.

 

Início O Autor História A Viagem Moçambique Livros Notícias Procura Encontros Imagens Mailing List Ligações Mapa do Site

Share |

Brasões, Guiões e Crachás

Siga-nos

 

Fórum UTW

Pesquisar no portal UTM

Condecorações

Armando de Almeida Martins, Tenente-General Pára-Quedista

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação

do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"
 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

  HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos pelo PQ Pedro Castanheira

Fotos cedidas pelo SMorPQ Serrano Rosa

 

Armando de Almeida Martins

 

Tenente-General Pára-Quedista

 

 

Guiné: Fev1968 a Jan1970

 

Comandante de pelotão da

 

Companhia de Caçadores Pára-Quedistas 121

 

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 «UNIDADE E LUTA»

 

Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné «ESFORÇO E VALOR»

 

Guiné: 27Mai1972 a 06Ago1973

 

Comandante da

 

Companhia de Caçadores Pára-Quedistas 121

 

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 «UNIDADE E LUTA»

 

Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné «ESFORÇO E VALOR»

 

Guiné: 07Ago1973 a 03Jan1974

 

Oficial de Informações e Operações do

 

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 «UNIDADE E LUTA»

 

Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné «ESFORÇO E VALOR»

 

Condecorações:

Membro Honorário da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito Colectiva

Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe

Medalha de Ouro de Serviços Distintos

Medalha de Ouro de Serviços Distintos Colectiva

Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma

Medalha de Prata de Serviços Distintos

Grã-Cruz da Medalha de Mérito Militar

Medalha de Mérito Militar de 2.ª Classe

Medalha de Mérito Aeronáutico de 2.ª Classe

Membro Honorário da Ordem Militar de Avis Colectiva

Medalha da Ordem Militar de Avis, grau comendador

Medalha Comemorativa das Campanhas e Comissões de Serviços Especiais com a legenda “Guiné 1968 – 70”

Medalha Comemorativa das Campanhas e Comissões de Serviços Especiais com a legenda “Guiné 1972 – 74”

 

Armando de Almeida Martins, Tenente-General Pára-Quedista, nascido no dia 08 de Dezembro de 1944, na freguesia de Vila Marim, concelho de Vila Real;

Em 30 de Setembro de 1963, ingressou na Academia Militar (AM) «DULCE ET DECORUM EST PRO PATRIA MORI», onde frequentou o Curso de Infantaria;

Em 01 de Novembro de 1966, promovido a Alferes;

Em finais de 1966, ingressou voluntariamente nas tropas pára-quedistas e colocado no Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP – Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;

Em 09 de Janeiro de 1967, sendo Alferes, no Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM», frequenta o 39.º Curso de Para-Quedismo Militar que veio a concluir no dia 03 de Fevereiro de 1967, sendo-lhe atribuído o brevet n.º 4507;

 


Em Fevereiro de 1968, nomeado pelo Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, como comandante do 2.º Pelotão da Companhia de de Caçadores Pára-Quedistas 121 (CCP121) do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E LUTA» da Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné (ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;

Em 01 de Dezembro de 1968, promovido a Tenente Pára-Quedista;

Em Maio de 1969, ferido em combate, durante a operação “Aquiles 1”:
 

Do relatório da operação “Aquiles 1”:

[…]

“O Tenente Pára-Quedista Martins, porque tendo sido ferido no decorrer de uma acção de fogo em que o seu Pelotão sofreu mais quatro feridos dois dos quais graves, manteve o espírito agressivo dos seus homens em elevado nível, continuando a comandar a manobra do Grupo durante a batida da zona e conduzindo rapidamente os seus homens para um local em que puderam ser recuperados os feridos”

[…]

Assinado pelo Comandante Tenente-Coronel Pára-Quedista Fausto Pereira Marques

Em 28 de Agosto de 1969, promovido a Capitão Pára-Quedista;

Em Janeiro de 1970, regressa à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;

Agraciado com a Medalha Comemorativa das Campanhas e Comissões de Serviços Especiais com a legenda “Guiné 1968 – 70”;

Louvado e agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma, pela Portaria de 06 de Maio de 1971:


Capitão Pára-quedista
ARMANDO DE ALMEIDA MARTINS


Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma
 

Por Portaria de 6 de Maio de 1971


Louvado, por proposta do Comandante da Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné, o capitão Pára-quedista, ARMANDO ALMEIDA MARTINS, porque, durante a comissão de serviço prestada no Batalhão de Caçadores Pára-quedistas N.º12, onde comandou um pelotão da Companhia de Caçadores Pára-quedistas N.º121 e algumas vezes, interinamente, a companhia, demonstrou possuir qualidades militares que levam a considera-lo um elemento de muito valor, contribuindo de forma preponderante para os resultados obtidos pelas tropas Pára-quedistas na Província da Guiné.


