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Condecorações

Sílvio Jorge Rendeiro de Araújo e Sá, Coronel de Infantaria Pára-Quedista

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

Elementos cedidos

pelo PQ Pedro Castanheira

 

Faleceu no dia 03 de Maio de 1992 o veterano

 

Sílvio Jorge Rendeiro de Araújo e Sá


Coronel de Infantaria Pára-Quedista
 

Angola: 11Abr a 01Mai1959

 

Participa na operação "HIMBA"

 

Angola: 16Mar a Mai 1961

 

Integrado numa Companhia de Caçadores Pára-Quedistas

 

 

Angola: 22Set1964 a Mai1966

 

Comandante da

 

1.ª Companhia de Caçadores Pára-Quedistas «IRMÃOS DE MARTE»

 

Oficial de Operações e Informações

 

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21

«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»

 

2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E GRANDEZA»

 

Moçambique: 05Mar1968 a 03Mar1970

 

2.º Comandante do

 

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 32

«FAMOSA GENTE A GUERRA USADA»

 

3.ª Região Aérea «LEALDADE E CONFIANÇA»

 

Guiné: 14Dez1971 a 20Jan1974

 

Comandante do

 

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12

«UNIDADE E LUTA»

 

Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné «ESFORÇO E VALOR»

 

Medalha de Ouro de Valor Militar com Palma Colectiva

3 Medalhas de Prata de Serviços Distintos com Palma

Louvor Individual

3 Medalhas Comemorativas de Campanhas das Forças Armadas, com as legendas “Norte de Angola 1964 – 66”, “Moçambique 1968 – 70” e “Guiné 1971 – 74”

 

Sílvio Jorge Rendeiro de Araújo e Sá, Coronel de Infantaria Pára-Quedista, nascido no dia 28 de Outubro de 1934, na freguesia e concelho da Murtosa, distrito de Aveiro;


Em 14 de Outubro de 1952, ingressa na Escola do Exército (EE) «DULCE ET DECORUM EST PRO PÁTRIA MORI», no curso de Infantaria;


Em 01 de Outubro de 1955, promovido a Aspirante-a-Oficial de Infantaria e colocado na Escola Prática de Infantaria (EPI - Mafra) «AD UNUM» para efeitos de tirocínio;


Em 01 de Novembro de 1956, promovido a Alferes de Infantaria;


Em 1958, voluntaria-se para frequentar o 5.º Curso de Paraquedismo Militar no Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas (BCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM», tendo concluído em 18 de Novembro de 1958, pelo que lhe foi atribuído o brevet n.º 355;

 

 

Em 01 de Dezembro de 1958, promovido a Tenente Pára-Quedista;


De 11 de Abril a 01 de Maio de 1959, participa na Província Ultramarina de Angola no grande exercício da Força Aérea denominado “HIMBA”;


A operação “HIMBA” da Força Aérea Portuguesa:


Segundo o descrito pelo Tenente-General Piloto Aviador António de Jesus Bispo, na Revista Militar n.º 2507, de Dezembro de 2010 -
https://www.revistamilitar.pt/artigo/620, com a devida vénia se transcreve:


“O exercício HIMBA consistiu numa operação de transporte aéreo militar para verificar rotas e infraestruturas, escalas possíveis para o trânsito e operação, e numa demonstração de soberania, de presença militar portuguesa em África; foram envolvidos 14 aviões, designadamente 6 Skymaster, 2 C-47 Dakota, e 6 PV-2 Harpoon que voaram da Metrópole até Angola, utilizando aeródromos de escala, ao longo da rota oceânica.


Em Angola, sobrevoaram Carmona, Santo António do Zaire, Cabinda, Malange, Henrique de Carvalho e Lobito; foi realizado um grande festival aéreo em Luanda com desfile aéreo e terrestre, lançamento de tropas pára-quedistas, e exercício de tiro ar-solo real, com a assistência de uma multidão entusiasta e orgulhosa da sua Força Aérea.


Outros desfiles se realizaram em Sá da Bandeira e Nova Lisboa.


Esta acção teve uma importância fundamental do ponto de vista psicológico, junto da população, para além do teste operacional a que se propunha.


