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Horácio
Cerveira Alves de Oliveira, Coronel de
Artilharia Pára-Quedista
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA
e
nota de óbito |
Elementos castrenses cedidos pelo
PQ
Pedro Castanheira |
Faleceu no dia 04 de Abril de 2021 o
veterano
Horácio Cerveira Alves de Oliveira
Coronel de Artilharia Pára-Quedista

Angola: Abr1963 a Mai1965
Chefe de Operações e Informações e 2.º
Comandante do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
Comando da Região Aérea n.º 2
«FIDELIDADE E GRANDEZA»;
Moçambique: 06Jul1966 a 03Ago1968
Chefe de Operações e Informações e 2.º
Comandante do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 31
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»
Comando da Região Aérea n.º 3
«LEALDADE E CONFIANÇA»
Guiné:
06Dez1969 a 13Dez1971
Comandante do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12
«UNIDADE E LUTA»
Comandante do Comando Operacional n.º 6
Zona
Aérea de Cabo Verde e Guiné
«ESFORÇO E VALOR»;
Moçambique: 19Jul1974 a 25Jul1975
Comandante do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 32
«FAMOSA GENTE A GUERRA USADA»
Comandante do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 31
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»
Comando da Região Aérea n.º 3
«LEALDADE E CONFIANÇA»;
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Medalha de Ouro de Valor Militar com Palma
Colectiva |
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Medalha de
Prata de Valor Militar com Palma |
|
Cruz de Guerra
de 1.ª classe Colectiva |
|
3 Medalhas de
Prata de Serviços Distintos com Palma |
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Medalha de
Mérito Militar de 2.ª classe |
|
Medalha de
Mérito Militar de 3.ª classe |
|
Medalha de D.
Afonso Henriques – Mérito do Exército de 1.ª
classe |

Horácio Cerveira Alves de Oliveira,
Coronel de Artilharia Pára-Quedista,
nascido no dia 02 de Abril de 1932, na
freguesia e concelho de Oliveira do
Bairro, distrito de Aveiro;
Em
03 de Novembro de 1950, ingressa na
Escola do Exército (EE) «DULCE ET
DECORUM
EST PRO PATRIA MORI», onde frequenta o
curso de Artilharia;
Em 01 de Outubro de 1953, promovido a
Aspirante-a-Oficial de Artilharia,
colocado na Escola Prática de
Artilhjaria (EPA - Vendas Novas) «…MAIS
AFINANDO A FAMA PORTUGUESA»;
Em 20 de Agosto de 1954, promovido a
Alferes de Artilharia;

Em 01 de Dezembro de 1956, promovido a
Tenente de Artilharia;
Em 01 de Dezembro de 1959, promovido a
Capitão de Artilharia e colocado no
Centro
de
Instrução de Artilharia Anti-Aerea de
Cascais (CIAAC - Cascais) «NUNCA A PENA
EMBOTOU A ESPADA;
Em Maio de 1960, ingressou
voluntariamente nas tropas
pára-quedistas e colocado no Regimento
de Caçadores Pára-Quedistas (RCP –
Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM», onde frequenta o 10.º Curso
de Paraquedismo Militar, o qual vem a
concluir em 26 de Junho de 1960, pelo
que lhe foi atribuído o brevet n.º 723;

Em Abril de 1963, nomeado para servir
Portugal na Província Ultramarina de
Angola, como Chefe de Operações e
Informações do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21 (BCP21)
«GENTE
OUSADA MAIS QUE QUANTAS», do Comando da
Região Aérea 2 (COMRA2 - Angola)
«FIDELIDADE E GRANDEZA»;
Pela
Portaria de 29 de Outubro de 1963,
agraciado com Medalha de Mérito Militar
de 3.ª classe;
Em 18 de Fevereiro de 1964, promovido a
Major Pára-Quedista, pelo que é nomeado
2.º Comandante Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA
MAIS QUE QUANTAS», do
Comando
da Região Aérea 2 (COMRA2 - Angola)
«FIDELIDADE E GRANDEZA»;
Em Maio de 1965, regressa à Metrópole e
ao Regimento de Caçadores Pára-Quedistas
(RCP – Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS
SE CONHEÇAM»;
Pela Portaria de 04 de Outubro de 1965,
agraciado com a Medalha de Prata de
Serviços Distintos com Palma, publicada
na Ordem à Aeronáutica n.º 41 – 2.ª
série, de 1965:
Major
Pára-Quedista
HORÁCIO CERVEIRA ALVES DE OLIVEIRA
Medalha de Prata de Serviços Distintos
com Palma
Por
Portaria 4 de Outubro de 1965
Louvado o major Para-quedista-HORÁCIO
CERVEIRA ALVES DE OLIVEIRA, do Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas n.º 21,
porque, servindo nesta unidade durante
dois anos, no desempenho das funções de
comandante interino, 2.º comandante e
chefe de operações e informações,
algumas vezes por acumulação, sempre
revelou muito tacto e inteligência na
resolução dos múltiplos problemas
inerentes ao comando da unidade e à
actividade operacional, nomeadamente nos
contactos com outros órgãos das forças
armadas.