Oficial naturalmente modesto e tomando todos os seus actos como mero cumprimento do dever, ultrapassou muitas vezes o limite da normalidade, praticando em combate e debaixo de fogo inimigo acções de coragem, ousadia, sangue-frio, e bravura que levam o seu comportamento a um nível excepcionalmente elevado. Mereceu ser citado individualmente nos relatórios de duas operações em que tomou parte, pela agressividade, espírito de sacrifício, capacidade de comando e determinação revelados.


Numa das operações, depois de um contacto em que as nossas tropas haviam provocado ao inimigo algumas baixas, o grupo de combate comandado por este oficial seguia na testa da coluna quando foi emboscado por cerca de vinte elementos inimigos, que ocupavam uma posição dominante. Reagindo imediatamente, conduziu debaixo de intenso fogo inimigo e excepcional bravura e coragem a manobra e o fogo dos seus homens, por forma a fixar e envolver a posição inimiga com rapidez e decisão, donde resultou a debandada do grupo inimigo e uma eficaz protecção para as tropas Para-quedistas que seguiam o grupo de combate sob o seu comando. Ferido no decorrer de uma operação, em que o seu grupo de combate sofreu mais quatro feridos, dos quais dois com muita gravidade, este oficial manteve em elevado grau o espírito agressivo dos seus homens, continuando no grupo de combate e conduzindo ele próprio a batida que imediatamente ordenou na zona da emboscada, enquanto se reuniam condições para o transporte dos militares mais gravemente feridos. Só depois de feito a junção com outro grupo de combate que actuava na mesma região consentiu ser evacuado, dando provas de grande espírito de sacrifício e exemplar determinação da missão que lhe fora confiada.


Promovido ao actual posto quando lhe faltavam cerca de dois meses para terminar a comissão, manteve-se voluntariamente ligado à sua companhia operacional, tomando parte, como comandante de destacamento, nas operações realizadas.


Pelos factos apontados e pelas qualidades de coragem, sangue-frio, determinação e capacidade de decisão debaixo de fogo, merecem os serviços prestados, ser considerados extraordinários, relevantes e distintos tendo deles resultado prestígio para as forças armadas.

 

Em 27 de Maio de 1972, nomeado pelo Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, como comandante da Companhia de Caçadores Pára-Quedisdas 121 (CCP121) do do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E LUTA» da Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné (ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;

Em 06 de Agosto de 1973, cessa as funções de comandante da Companhia de Caçadores Pára-Quedisdas 121 (CCP121) do do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E LUTA» da Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné (ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;

Em 07 de Agosto de 1973, sendo Capitão Pára-Quedista, nomeado como Oficial de Informações e Operações do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E LUTA» da Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné (ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;

 

1973 - BCP12: O Tenente-Coronel Sarújo e Sá faz entrega de uma lembrança


Em 03 de Janeiro de 1974, regressa à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;

Agraciado com a Medalha Comemorativa das Campanhas e Comissões de Serviços Especiais com a legenda “Guiné 1972 – 74”;

Louvado e agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 09 de Outubro de 1974:

 


Capitão Pára-Quedista
ARMANDO ALMEIDA MARTINS


Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª Classe


Despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 9 de Outubro de 1974


“Louvo o Capitão Pára-Quedista, ARMANDO ALMEIDA MARTINS, do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas N.º12, porque, no comando de uma Companhia de Caçadores Pára-Quedistas, se evidenciou como um verdadeiro condutor de homens em campanha, ainda que perante missões difíceis e arriscadas, transmitindo aos seus subordinados elevado espírito de missão e proporcionando-lhes o exemplo do seu comportamento corajoso e determinado, que esteve na base dos êxitos da sua subunidade.


Merece referência especial a sua actuação nas operações “TIGRE PODEROSO” e “MAMUTE DOIDO”, em que se destaca a sua intervenção decidida, com invulgar presença de espírito, a acertada coordenação dos grupos de combate, mesmo sob o fogo inimigo, de tudo resultando um frutuoso empenhamento operacional da companhia, cuja determinação e espírito ofensivo foram apreciavelmente favorecidos pela sua capacidade de comando e sues destacados conhecimentos técnicos.