O exercício deixou, no entanto, uma marca negativa: um dos C-47 despenhou-se à saída de Lisboa, na foz do Tejo, tendo falecido os 5 tripulantes e os 6 oficiais que nele seguiam em serviço, constituindo as primeiras baixas da Força Aérea nestas novas campanhas africanas - as causas do acidente nunca foram determinadas, estando totalmente fora de hipótese qualquer acção intencional provinda do exterior.”
 

De 06 de Julho a 20 de Agosto de 1960, integrado num pequeno grupo de militares paraquedistas, desloca-se a França, a Bayonne, onde frequenta o Estágio de Guerra Subversiva e Psicológica no Grupo de Instrução da Brigada Paraquedista de Além-Mar;


Mais tarde, com o Tenente Pára-Quedista Silva e Sousa, complementa, durante mais um mês o referido Estágio, no Centro de Instrução de Pacificação e Contraguerrilha, em Arzew, na Argélia, onde eram também instruídos os oficiais franceses;


Aquele ensinamento importantíssimo veio a ter a génese na formação dos Caçadores Paraquedistas, um grande trabalho a ser efectuado por aqueles dois oficiais na futura instrução;


Em 16 de Março de 1961, após o eclodir a guerra terrorista na Província Ultramarina de Angola, embarcou com destino àquela província, integrado numa Companhia de Pára-Quedistas;


Passados dois meses, regressa à Metrópole, juntamente como Tenente Pára-Quedista Silva e Sousa, a fim de reestruturarem a instrução dos Caçadores Paraquedistas, com os ensinamentos de contraguerrilha colhidos em França e na Argélia;


Em 01 de Dezembro de 1961, promovido a Capitão Pára-Quedista;


Em 22 de Setembro de 1964, mobilizado pelo Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, como comandante da 1.ª Companhia de Caçadores Pára-Quedistas (1ªCCP) «IRMÃOS DE MARTE» do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS» da 2.ª Região Aérea (2ªRA) «FIDELIDADE E GRANDEZA»;


Em 01 de Junho de 1965, nomeado Oficial de Operações e Informações do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS» da 2.ª Região Aérea (2ªRA) «FIDELIDADE E GRANDEZA»;

 

Louvor Individual:

 

Por proposta do Comandante do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», louva o Capitão Pára-Quedista - SÍLVIO JORGE RENDEIRO DE ARAÚJO E SÁ, daquele Batalhão:

 

"Porque, servindo em Angola há cerca de 10 meses como Comandante de uma Companhia de Combate, demonstrando grandes qualidades de iniciativa, desembaraço, energia e um entusiasmo pela sua profissão fora do vulgar, elevou a sua subunidade a um nível disciplinar, físico e operacional muito notáveis, criando em todos os seus homens um espírito  de cooperação e bem servir largamente demonstrados quer pelo seu comportamento no quartel quer em operações", publicado na Ordem de serviço n.º 78, de 02 de Julho de 1965, do Comando da Região Aérea n.º 2;

 


Em Maio de 1966, regressa à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;


Agraciado com a Medalha Comemorativa das Campanhas das Forças Armadas com a legenda “Norte de Angola 1964 – 66”


Em 03 de Julho de 1966, promovido a Major Pára-Quedista;


 

Agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma, pela Portaria de 26 de Outubro de 1966:


Major Pára-Quedista
SÍLVIO JORGE RENDEIRO DE ARAÚJO E SÁ
 

BCP21 – RCP – 2ªRA
Angola


Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma


Por Portaria de 26 de Outubro de 1966


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Secretário de Estado da Aeronáutica e sob proposta do general comandante da 2.ª Região Aérea, louvar o major de infantaria Pára-Quedista Sílvio Jorge Rendeiro de Araújo e Sá, do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas n.º 21, pelas qualidades reveladas e serviços prestados durante o período em que serviu na Província de Angola.


Oficial de carácter firme, profissionalmente muito competente, dotado de uma excepcional capacidade de organização e brilhante iniciativa, desempenhou as funções de comandante de uma companhia de combate, oficial de operações, adjunto do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas n.º 21 no Comando da 2.ª Região Aérea e 2.º Comandante interino, algumas delas em acumulação, sempre com grande relevo e eficiência, colaborando desta forma para elevar o bom nome das tropas Pára-Quedistas da Força Aérea.