Tendo planeado e comandado grande número
de operações, aliou a excelentes
qualidades de comando muita energia,
desembaraço, espírito de iniciativa e
bom senso, que muito contribuíram para
os resultados alcançados, não só pela
forma criteriosa como decidiu conduzir
as acções, como ainda pela facilidade
com que soube adaptar-se ao evoluir das
situações e pelos exemplos de coragem e
espírito de sacrifício que demonstrou
quando a sua presença se tornou
necessária junto dos seus subordinados.
A acção deste oficial na conduta das
operações em Angola, aliada a outros
méritos de real valia militar, devem ser
considerados como relevantes e os
serviços prestados como extraordinários
e distintos.
Em 06 de Junho de 1966, nomeado para
servir Portugal na Província Ultramarina
de Moçambique, como Chefe de Operações e
Informações
do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas
31 (BCP31 - Beira) «HONRA-SE A PÁTRIA DE
TAL GENTE» do Comando da Região Aérea 3
(COMRA3 - Moçambique) «LEALDADE E
CONFIANÇA»;
Em
18 de Abril de 1967, cessa as funções de
Chefe de Operações e Informações daquele
Batalhão;
Em
19 de Julho de 1967, nomeado 2.º
Comandante do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 31 (BCP31 - Beira)
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE» do
Comando da Região Aérea 3 (COMRA3 -
Moçambique) «LEALDADE E CONFIANÇA»;
Em 03 de Agosto de 1968, regressa à
Metrópole e ao Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP – Tancos) «QUE NUNCA
POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
Agraciado com a Medalha de Prata de
Serviços Distintos com Palma, publicado
na Ordem de Serviço n.º 30, de 07 de
Outubro de 1968, do do Comando da Região
Aérea 3 (COMRA3 - Moçambique) «LEALDADE
E CONFIANÇA»:
Major
Pára-Quedista
HORÁCIO CERVEIRA ALVES DE OLIVEIRA
Medalha de Prata de Serviços Distintos
com Palma
Ordem
de Serviço n.º 30 de 07 de Outubro de
1968 da 3.ª Região Aérea
Que por proposta do Comando da Região
Militar de Moçambique louvo o seguinte
oficial:
Major Pára-quedista, HORACIO CERVEIRA
ALVES DE OLIVEIRA, do Batalhão de
Caçadores Pára-quedistas n.º 31, da 3.ª
Região Aérea, porque, tendo actuado,
inúmeras vezes, no Sector “B” da Região
Militar de Moçambique como oficial de
ligação com as tropas Para-quedistas
atribuídas àquele sector, evidenciou
sempre o melhor espírito de missão; ser
possuidor de profundos conhecimentos
acerca do tipo de guerra que
enfrentamos, de elasticidade mental e
poder de adaptação a todas as situações
e à evolução, propondo sempre soluções e
modos de actuação que foram considerados
construtivos e os mais perfeitos em face
das circunstâncias.
