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Condecorações

Armando Ferreira, Soldado ‘Comando’, n.º 61700070, da 30ªCCmds

 

  "Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

 

CG-1classe-Colectiva-CG-1classe-350

 

Armando Ferreira

 

Soldado ‘Comando’, n.º 61753070

Centro de Instrução de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Região Militar de Angola
«CONSTANTE E FIEL»

«AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»
Angola: 1970
 


30.ª Companhia de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Angola: 30Abr1971 a 22Nov1972

 

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

 

Cruz de Guerra de 1.ª classe

 

 

Armando Ferreira, Soldado ‘Comando’, n.º 61700070.


RMA-1Mobilizado pela Região Militar de Angola para servir Portugal naquela Província Ultramarina;


No ano de 1970 inicia no Centro de Instrução de Comandos (CIC – Luanda) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» da Região Militar de Angola (RMA) «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE CICmds-Angola-280OFERECE» o curso de comandos;


Em 27 de Março de 1971 conclui a especialidade 959-Comandos e é integrado na 30.ª Companhia de Comados (30ªCCmds) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


30-CCmds-280Em 30 de Abril de 1971 a sua subunidade inicia no noroeste de Angola a sua actividade operacional em Zala, Chimbila, Chafinda, Nhonga, Alto Cuito, Cangamba, Zona Militar do Leste (Agrupamento Siroco), Serpa Pinto, Zona Militar do Norte;


Em 22 de Novembro de 1972 cessa a sua comissão serviço na 30.ª Companhia de Comados (30ªCCmds) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


Louvado e condecorado com a Medalha da Cruz de Guerra de 1.ª classe, por feitos em combate, pela Portaria de 12 de Abril de 1974, publicado na Ordem do Exército n.º 12 – 3.ª série, de 1974.


Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, conforme Aviso (extracto) n.º 9092/2012 publicado no Diário da República, n.º 128/2012, Série II, de 4 de Julho de 2012.


 

Cruz de Guerra de 1.ª classe
 

 

 

CG-1classeSoldado Comando, n.º 61700070
ARMANDO FERREIRA
 

30ªCCmds/CICmds - RMA
ANGOLA

 

1.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 12 – 3.ª série, de 1974.


Por Portaria de 12 de Abril de 1974:


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Defesa Nacional, condecorar, por proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, o Soldado Comando, n.º 61700070, Armando Ferreira, da 30.ª Companhia de Comandos, do Centro de Instrução de Comandos, da Região Militar de Angola, com a medalha de Cruz de Guerra de 1.ª classe, ao abrigo dos artigos 14.º, 15.º, 16.º e 63.º do Regulamento da Medalha Militar, de 20 de Dezembro de 1971.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Por Portaria da mesma data publicada naquela Ordem do Exército)


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Defesa Nacional, louvar, por proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, o Soldado Comando, n.º 61700070, Armando Ferreira, da 30.ª Companhia de Comandos, porque, durante toda a sua comissão, participando na maior parte das acções da sua Unidade, revelou agressividade e ousadia, persistência e determinação, distinguindo-se em diversas acções em que, debaixo de fogo e com grande risco de vida, galvanizou os seus camaradas carregando a peito descoberto e perseguindo elementos inimigos em fuga.


De salientar a sua actuação na operação "Ioga", na qual, ao verificar que o seu comandante de Companhia estava prestes a ser alvejado por um elemento inimigo, gritou para chamar a atenção sobre si, avançando e cobrindo-o com o corpo, ao mesmo tempo que abatia o inimigo e lhe capturava a arma.


Também na operação "Torrar" [24 a 28 de Junho de 1972] se comportou de forma valorosa quando, ao ser gravemente ferido num ombro e ficando com a arma inoperacional por ter sido atingida com vários tiros, manteve a sua posição indiferente ao intenso fogo que sobre ele convergia, lançando granadas com o braço são e incitando os seus camaradas.


Voluntário para todas as operações e ocupando os lugares de maior risco, houve-se sempre com valentia, sangue-frio, calma e serena energia debaixo de fogo, afirmando-se como combatente de elite, tendo comportamento altamente honroso, do qual resultou brilho e glória para os Comandos, para o Exército e para a Pátria que tão abnegadamente serviu.

 

 

30-CCmds-850

 

 

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