Pelos honrosos serviços prestados, em campanha, no teatro de Operações da GUINÉ, pelo conjunto de qualidades militares e morais que reúne, o Capitão ALMEIDA MARTINS dignificou as Tropproas Pára-Quedistas e ganhou jús ao reconhecimento público e justa distinção.”

Em 03 de Setembro de 1977, promovido a Major Pára-Quedista;

Em 01 de Outubro de 1982, promovido a Tenente-Coronel Pára-Quedista;

Membro Honorário da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito Colectiva – Corpo de Tropas Paraquedistas «HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE», publicado no Diário da República n.º 62 – 2.ª série, de 15 de Março de 1985;

Medalha de Ouro de Serviços Distintos Colectiva – Base Escola de Tropas Paraquedistas (BETP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM», pela Portaria de 07 de Dezembro de 1987:

Ao longo dos 31 anos da sua existência, a Base Escola de Tropas Pára-Quedistas, inicialmente designada por Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas e depois por Regimento de Caçadores Pára-Quedistas, vem formando e especializando militares que souberam provar em combate o seu valor e, posteriormente, na vida civil, cidadãos melhorados pelo sentido cívico que uma sã disciplina militar alimenta, e pela formação física e técnica de um serviço militar bem cumprido.


As tropas pára-quedistas têm tido, ao longo destes mais de 30 anos da sua história, naquela unidade a fonte dos seus homens, da sua força, a matriz do seu espírito e do seu morai. Pode-se, portanto, afirmar que a Base Escola de Tropas Pára-Quedistas se deve uma parte importante do prestígio que as tropas para-quedistas, com muito mérito, conquistaram e que com justiça lhes é reconhecido.


Nestes termos considero que a Base Escola de Tropas Para-Quedistas, como continuadora do Batalhão e do Regimento de Caçadores Pára-Quedistas, pela sua acção na formação militar, instrução de pára-quedismo e especialização técnica, bem como no desenvolvimento do espíirito cívico e das qualidades físicas e morais de muitos milhares de cidadãos portugueses, tem desempenhado serviços patrióticos considerados relevantes, extraordinários e muito distintos, do que resultou honra e lustre para a Forca Aérea.


Assim sendo:


Manda o Governo da República Portuguesas, pelo Ministro da Defesa Nacional, ao abrigo do Art.º 31.º e de acordo o Art.º 24.º do Regulamento da Medalha Militar, condecorar com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos a Base Escola de Tropas Pára-Quedistas.


Aos 7 dias do mês de Dezembro de 1987 – O Ministro da Defesa Nacional, Eurico Silva Teixeira de Melo”

 

 

No período de 1991 a 1992, sendo Tenente-Coronel Pára-Quedista, 2.º comandante Base Operacional de Tropas Pára-quedistas n.º 2 (BOTP2- São Jacinto) «FAMOSA GENTE À GUERRA USADA»;

Em 12 de Agosto de 1992, promovido a Coronel Infantaria Pára-Quedista;

No período de 1992 a 1995, comandante da Base Escola de Tropas Paraquedistas (BETP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;

 

1993: Base Operacional de Tropas Pára-quedistas n.º 2


Em 18 de Abril de 1996, assumiu as funções de 2.º comandante da Brigada Aerotransportada Independente (BAI) «SE FIZERAM POR ARMAS TÃO SUBIDOS»;

Em 1997, assumiu as funções de 2.º comandante do Comando das Tropas Aerotransportadas (CTA) «EM QUEM PODER NÃO TEVE A MORTE»

No dia 02 de Março de 1998, agraciado com a Medalha da Ordem Militar de Avis, grau comendador, publicado na Ordem do Exército n.º 6 – 2.ª série, página 332, de 30 de Junho de 1999;

Por despacho do General do Chefe do Estado-Maior do Exército, frequentou com aproveitamento o Curso Superior de Comando e Direcção, que decorreu no Instituto de Altos Estudos Militares (IAEM - Pedrouços) «EXCELSIOR» - «NÃO HOUVE FORTE CAPITÃO QUE NÃO FOSSE TAMBÉM DOUTO E CIENTE» no período de 02 de Novembro de 1998 a 30 de Julho de 1999, publicado na Ordem do Exército n.º 10 – 2.ª série, página 599, de 31 de Outubro de 1999;

Em 01 de Fevereiro de 2000, nomeado para o cargo de adido de defesa junto da Embaixada de Portugal em Luanda, República Popular de Angola, acumulando com idênticas funções em Brazzaville, República do Congo, Kinshasa, República Democrática do Congo, e Windhoek, República da Namíbia, pela Portaria n.º 913, publicado no Diário da Republica n.º 145 – 2.ª série, de 26 de Junho de 2000;

Louvado – Louvor n.º 1935/2002 - pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armada, por despacho de 15 de Outubro de 2002, publicado no Diário da República n.º 256 – 2.ª série, página 18366, de 06 de Novembro de 2002:


Louvo o Major-General (NIM 07151963) Armando de Almeida Martins, pela forma altamente meritória e prestigiante como desempenhou, durante dois anos, as funções de adido de defesa junto da Embaixada de Portugal em Luanda com o estatuto de residente, assim como de Brazzaville, Kinshasa e Windhuk, desempenhadas em regime de não residente.