O Major ALVES DE OLIVEIRA mostrou ainda,
na condução das operações através do
número elevado de P.V.C, ser profundo
conhecedor das dificuldades das tropas
em acções terrestres e das suas
possibilidades doseando da maneira mais
inteligente e correcto o esforço que se
lhes exigia.
Durante a sua permanência no referido
Sector revelou ainda, elevadas
qualidades de mérito, espírito de
observação e faculdades de planeamento
que derivam da sua inteligência viva e
duma competência profissional notável.
Em todos os seus actos e atitudes
mostrou sempre personalidade vigorosa e
possuir, no melhor sentido, qualidades
de disciplina e a maior serenidade e
domínio perante a evolução de todas as
situações.
Na forma assinalada, o Major ALVES DE
OLIVEIRA prestou serviços relevantes,
extraordinários e muito distintos, com
os quais honrou a Força Aérea, a que
pertence, e prestigiou as Instituições
militares.
Em 05 de Dezembro de 1968, promovido a
Tenente-Coronel Pára-Quedista;
Pela Portaria de 14 de Fevereiro de
1969, agraciado com a Medalha de Prata
de Valor Militar com Palma, publicada na
Ordem Aeronáutica n.º 6 – 2.ª série, de
1969:
Major
Pára-quedista
HORÁCIO CERVEIRA ALVES DE OLIVEIRA
Medalha de Prata de Valor Militar com
Palma
Por
Portaria de 14 de Fevereiro de 1969
Considerado como dado pelo Secretário de
Estado da Aeronáutica o louvor concedido
ao major Para-quedista Horácio Cerveira
Alves de Oliveira, do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas n.º 31,
publicado na Ordem de Serviço nº 146, de
5 de dezembro de 1968, do Comando da 3.ª
Região Aérea, com a seguinte redação:
Louvo o major Para-quedista Horácio
Cerveira Alves de Oliveira, do Batalhão
de Caçadores Pára-quedistas n.º 31,
porque, ao longo de quase dois anos do
seu período de comissão, exercendo as
funções de 2.º comandante, chefe de
informações e operações, e interinamente
as de 1.º comandante, evidenciou sempre
fecundas e excepcionais qualidades de
comando, competência profissional,
superior critério, muita dedicação,
lealdade, tacto, firmeza e notável
espírito de camaradagem. Conhecedor
profundo dos segredos do tipo de guerra
em que nos encontramos empenhados,
espírito estudioso e empreendedor,
dotado de viva inteligência,
extraordinária capacidade de trabalho,
raro poder de organização e uma
dedicação pelo serviço sem limites,
montou, com muito acerto e hábil
mestria, a secção de informações e
operações da unidade, dando-lhe real
eficiência e permitindo que dela se
tirasse o máximo rendimento,
contribuindo decididamente para o alto
nível das instruções e preparação das
subunidades operacionais e para o seu
notável comportamento em operações
inúmeras vezes realçado pelos comandos
operacionais da zona de intervenção
Norte.
Tendo iniciado a sua comissão de serviço
em período difícil de organização da
unidade, dotado de espírito esclarecido,
informado por sólidos conhecimentos
deste tipo de guerra, já adquiridos
anteriormente, estudando com muita
atenção o inimigo e as zonas de
operações e contactando os comandos
operacionais com muito tacto e bom
senso, rapidamente conseguiu que as
subunidades fossem empenhadas de forma
mais adequada às suas características
próprias, logrando, com os meios
disponíveis tirar delas o máximo
rendimento e permitindo assim os
excelentes resultados pelas mesmas
alcançados em combate.
Contribuindo com a sua muita competência
para o criterioso planeamento da maioria
das operações realizadas pela unidade,
evidenciou, a par de um notável espírito
de sacrifício e isenção, firmeza e
decisão, coragem e sangue frio,
sagacidade e facilidade de adaptação às
novas situações criadas, uma excepcional
capacidade de chefia na luta de
guerrilhas, qualidades amplamente
demonstradas na condução de várias
operações, destacando-se particularmente
a sua actuação durante as operações
“Picapau”, “Centauro Castelão”,
“Finalmente” e “Hiena-1ª fase”, nas
quais comandou um agrupamento de forças.
