Armando de
Almeida Martins, Tenente-General
Pára-Quedista,
nascido
no dia 08 de Dezembro de 1944, na
freguesia de Vila Marim, concelho de
Vila Real;
Em 30 de Setembro de 1963, ingressou
na Academia Militar (AM) «DULCE ET
DECORUM EST PRO PATRIA MORI», onde
frequentou o Curso de Infantaria;
Em 01 de Novembro de 1966, promovido
a Alferes;
Em
finais de 1966, ingressou
voluntariamente nas tropas
pára-quedistas e colocado no
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP – Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
Em 09 de Janeiro de 1967, sendo
Alferes, no Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»,
frequenta o 39.º Curso de
Para-Quedismo Militar que veio a
concluir no dia 03 de Fevereiro de
1967, sendo-lhe atribuído o brevet
n.º 4507;

Em
Fevereiro de 1968, nomeado pelo
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE
NUNCA POR
VENCIDOS
SE CONHEÇAM» para servir Portugal na
Província Ultramarina da Guiné, como
comandante do 2.º Pelotão da
Companhia de de Caçadores
Pára-Quedistas 121 (CCP121) do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
12
(BCP12)
«UNIDADE E
LUTA»
da Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné
(ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;
Em 01 de Dezembro de 1968, promovido
a Tenente Pára-Quedista;
Em Maio de 1969, ferido em combate,
durante a operação “Aquiles 1”:
Do
relatório da operação “Aquiles 1”:
[…]
“O Tenente
Pára-Quedista Martins, porque tendo
sido ferido no decorrer de uma acção
de fogo em que o seu Pelotão sofreu
mais quatro feridos dois dos quais
graves, manteve o espírito agressivo
dos seus homens em elevado nível,
continuando a comandar a manobra do
Grupo durante a batida da zona e
conduzindo rapidamente os seus
homens para um local em que puderam
ser recuperados os feridos”
[…]
Assinado
pelo Comandante Tenente-Coronel
Pára-Quedista Fausto Pereira Marques
Em
28 de Agosto de 1969, promovido a
Capitão Pára-Quedista;
Em Janeiro de 1970, regressa à
Metrópole e
ao
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
Agraciado com a Medalha Comemorativa
das Campanhas e Comissões de
Serviços Especiais com a legenda
“Guiné 1968 – 70”;
Louvado e agraciado com a Medalha de
Prata de Serviços Distintos com
palma, pela Portaria de 06 de Maio
de 1971:
Capitão
Pára-quedista
ARMANDO DE ALMEIDA MARTINS
Medalha de Prata de Serviços
Distintos com Palma
Por
Portaria de 6 de Maio de 1971
Louvado, por proposta do Comandante
da Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné,
o capitão Pára-quedista, ARMANDO
ALMEIDA MARTINS, porque, durante a
comissão de serviço prestada no
Batalhão de Caçadores Pára-quedistas
N.º12, onde comandou um pelotão da
Companhia de Caçadores
Pára-quedistas N.º121 e algumas
vezes, interinamente, a companhia,
demonstrou possuir qualidades
militares que levam a considera-lo
um elemento de muito valor,
contribuindo de forma preponderante
para os resultados obtidos pelas
tropas Pára-quedistas na Província
da Guiné.
Oficial naturalmente modesto e
tomando todos os seus actos como
mero cumprimento do dever,
ultrapassou muitas vezes o limite da
normalidade, praticando em combate e
debaixo de fogo inimigo acções de
coragem, ousadia, sangue-frio, e
bravura que levam o seu
comportamento a um nível
excepcionalmente elevado. Mereceu
ser citado individualmente nos
relatórios de duas operações em que
tomou parte, pela agressividade,
espírito de sacrifício, capacidade
de comando e determinação revelados.
Numa das operações, depois de um
contacto em que as nossas tropas
haviam provocado ao inimigo algumas
baixas, o grupo de combate comandado
por este oficial seguia na testa da
coluna quando foi emboscado por
cerca de vinte elementos inimigos,
que ocupavam uma posição dominante.
Reagindo imediatamente, conduziu
debaixo de intenso fogo inimigo e
excepcional bravura e coragem a
manobra e o fogo dos seus homens,
por forma a fixar e envolver a
posição inimiga com rapidez e
decisão, donde resultou a debandada
do grupo inimigo e uma eficaz
protecção para as tropas
Para-quedistas que seguiam o grupo
de combate sob o seu comando. Ferido
no decorrer de uma operação, em que
o seu grupo de combate sofreu mais
quatro feridos, dos quais dois com
muita gravidade, este oficial
manteve em elevado grau o espírito
agressivo dos seus homens,
continuando no grupo de combate e
conduzindo ele próprio a batida que
imediatamente ordenou na zona da
emboscada, enquanto se reuniam
condições para o transporte dos
militares mais gravemente feridos.
