CCac1420) e assumiu a
responsabilidade do subsector de
Mansoa, com um pelotão destacado em
Jugudul e secções em Braia e Uaque,
tendo ainda destacado outro pelotão
para Bindoro, de 10 de Maio a 23 de
Junho de 1967.
Em 27 de Julho de 1967, rendida pela
Companhia de Artilharia 1660
(CArt1660), seguiu para Olossato, a
fim de reforçar a guarnição local e
actuar como força de intervenção e
reserva do seu batalhão [BCav1857],
tendo-se, entretanto, deslocado para
Mansabá para realização de várias
operações nesta zona, de 1 de
Novembro a 3 de Dezembro de 1967.
A partir de 7 de Maio de 1968,
iniciou o deslocamento por fracções
para Bissau, a fim de substituir a
Companhia de Caçadores 1587
(CCac1587) na missão de segurança e
protecção das instalações e das
populações da área.
Em 15 de Maio de 1968, foi rendida
em Olossato pela Companhia de
Caçadores 2367 (CCac2367) e seguiu
para Bissau, integrando-se na
totalidade no dispositivo e manobra
do Batalhão de Caçadores 2834
(BCac2834) e depois do Batalhão de
Caçadores 1911 (BCac1911);
entretanto, no período de 2 a 11 de
Junho de 1968, deslocou dois
pelotões para Mampatá, a fim de
reforçarem a guarnição local.
A partir de 20 de Julho de 1968, foi
substituída no sector de Bissau pela
Companhia de Cavalaria 1650
(CCav1650), a fim de efectuar o
embarque de regresso.
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A Companhia
de Cavalaria 1616 (CCav1616)
seguiu, em 28 de Novembro de 1966,
para a região de Mansoa, a fim de
efectuar a adaptação operacional sob
orientação do Batalhão de Caçadores
1857 (BCac1857) e seguidamente ficar
integrada no dispositivo e manobra
do seu Batalhão [BCav1897],
instalando a sede em Mansoa.
Actuou em operações nas regiões de
Cubonge, Locher, Sarauol e Tambato,
entre outras e na protecção a
trabalhos de descapinagem da estrada
Mansoa-Cutia, até 3 de Abril de
1967. Após ter tomado parte na
operação "Fabiola" já atrás
referida, foi colocada,
temporariamente, em Cutia, onde
substituiu a Companhia de Caçadores
1421 (CCac1421), de 26 de Abril a 7
de Maio de 1967, com vista a
assegurar a segurança e protecção
dos trabalhos da estrada Mansoa-Mansabá,
então realizados na dependência do
Batalhão de Caçadores 1912
(BCac1912).
Deixando ainda um pelotão em Cutia
até 29 de Junho de 1967, foi
transferida em 7 de maio de 1967
para Mansabá, a fim de assumir a
missão de intervenção e reserva do
seu Batalhão [BCav1897].
Em 2 de Julho de 1967, rendendo a
Companhia de Artilharia 1486
(CArt1486), assumiu a
responsabilidade do subsector de
Olossato, com um pelotão em Ponte
Maqué, no sector do seu Batalhão
[BCav1897].
Em 29 de Julho de 1968, foi rendida
no subsector de Olossato pela
Companhia de Caçadores 2367
(CCac2367), ali colocada do
antecedente em reforço da guarnição,
até à chegada e final do treino
operacional da Companhia de
Caçadores 2406 (CCac2406), seguindo
depois para Bissau, a fim de
efectuar o embarque de regresso.
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A Companhia
de Cavalaria 1617 (CCav1617)
seguiu em 16 de Novembro de 1966
para o sector de Mansoa, a fim de
efectuar a adaptação operacional,
sob a orientação do Batalhão de
Caçadores 1857 (BCac1857) e
substituiu, a partir de 26 de
Novembro de 1966, a Companhia de
Caçadores 1588 (CCac1588) na
segurança e protecção dos trabalhos
da estrada Mansoa-Mansabá, com o seu
estacionamento em Cutia. Passou
depois à dependência do seu batalhão
[BCav1897].
Em 4 de Abril de 1967, foi
substituída em Cutia pela Companhia
de Caçadores 1421 (CCac1421) e
seguiu para a zona Sul a fim de
tomar pane na operação "Fabíola", já
referida.
Em 26 de Abril de 1967, assumiu a
responsabilidade do subsector de
Mansabá, onde rendeu a Companhia de
Caçadores 1419 (CCac1419), ficando
integrada no dispositivo e manobra
do seu Batalhão [BCav1897].
Em 8 de Maio de 1968 foi rendida no
subsector de Mansabá pela Companhia
de Cavalaria 1749 (CCav1749) e
seguiu, por fracções, para Bissau a
fim de substituir a Companhia de
Caçadores 1589 (CCac1589), a partir
de 16 de Maio de 1968, no
dispositivo de segurança e protecção
das instalações e das populações da
área sob responsabilidade do
Batalhão de Caçadores 2834
(BCac2834) e depois do Batalhão de
Caçadores 1911 (BCac1911) e onde se
manteve até ao seu embarque de
regresso, vindo a ser substituída
pela Companhia de Artilharia 1660
(CArt1660).