No intuito de dar ainda mais força e
impulso ao elevado espírito de decisão e
desejo de vencer dos seus subordinados,
acompanhou pessoalmente uma subunidade
durante a operação “Picapau”,
conseguindo com o seu abnegado exemplo a
finalidade que pretendia, que está na
base dos excelentes resultados
alcançados, e bem assim dar provas do
seu extraordinário interesse e
preocupação dominante de manter sempre
as subunidades no mais alto nível de
eficiência de combate. No comando de um
agrupamento de forças, durante as
operações “Finalmente” e “Hiena -1.ª
fase”, conduziu as unidades com
inexcedível zelo, acerto e rara
determinação, demonstrando, com a sua
decidida acção junto dos subordinados,
quando a situação o aconselhava e se
tornava necessário para uma melhor
execução das acções planeadas,
extraordinárias qualidades de abnegação,
valentia e coragem, por tal forma que a
sua actuação mereceu do comando do
sector B, os mais rasgados elogios.
Oficial de vincada personalidade, de
transbordante espírito de iniciativa,
muito brioso e competente, disciplinado
e disciplinador, colaborador
extraordinariamente leal, revelando
sempre o maior zelo, dedicação e
interesse na resolução dos mútuos
problemas inerentes ao comando,
demonstrando excepcionais qualidades,
que o acreditam como um verdadeiro
chefe, em quem se pode confiar na
realização
das mais difíceis tarefas, é digno da
maior admiração e como um real exemplo
de oficial superior e demonstrativo de
alto valor, honrando as forças armadas e
as tropas Pára-quedistas a que pertence.
O referido oficial praticou em campanha,
com grave risco da sua vida, actos que
devem ser considerados distintos e
extraordinários.
Em 1969, considerado abrangido com
direito ao uso da insígnia da
condecoração colectiva da
Cruz de Guerra de
1.ª classe, concedida ao Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 31 (BCP31)
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»;
Em
06 de Dezembro de 1969, nomeado para
servir
na Província Ultramarina da Guiné, como
comandante do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E
LUTA» da Zona Aérea de Cabo Verde e
Guiné (ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;
Em
12 de Janeiro de 1970, no decorrer da
operação
“FURÃO NEGRO”, na zona Cã-Quebo, levada
a cabo pela Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas 122 (CCP122) do Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas 12 (BCP12)
«UNIDADE E LUTA», foi ferido por acção
de estilhaços de RGP-7 (lança-granadas
antitanque portátil RPG-7);
Em 17 de Novembro de 1970, além de
comandante do Batalhão de
Caçadores
Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E
LUTA», acumula as funções de comandante
do Comando Operacional n.º 6 (COP6),
sedeado em Mansabá, tendo cessado essas
funções em 19 de Março de 1971;
Em 13 de Dezembro de 1971, regressa à
Metrópole e ao Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP – Tancos) «QUE NUNCA
POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
Em 11 de Maio de 1972, promovido a
Coronel Pára-Quedista;
Agraciado com a Medalha de Prata de
Serviços Distintos com Palma, publicado
no Diário do Governo n.º 277 – 2.ª
série, de 28 de Novembro de 1972 e na
Ordem à Aeronáutica n.º 35 – 2.ª série,
de 1972:
Tenente-
Coronel Pára-quedista
HORÁCIO CERVEIRA ALVES DE OLIVEIRA
Medalha de Prata de Serviços Distintos
com Palma
Diário
do Governo n.º 277, 2.ª Série de 28 de
Novembro de 1972
Manda o Governo da República Portuguesa,
pelo Ministro da Defesa Nacional,
louvar, por proposta do comandante-chefe
das forças armadas da Guiné, o
tenente-coronel Pára-Quedista Horácio
Cerveira Alves de Oliveira, pela forma
eficiente como comandou o Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas n.º 12 e se
desempenhou de outras missões de comando
operacional que lhe foram cometidas
durante a sua comissão de serviço
naquela província
Profundamente conhecedor do emprego de
forças Pára-Quedistas e com larga visão
das suas condições de actuação neste
tipo de guerra, propôs superiormente a
realização de muitas operações,
planeadas com minúcia e executadas com
pleno êxito, mercê da firmeza da sua
acção e do equilíbrio das suas decisões.
