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Condecorações

Augusto da Mota Fonseca, Alferes Mil.º de Infantaria ‘Comando’, n.º 12201671, da 33ªCCmds

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

 

 

CG-1-Classe-Colectiva-3-ClasseAugusto da Mota Fonseca

 

Alferes Mil.º de Infantaria ‘Comando’, n.º 12201671

 

Angola: Jun1971 a 16Out1973

 

Campo Militar do Grafanil

«SERVIR»

 

Centro de Instrução de Comandos

22.º curso de comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

Região Militar de Angola

 «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»

 

Comandante de Grupo de Combate da

33.ª Companhia de Comandos

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

Augusto da Mota Fonseca, Alferes Mil.º de Infantaria ‘Comando’, n.º 12201671.


CIOEEm Junho de 1971, tendo sido mobilizado pelo Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMAMOS» para servir Portugal na Província GrafanilUltramarina de Angola, é aerotransportado em vôo TAP, de Lisboa para Luanda;


Ficou instalado no Campo Militar de Grafanil (CMGrafanil) «SERVIR»;


CICmdsEm 14 de Julho de 1971 inicia no Centro de Instrução de Comandos (CIC) «A RMA-gr-vm-280SORTE PROTEGE OS AUDAZES» da Região Militar de Angola «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE» o 22.º Cracha-CMD-1curso de Comandos;


Em 29 de Outubro de 1971 conclui a especialidade 959 – Comandos e é integrado como comandante de Grupo 33-CCmds-sem-Fundo-280de Combate da 33.ª Companhia de Comandos (33ªCCmds) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


Em 27 de Novembro de 1971 a sua subunidade inicia na área do Quitexe a actividade operacional;


Em 16 de Outubro de 1973 cessa a sua comissão de Serviço;


Em 23 de Outubro de 1973 regressa à Metrópole por via aérea (TAM ‘Boeing – 707’);


Louvado, por feitos em combate, por despacho do General Comandante-Chefe, de 9 de Novembro de 1973, publicado na Ordem de Serviço n.º 95, de 23 de Novembro de 1972, do Quartel General da Região Militar de Angola;


Agraciadio com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, pela Portaria de 11 de Abril de 1974, publicado na Ordem do Exército n.º 9 – 2.ª série, de 1974;


Agraciado com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, conforme Aviso (extracto) n.º 9094/2012 publicado no Diário da República, n.º 128/2012, Série II, de 4 de Julho de 2012.
 

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe
 

 

 

CG-3-Classe-vmAlferes Miliciano de Infantaria, Comando
AUGUSTO DA MOTA FONSECA
 

33ªCCmds / CICmds - CIOE
ANGOLA


3.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 9 – 2.ª série, de 1974.


Por Portaria de 11 de Abril de 1974:


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Defesa Nacional, condecorar, por proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, o Alferes Miliciano de Infantaria, Comando, Augusto da Mota Fonseca, da 33.ª Companhia de Comandos / Centro de Instrução de Comandos - Centro de Instrução de Operações Especiais, com a medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos artigos 14.º, 15.º, 16.º e 63.º do Regulamento da Medalha Militar, de 20 de Dezembro de 1971.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 95, de 23 de Novembro de 1973, do Quartel General da Região Militar de Angola):


Por seu despacho de 9 de Novembro de 1973, o General Comandante-Chefe louvou o Alferes Miliciano de Infantaria, Comando, Augusto da Mota Fonseca, da 33.ª Companhia de Comandos, pela forma dignificante como norteou a sua conduta durante a comissão em Angola, pondo à prova o seu elevado espírito de abnegação, valentia e coragem moral, a par de excepcional capacidade de comando e decisão, patenteadas nas diversas missões que lhe foram cometidas.


Na operação "Átila", comandou de forma agressiva e eficiente o ataque a um acampamento inimigo fortemente defendido, incutindo no pessoal acentuado espírito ofensivo e entusiasmo, lançando-se sobre as posições inimigas, apesar de intenso fogo, conseguindo neutralizar a acção dos elementos ali instalados.


Durante a operação "Rojão" voltou a distinguir-se pelo desembaraço e à-vontade com que conduziu o seu grupo, evidenciando excelentes qualidades de combatente. Na mesma operação, deu provas de elevada capacidade de comando, decisão e iniciativa no assalto a outro acampamento inimigo, conjugando perfeitamente a actuação do seu grupo com os meios aéreos que oportunamente solicitou, conseguindo assim capturar elevada quantidade de armamento, documentos e outro material. Quando, ao abandonar o acampamento, o inimigo emboscou as Nossas Tropas com forte potencial de fogo de armas automáticas, morteiros e lança-granadas, novamente revelou invulgar coragem, decisão, sangue-frio e serena energia debaixo de fogo, conseguindo a peito descoberto e com total desprezo pelo perigo, acompanhado por dois elementos do seu grupo, ocupar um pequeno morro e precipitar a fuga do inimigo.


elas excepcionais qualidades evidenciadas, o Alferes Fonseca constituiu permanente exemplo, tornando-se merecedor de que os serviços prestados sejam considerados de alto valor pelo muito que prestigiou os Comandos, o Exército e a Pátria que devotadamente serviu.

 

 

 33-CCmds-sem-Fundo-850

 

 

 

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