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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos combatentes)

 

Em memória daqueles que tombaram em defesa de Portugal na Guerra do Ultramar

 

Cartaxo

 

Para visualização do conteúdo clique no sublinhado que se segue:

 

Listagem dos mortos naturais do concelho do Cartaxo

 

 

 

Cartaxo

Elementos cedidos por um

colaborador do portal UTW

 

João António dos Santos Xavier

Furriel Mil.º Pára-Quedista
Brevet n.º 11097
 

Comandante de secção do 4.º pelotão da
 

1.ª Companhia de Caçadores Pára-Quedistas
«IRMÃOS DE MARTE»
 

Batalhão de Caçadores Para-Quedistas 21

«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
 

Comando da Região Aérea 2

«FIDELIDADE E GRANDEZA»


Angola: 12Set a 11Out1973 (data do falecimento)
 

João António dos Santos Xavier, Furriel Mil.º Pára-Quedista;

 

Nascido na 2ª feira 19 de Junho de 1950, na Vila do Cartaxo, filho de Laura Costa dos Santos Xavier e de Francisco Carlos Nogueira Xavier.


Em 21 de Junho de 1971 incorporado e alistado como voluntário no Regimento de Caçadores Para-Quedistas (RCP – Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;


Em 02 de Junho de 1972 conclui a Escola de Recrutas 1/72;


Em 07 de Setembro de 1972 termina com aproveitamento o curso de pára-quedismo 3/72, sendo-lhe concedido o brevet n.º 11097;


Em 27 de Dezembro de 1972 promovido a 1.º cabo pára-quedista do Batalhão de Instrução (BI) «INSTRUÇÃO DURA COMBATE FÁCIL» do Regimento de Caçadores Para-Quedistas (RCP – Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;


Louvado pelo Comandante do Regimento de Caçadores Para-Quedistas, por durante a ER e Estágio de Aperfeiçoamento de Combate, e não obstante a dureza da instrução, prescindiu do seu tempo livre e de justo repouso para, com entusiasmo e rara dedicação, colaborar na educação cultural de quase uma centena de camaradas seus. De tal forma foi eficiente a sua acção, que no final do referido estágio, a quase totalidade dos seus alunos tinham atingido notório progresso escolar. Com esta atitude exemplar, revelou possuir elevadas qualidades cívicas, de camaradagem e de espírito.


Na noite de 11 de Setembro de 1973, tendo sido mobilizado pelo Regimento de Caçadores Para-Quedistas (RCP – Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, embarca no Aeródromo Base n.º 1 (AB1-Figo Maduro) rumo à Base Aérea n.º 9 (BA9-Luanda) como Furriel Miliciano Pára-Quedista destinado ao Batalhão de Caçadores Para-Quedistas 21 (BCP21 – Luanda) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»;


Em 12 de Setembro de 1973 colocado como comandante de secção do 4.º pelotão da 1.ª Companhia de Caçadores Pára-Quedistas (1ªCCP) «IRMÃOS DE MARTE» do Batalhão de Caçadores Para-Quedistas 21 (BCP21 – Luanda) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS» do Comando da Região Aérea n.º 2 (ComRA2) «FIDELIDADE E GRANDEZA», comandado pelo Tenente Pára-Quedista José Falcão Penteado;


Pelas 09:00 de 5ªfeira, dia 11 de Outubro de 1973, no final da Instrução de Aperfeiçoamento Operacional (IAO) executada na região de Zala no âmbito da Operação Laca/BIH, o Furriel Santos Xavier, ao aproximar-se da linha de água do Rio Lilimbo (afluente do Rio Loge), contrariando elementares regras de fardamento em combate, usava uma t-shirt branca cujo rebordo superior era visível; naquela circunstância e local, um turra da FNLA que fortuitamente ali pescava, por entre a vegetação da margem oposta avistou uma mancha branca e disparou a sua arma, atingindo mortalmente no pescoço o afoito Pára-Quedista João António dos Santos Xavier;


Desde 27 de Fevereiro de 1974 inumado no talhão n.º 2 do cemitério da sua naturalidade, em jazigo de família.


Que Deus Nosso Senhor O Mantenha em Sua Guarda.

 

 

 




 

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