No comando directo de forças em
operações destaca-se a sua acção nas
operações “Jaguar Vermelho” e “Sardão
Dourado”, que envolveram vultosos
efectivos e exigiram complexas medidas
de coordenação, nas quais evidenciou a
sua capacidade de comando para enfrentar
situações difíceis.
De salientar ainda a forma dinâmica e
determinada como comandou o comando
operacional n.º 6 durante os trabalhos
de construção da estrada Mansabá-Farim e
de que resultou o integral cumprimento
de uma missão de excepcional interesse
para a província.
Pelo conjunto das qualidades militares
evidenciadas, pelo seu impoluto
carácter, elevado senso, alto espírito
de camaradagem e de colaboração e pela
indefectível lealdade como soube
corresponder às imposições de serviço, o
tenente-coronel Alves de Oliveira ganhou
jus a ser apontado como um oficial
superior altamente qualificado para o
desempenho de funções de comando em
campanha que muito honra o corpo de
tropas Pára-Quedistas a que pertence e
que prestou à Pátria e ao Exército, no
teatro de operações da Guiné, serviços
que se consideram relevantes,
extraordinários e distintos.
 Pela
Portaria de 27 de Janeiro de 1973,
agraciado com a Medalha de Mérito
Militar de 2.ª classe, publicada na
Ordem Aeronáutica n.º 3 – 2.ª série, de
1972;
Em 1973, considerado abrangido com
direito ao uso da insígnia da
condecoração colectiva da
Medalha de Ouro de
Valor Militar, com palma, concedida ao
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21
(BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»;
Em 19 de Julho de 1974, nomeado para
servir Portugal na Província Ultramarina
de Moçambique, como comandante do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 32
(BCP32 - Nacala) «FAMOSA GENTE A
GUERRA
USADA» do Comando da Região
Aérea
3 (COMRA3 - Moçambique) «LEALDADE E
CONFIANÇA», onde se mantém até ao dia 16
de Novembro de 1974;
Por extinção do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas
32 (BCP32 -
Nacala)
«FAMOSA GENTE A GUERRA USADA», assume,
em 12 de Dezembro de 1974, o comando do
Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 31
(BCP31 - Beira) «HONRA-SE A PÁTRIA DE
TAL GENTE» do Comando da Região Aérea
3 (COMRA3
- Moçambique) «LEALDADE E CONFIANÇA»;

Em 25 de Julho de 1975, regressa à
Metrópole e ao Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP – Tancos) «QUE NUNCA
POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
Em
03 de Dezembro de 1975, nomeado como o
primeiro Comandante da Base Escola de
Tropas Para-Quedistas (BETP - Tancos)
«QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
Em 14 de Janeiro de 1976, cessa as
funções
de Comandante da Base Escola de Tropas
Para-Quedistas (BETP - Tancos) «QUE
NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
Em 10 de Fevereiro de 1976, nomeado como
o primeiro Chefe do Estado-Maior do
Corpo de Tropas-Páraquedistas (CTP)
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»;
Em
10 de Maio de 1976, regressa ao quadro
de origem “Artilharia”;
Em 1987, passa à situação de reserva;
Em 09 de Março de 2005, agraciado com a
Medalha de D. Afonso Henriques – Mérito
do Exército, de 1.ª classe.
Faleceu no dia no dia 04 de Abril de
2021.
Paz à sua Alma
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Coronel de Artilharia Pára-Quedista
Horácio Cerveira Alves de Oliveira e
Major-General
Heitor Hamilton Almendra
Foto
do SMor PQ Serrano Rosa

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