Só depois de feito a junção com
outro grupo de combate que actuava
na mesma região consentiu ser
evacuado, dando provas de grande
espírito de sacrifício e exemplar
determinação da missão que lhe fora
confiada.
Promovido ao actual posto quando lhe
faltavam cerca de dois meses para
terminar a comissão, manteve-se
voluntariamente ligado à sua
companhia operacional, tomando
parte, como comandante de
destacamento, nas operações
realizadas.
Pelos factos apontados e pelas
qualidades de coragem, sangue-frio,
determinação e capacidade de decisão
debaixo de fogo, merecem os serviços
prestados, ser considerados
extraordinários, relevantes e
distintos tendo deles resultado
prestígio para as forças armadas.
Em
27 de Maio de 1972, nomeado pelo
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas
(RCP
- Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM» para servir Portugal na
Província Ultramarina da Guiné, como
comandante da Companhia de Caçadores
Pára-Quedisdas 121 (CCP121) do do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
12 (BCP12) «UNIDADE E LUTA» da Zona

Aérea
de Cabo Verde e Guiné (ZACVG)
«ESFORÇO E VALOR»;
Em 06 de Agosto de 1973, cessa as
funções de comandante da Companhia
de Caçadores Pára-Quedisdas 121
(CCP121) do do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E
LUTA» da Zona Aérea de Cabo Verde e
Guiné (ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;
Em 07 de Agosto de 1973, sendo
Capitão Pára-Quedista, nomeado como
Oficial de Informações e Operações
do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E
LUTA» da Zona Aérea de Cabo Verde e
Guiné (ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;

1973 -
BCP12: O Tenente-Coronel Sarújo e Sá
faz entrega de uma lembrança
Em
03 de Janeiro de 1974, regressa à
Metrópole e ao Regimento de
Caçadores Pára-Quedistas (RCP -
Tancos) «QUE
NUNCA
POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
Agraciado com a Medalha Comemorativa
das Campanhas e Comissões de
Serviços Especiais com a legenda
“Guiné 1972 – 74”;
Louvado e agraciado com a Medalha da
Cruz de Guerra de 3.ª classe, por
despacho do Comandante-Chefe das
Forças Armadas da Guiné, de 09 de
Outubro de 1974:
Capitão
Pára-Quedista
ARMANDO ALMEIDA MARTINS
Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª
Classe
Despacho do Comandante-Chefe das
Forças Armadas da Guiné, de 9 de
Outubro de 1974
“Louvo o Capitão Pára-Quedista,
ARMANDO ALMEIDA MARTINS, do Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas N.º12,
porque, no comando de uma Companhia
de Caçadores Pára-Quedistas, se
evidenciou como um verdadeiro
condutor de homens em campanha,
ainda que perante missões difíceis e
arriscadas, transmitindo aos seus
subordinados elevado espírito de
missão e proporcionando-lhes o
exemplo do seu comportamento
corajoso e determinado, que esteve
na base dos êxitos da sua
subunidade.
Merece referência especial a sua
actuação nas operações “TIGRE
PODEROSO” e “MAMUTE DOIDO”, em que
se destaca a sua intervenção
decidida, com invulgar presença de
espírito, a acertada coordenação dos
grupos de combate, mesmo sob o fogo
inimigo, de tudo resultando um
frutuoso empenhamento operacional da
companhia, cuja determinação e
espírito ofensivo foram
apreciavelmente favorecidos pela sua
capacidade de comando e sues
destacados conhecimentos técnicos.
Pelos honrosos serviços prestados,
em campanha, no teatro de Operações
da GUINÉ, pelo conjunto de
qualidades militares e morais que
reúne, o Capitão ALMEIDA MARTINS
dignificou as Tropproas
Pára-Quedistas e ganhou jús ao
reconhecimento público e justa
distinção.”