Tendo tomado parte em dezoito missões operacionais, a sua conduta foi sempre um exemplo de determinação, coragem e espírito de sacrifício, em muito contribuindo para os bons resultados obtidos e conseguindo dos homens sob o seu comando o máximo rendimento.


Muito inteligente e profundo conhecedor dos problemas operacionais do tipo de guerra em que estamos empenhados, dotado de invulgar capacidade de trabalho, bom senso, brio e entusiasmo, prestou na 2.ª
Região Aérea serviços que muito justamente merecem ser considerados relevantes e distintos.


Em 05 de Março de 1968, mobilizado pelo Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, como 2.º comandante do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 32 (BCP32 - Nacala) «FAMOSA GENTE A GUERRA USADA», da 3.ª Região Aérea (3ªRA) «LEALDADE E CONFIANÇA»;


Em 03 de Março de 1970, regressa à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;


Agraciado com a Medalha Comemorativa das Campanhas das Forças Armadas com a legenda “Moçambique 1968 – 70”;


Em 01 de Janeiro de 1971, promovido a Tenente-Coronel Pára-Quedista;


Em 14 de Dezembro de 1971, mobilizado pelo Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, como comandante do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 (BCP12) «UNIDADE E LUTA» da Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné (ZACVG) «ESFORÇO E VALOR»;

 

Agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma, pela Portaria de 05 de Abril de 1972:


Major Pára-quedista
SÍLVIO JORGE RENDEIRO DE ARAUJO E SÁ
 

BCP32 – RCP – 3.ªRA
Moçambique


Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma


Por Portaria de 5 de Abril de 1972


Louvado por proposta do Comandante da 3.ª Região Aérea, o Major Para Sílvio Jorge Rendeiro de Araújo e Sá, porque, durante o tempo em que permaneceu no Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas N.º 32, revelou ser possuidor de grandes qualidades profissionais e pessoais.


Oficial competente e dedicado, desempenhou as funções de Chefe de operações, 2.º Comandante e Comandante interino, algumas vezes em acumulação, com grande eficiência, pelo método, bom senso, grande iniciativa e interesse que imprimiu à solução de todos os problemas que deparou.


Oficial de grande experiência operacional, acompanhou o planeamento e execução de operações, tomando parte nalgumas delas, sendo preciosa a sua orientação para os resultados obtidos.


Colaborador valioso e leal do comando, desenvolveu uma atividade social tanto no âmbito da sua unidade, como com a população civil, de forma altamente prestigiante.


Em toda a sua ação, dentro e fora da unidade, revelou possuir qualidades e virtudes que justificam o alto conceito em que é tido, merecendo os serviços prestados às tropas Pára-Quedistas e à Força Aérea sejam considerados distintos, relevantes e extraordinários.

 

Em 1972, na Guiné Portuguesa, foi o grande estratega de várias operações em que empenhou continuamente o Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 12 (BCP12), sobretudo, na operação “GRANDE EMPRESA”, muito complexa e bem-sucedida, focada na reocupação e consolidação da zona do Cantanhez, uma área estratégica controlada pelo PAIGC, que envolveu forças paraquedistas e a Força Aérea, e visando desgastar o inimigo através de ações de grande escala e difícil logística, sendo lembrada como uma das operações mais complexas da guerra, no entanto, e segundo o descrito nas páginas 621 a 622 do livro “A ÚLTIMA MISSÃO” da autoria do Coronel de Infantaria Pára-Quedista José Alberto de Moura Calheiros, o Tenente-Coronel Araújo e Sá, comandante do BCP12 no período mais crítico da guerra da Guiné, foi, muito injustamente, secundarizado.


Com a devida vénia, transcreve-se a página 621 e parte da 622:


[…]
O desempenho do BCP12 durante o seu comando foi de nível excepcionalmente elevado e isso, em grande parte, a ele se deve.