Dotado de um distinto sentido do dever e de um relevante espírito de missão, soube integrar-se no meio onde desenvolveu a sua actividade, consolidando um relacionamento e um espírito de colaboração com as autoridades locais, de forma a assegurar, com grande mérito e eficácia, uma correcta resolução para todas as solicitações que lhe foram cometidas, compelindo assim ao público reconhecimento dos seus elevados dotes profissionais e humanos, facto atestado pelas inúmeras referências elogiosas que lhe foram atribuídas. A extraordinária qualidade do trabalho executado possibilitou o conhecimento essencial e imprescindível para apoiar decisões em áreas tais como a cooperação técnico-militar, a segurança e o aprofundamento das relações entre as Forças Armadas de Portugal e de Angola. Através duma actividade intensa de recolha de notícias que seleccionou, analisou e comentou com a maior precisão, permitiu manter um rigoroso e actualizado conhecimento da situação político-militar dos países onde se encontrava acreditado, com especial incidência para a República de Angola, comprovado pela forma como transmitiu os elementos informativos necessários à segurança dos militares envolvidos em acções de cooperação técnico-militar, em especial dos colocados na Escola de Aviação do Lobito. Igualmente manifestou um estreito relacionamento com o Estado-Maior-General e os ramos, através duma constante e atempada resolução de assuntos para os quais foi chamado a intervir, granjeando, através do seu carácter, a estima e a consideração dos que com ele contactaram, contribuindo para aprofundar os conhecimentos entre as Forças Armadas de ambos os países e reforçando a imagem de Portugal.


Pelas qualidades e virtudes militares demonstradas, assim como pela significativa acção desenvolvida durante o exercício das funções de adido de defesa junto da Embaixada de Portugal em Luanda, de que resultaram lustre e honra para as Forças Armadas e para o País, o Major-General Almeida Martins mostrou-se digno de ser apontado ao respeito e à consideração pública, devendo os seus serviços ser considerados extraordinários, relevantes e distintos.


Agraciado com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos, por despacho do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas pela Portaria n.º 1615/2002 – 2.ª série, de 15 de Outubro de 2002, publicado no Diário da República n.º 266, página 18334, de 06 de Novembro de 2002;

Em 12 de Setembro de 2003, promovido a Tenente-General Pára-Quedista conforme deliberação do Conselho de Chefes de Estado-Maior em 9 de Setembro de 2003, publicado no Diário da República n.º 223 – 2.ª série, página 14607 e 14608, de 26 de Setembro de 2003;

Em 17 de Novembro de 2003, sendo Tenente-General Infantaria Pára-Quedista, nomeado para o cargo de Governador Militar de Lisboa por despacho n.º 22860 – 2.ª série, do Ministro de Estado e da Defesa Nacional, publicado no Diário da República n.º 273, página 17588, de 25 de Novembro de 2003;

Em 17 de Novembro de 2006 (Aviso n.º 12375/2006), por decreto do Presidente da República, agraciado com a Grã-Cruz da Medalha de Mérito Militar, publicado no Diário da República n.º 229 – 2.ª série, página 27172, de 28 de Novembro de 2006 e na Ordem do Exército n.º 3 – 2.ª série, página 204, de 31 de Março de 2007;

 

Além das condecorações atrás referidas, foi agraciado com a:

 

Medalha de Prata de Serviços Distintos;


Medalha de Mérito Militar de 2.ª classe;


Medalha de Mérito Aeronáutico de 2.ª classe;


Membro Honorário da Ordem de Avis Colectiva.


Em 16 de Agosto de 2007, como Tenente-General Pára-Quedista, passou à situação de reserva.

 

In revista 'Boina Verde' n.º 177, de Abril a Junho de 1996:

 

 

 

 

© UTW online desde 30Mar2006

Traffic Rank

Portal do UTW: Criado e mantido por um grupo de Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar

Voltar ao Topo