Em 03 de Setembro de 1977, promovido
a Major Pára-Quedista;
Em
01 de Outubro de 1982, promovido a
Tenente-Coronel Pára-Quedista;
Membro Honorário da Ordem Militar da
Torre e Espada, do Valor, Lealdade e
Mérito Colectiva – Corpo de Tropas
Paraquedistas «HONRA-SE A PÁTRIA DE
TAL GENTE», publicado no Diário da
República n.º 62 – 2.ª série, de 15
de Março de 1985;
Medalha
de Ouro de Serviços Distintos
Colectiva – Base Escola de Tropas
Paraquedistas (BETP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»,
pela Portaria de 07 de Dezembro de
1987:
“Ao
longo dos 31 anos da sua existência,
a Base Escola de Tropas
Pára-Quedistas, inicialmente
designada por Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas e depois por
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas, vem formando e
especializando militares que
souberam provar em combate o seu
valor e, posteriormente, na vida
civil, cidadãos melhorados pelo
sentido cívico que uma sã disciplina
militar alimenta, e pela formação
física e técnica de um serviço
militar bem cumprido.
As tropas pára-quedistas têm tido,
ao longo destes mais de 30 anos da
sua história, naquela unidade a
fonte dos seus homens, da sua força,
a matriz do seu espírito e do seu
morai. Pode-se, portanto, afirmar
que a Base Escola de Tropas
Pára-Quedistas se deve uma parte
importante do prestígio que as
tropas para-quedistas, com muito
mérito, conquistaram e que com
justiça lhes é reconhecido.
Nestes termos considero que a Base
Escola de Tropas Para-Quedistas,
como continuadora do Batalhão e do
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas, pela sua acção na
formação militar, instrução de
pára-quedismo e especialização
técnica, bem como no desenvolvimento
do espíirito cívico e das qualidades
físicas e morais de muitos milhares
de cidadãos portugueses, tem
desempenhado serviços patrióticos
considerados relevantes,
extraordinários e muito distintos,
do que resultou honra e lustre para
a Forca Aérea.
Assim sendo:
Manda o Governo da República
Portuguesas, pelo Ministro da Defesa
Nacional, ao abrigo do Art.º 31.º e
de acordo o Art.º 24.º do
Regulamento da Medalha Militar,
condecorar com a Medalha de Ouro de
Serviços Distintos a Base Escola de
Tropas Pára-Quedistas.
Aos 7 dias do mês de Dezembro de
1987 – O Ministro da Defesa
Nacional, Eurico Silva Teixeira de
Melo”

No
período de 1991 a 1992, sendo
Tenente-Coronel Pára-Quedista, 2.º
comandante Base Operacional de
Tropas Pára-quedistas n.º 2 (BOTP2-
São Jacinto) «FAMOSA
GENTE
À GUERRA USADA»;
Em 12 de Agosto de 1992, promovido a
Coronel Infantaria Pára-Quedista;
No período de 1992 a 1995,
comandante da Base Escola de Tropas
Paraquedistas (BETP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;

1993:
Base
Operacional de Tropas Pára-quedistas
n.º 2
Em
18 de Abril de 1996, assumiu as
funções de 2.º comandante da Brigada
Aerotransportada
Independente (BAI) «SE FIZERAM POR
ARMAS TÃO SUBIDOS»;
Em 1997, assumiu as funções de 2.º
comandante do Comando das Tropas
Aerotransportadas (CTA) «EM QUEM
PODER NÃO TEVE A MORTE»
No
dia 02 de Março de 1998, agraciado
com a Medalha da Ordem Militar de
Avis, grau comendador, publicado na
Ordem do Exército n.º 6 – 2.ª série,
página 332, de 30
de
Junho de 1999;
Por despacho do General do Chefe do
Estado-Maior do Exército, frequentou
com aproveitamento o Curso Superior
de Comando e Direcção, que decorreu
no Instituto de Altos Estudos
Militares (IAEM - Pedrouços)
«EXCELSIOR» - «NÃO HOUVE FORTE
CAPITÃO QUE NÃO FOSSE TAMBÉM DOUTO E
CIENTE» no período de 02 de Novembro
de 1998 a 30 de Julho de 1999,
publicado na Ordem do Exército n.º
10 – 2.ª série, página 599, de 31 de
Outubro de 1999;
Em
01 de Fevereiro de 2000, nomeado
para o cargo de adido de defesa
junto da Embaixada de Portugal em
Luanda, República Popular de Angola,
acumulando com idênticas funções em
Brazzaville, República do Congo,
Kinshasa, República Democrática do
Congo, e Windhoek, República da
Namíbia, pela Portaria n.º 913,
publicado no Diário da Republica n.º
145 – 2.ª série, de 26 de Junho de
2000;
Louvado – Louvor n.º 1935/2002 -
pelo Chefe do Estado-Maior-General
das Forças Armada, por despacho de
15 de Outubro de 2002, publicado no
Diário da República n.º 256 – 2.ª
série, página 18366, de 06 de
Novembro de 2002:
Louvo o
Major-General (NIM 07151963) Armando
de Almeida Martins, pela forma
altamente meritória e prestigiante
como desempenhou, durante dois anos,
as funções de adido de defesa junto
da Embaixada de Portugal em Luanda
com o estatuto de residente, assim
como de Brazzaville, Kinshasa e
Windhuk, desempenhadas em regime de
não residente.