Fui bem conhecedor do papel que desempenhou cada um dos mais destacados Comandantes presentes na Guiné naquele período de 1971 a 1973. Em minha opinião, nenhum deles teve acção tão brilhante como o TCor Araújo e Sá. E embora os seus serviços tivessem sido reconhecidos com uma distinção de bom nível, ele merecia uma de nível muito superior, se tivermos em conta a forma como foram distinguidos outros militares, nem sempre em funções de comando.


Recordo, a propósito, um ditado francês que cito, em tradução livre: "O soberano é um fogo que aquece a quem está perto e por vezes queima; quem está longe passa frio". Não estava nos hábitos do TCor Araújo e Sá pertencer a grupos ou ser Presença assídua em Quartéis-Generais, Messes de Oficiais ou em reuniões sociais, e muito menos a contar ou a sobrevalorizar peripécias dos combates. A sua preocupação permanente foi sempre a Unidade e os seus, e o bom cumprimento das Missões que lhe foram atribuídas.


E assim, o TCor Araújo e Sá, comandante do BCP12 no período mais crítico guerra da Guiné, foi, muito injustamente, secundarizado. É que, na Guiné de então, a Glória estava pré-determinada e as honrarias contemplavam normalmente apenas um círculo restrito junto do General Comandante Chefe. Depois, o marketing e os círculos de amigos fizeram o resto. E apareceram as lendas, que progressivamente têm vindo a tomar lugar da História.

[…]


Em 1973, considerado abrangido com direito ao uso da insígnia da condecoração colectiva da Medalha de Ouro de Valor Militar, com palma, concedida ao Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», cuja concessão foi publicada no Diário do Governo n.º 43 - 2.ª série, de 20 de Fevereiro de 1973;


Com o General António de Spínola

 

Com o General Bettencourt Rodrigues no BCP12 - do seu lado direito de farda azul, Capitão Almeida Martins

 

Agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma, pelo Diário do Governo n.º 1 – 2.ª série, de 02 de Janeiro de 1974:


Tenente-Coronel Pára-Quedista
SÍLVIO JORGE RENDEIRO DE ARAÚJO E SÁ

 

BCP12 – RCP – ZACVG
Guiné

Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma


Diário do Governo n.º 1, 2.ª Série, de 2 de Janeiro de 1974


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Defesa Nacional, louvar, por proposta do comandante-chefe das forças armadas da Guiné, o tenente-coronel PARAQ Sílvio Jorge Rendeiro de Araújo e Sá, pela forma muito eficiente como cumpriu as missões de alta responsabilidade que lhe foram confiadas durante a sua comissão de serviço na província da Guiné.


Como comandante do Batalhão de Pára-quedistas nº. 12, assegurou o elevado nível de disciplina e são espírito de corpo da Unidade, estimulando a sua preparação técnica e prontidão para o combate, que a guindaram a lugar de prestígio entre as forças de intervenção do comando-chefe.


Nomeado comandante do Comando Operacional nº. 4, evidenciou elevadas qualidades de chefia, firmeza e profundo sentido do dever, cumprindo integralmente a complexa missão que lhe foi atribuída, com reflexos de excepcional interesse para a causa nacional.


Tendo posteriormente, comandado o Comando Operacional n.º 5, em situação de particular gravidade, teve oportunidade de confirmar as notáveis qualidades que estiveram na base da sua escolha para tão árdua função, constituindo-se um exemplo de determinação e de serena valentia de que resultou o inimigo ter aliviado a forte pressão que vinha exercendo.


O tenente-coronel Araújo e Sá evidenciou largamente no teatro de operações da Guiné, a sua alta aptidão para o comando de tropas em
campanha, tendo prestado serviços que muito honram as tropas pára-quedistas e que justamente se considerem extraordinários, relevantes e distintos.


Em 20 de Janeiro de 1974, regressou à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;


Agraciado com a Medalha Comemorativa das Campanhas das Forças Armadas, com a legenda “Guiné 1971 – 74”;


Em 16 de Março de 1977, promovido a Coronel Pára-Quedista;


Em 23 de Julho de 1979, passou à situação de reserva extraordinária.


Faleceu no dia 03 de Maio de 1992.


Paz à sua Alma

 

 

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