"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom
que para preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
Armando
Bastos Mendes
Alferes Mil.º Atirador de Infantaria
Comandante de pelotão
da
4.ª Companhia de
Caçadores Indígena
(6.ª Companhia de Caçadores)
«ONÇAS NEGRAS»
«AUT VINCERE AUT MORI»
Comando Territorial
Independente da Guiné
Cruz de Guerra,
colectiva, de 1.ª classe
(Título póstumo)
Armando
Bastos Mendes, Alferes Mil.º Atirador de Infantaria, natural da
freguesia e concelho de Sever do Vouga, filho de José
Marques Mendes Júnior e de Conceição dos Prazeres
Bastos, solteiro;
Mobilizado
para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné,
como comandante de pelotão da 4.ª Companhia de Caçadores
Indígena (4ªCCacI) «AUT VINCERE AUT MORI», daquela
Província
Ultramarina»;
Faleceu no dia 4 de Julho de 1963 na estrada Bedanda –
Catió, vítima de ferimentos em combate;
Está inumado no cemitério de Sever do Vouga;
Paz à sua Alma

Em
1 de Abril de 1967, aquela subunidade de infantaria
passou a designar-se por Companhia de Caçadores 6
(CCac6) «ONÇAS NEGRAS» - «AUT VINCERE AUT MORI», do
Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG)
«CORAGEM E LEALDADE» - «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;
Agraciado, a título póstumo, com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª
classe, pelo
Decreto n.º 48412, publicado no Diário do Governo n.º
129/1968, Série I, de 30 de Maio de 1968.