Dotado de um distinto sentido do
dever e de um relevante espírito de
missão, soube integrar-se no meio
onde desenvolveu a sua actividade,
consolidando um relacionamento e um
espírito de colaboração com as
autoridades locais, de forma a
assegurar, com grande mérito e
eficácia, uma correcta resolução
para todas as solicitações que lhe
foram cometidas, compelindo assim ao
público reconhecimento dos seus
elevados dotes profissionais e
humanos, facto atestado pelas
inúmeras referências elogiosas que
lhe foram atribuídas. A
extraordinária qualidade do trabalho
executado possibilitou o
conhecimento essencial e
imprescindível para apoiar decisões
em áreas tais como a cooperação
técnico-militar, a segurança e o
aprofundamento das relações entre as
Forças Armadas de Portugal e de
Angola. Através duma actividade
intensa de recolha de notícias que
seleccionou, analisou e comentou com
a maior precisão, permitiu manter um
rigoroso e actualizado conhecimento
da situação político-militar dos
países onde se encontrava
acreditado, com especial incidência
para a República de Angola,
comprovado pela forma como
transmitiu os elementos informativos
necessários à segurança dos
militares envolvidos em acções de
cooperação técnico-militar, em
especial dos colocados na Escola de
Aviação do Lobito. Igualmente
manifestou um estreito
relacionamento com o
Estado-Maior-General e os ramos,
através duma constante e atempada
resolução de assuntos para os quais
foi chamado a intervir, granjeando,
através do seu carácter, a estima e
a consideração dos que com ele
contactaram, contribuindo para
aprofundar os conhecimentos entre as
Forças Armadas de ambos os países e
reforçando a imagem de Portugal.
Pelas
qualidades e virtudes militares
demonstradas, assim como pela
significativa acção desenvolvida
durante o exercício das funções de
adido de defesa junto da Embaixada
de Portugal em Luanda, de que
resultaram lustre e honra para as
Forças Armadas e para o País, o
Major-General Almeida Martins
mostrou-se digno de ser apontado ao
respeito e à consideração pública,
devendo os seus serviços ser
considerados extraordinários,
relevantes e distintos.
Agraciado com a Medalha de Ouro de
Serviços Distintos, por despacho do
Chefe do Estado-Maior-General das
Forças Armadas pela Portaria n.º
1615/2002 – 2.ª série, de 15 de
Outubro de 2002, publicado no Diário
da República n.º 266, página 18334,
de 06 de Novembro de 2002;
Em 12 de Setembro de 2003, promovido
a Tenente-General Pára-Quedista
conforme deliberação do Conselho de
Chefes de Estado-Maior em 9 de
Setembro de 2003, publicado no
Diário da República n.º
223
– 2.ª série, página 14607 e 14608,
de 26 de Setembro de 2003;
Em 17 de Novembro de 2003, sendo
Tenente-General Infantaria
Pára-Quedista, nomeado para o cargo
de Governador Militar de Lisboa por
despacho n.º 22860 – 2.ª série, do
Ministro de Estado e da Defesa
Nacional, publicado no Diário da
República
n.º
273, página 17588, de 25 de Novembro
de 2003;
Em 17 de Novembro de 2006 (Aviso n.º
12375/2006), por decreto do
Presidente da República, agraciado
com a Grã-Cruz da Medalha de Mérito
Militar, publicado no Diário da
República n.º 229 – 2.ª série,
página 27172, de 28 de Novembro de
2006 e na Ordem do Exército n.º 3 –
2.ª série, página 204, de 31 de
Março de 2007;
Além das
condecorações atrás referidas, foi
agraciado com a:
 |
 |
Medalha de Prata de
Serviços Distintos;
Medalha de Mérito
Militar de 2.ª classe;
Medalha de Mérito
Aeronáutico de 2.ª
classe;
Membro Honorário da
Ordem de Avis Colectiva. |
 |
 |
Em 16 de Agosto de 2007, como
Tenente-General Pára-Quedista,
passou à situação de reserva.
In revista
'Boina Verde' n.º 177, de Abril a
Junho de 1996:

