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Angola

Angola: Batalhão de Caçadores 137 - 26Jun1961 a 06Set1963

 

Batalhão de Caçadores 137

«E DERRAMANDO O SANGUE»

Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola no período de 26 de Junho de 1961 a 6 de Setembro de 1963

 

Subunidades:

 

Companhia de Comando e Serviços (CCS)

 

Companhia de Caçadores 138 (CCac138)

 

Companhia de Caçadores 139 (CCac139)

 

Companhia de Caçadores 140 (CCac140)

 

 

 

 

Agraciados por feitos em campanha

Fonte:

5.º Volume, Tomo II, pag. 257, da RHMCA / CECA / EME

 

HONRA E GLÓRIA

 

Augusto Correia Máximo Rangel

 

Augusto Correia Máximo Rangel, Soldado de Infantaria, n.º 327/61

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 2 (RI2 - Abrantes) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Comando e Serviços (CCS) do Batalhão de Caçadores 137.

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

 

Soldado de Infantaria, n.º 327/61

AUGUSTO CORREIA MÁXIMO RANGEL

 

CCS/BCac137 — RI 2

ANGOLA

 

4.ª CLASSE

 

Transcrição do Despacho publicado na O.E. N.º 33 — 3.ª série de 1963.

 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º, do Regulamento da Medalha Militar, aprovado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, cuja data vai indicada:

Por despacho de 16 de Agosto de 1963:

 

O Soldado, Augusto Correia Máximo Rangel, n.º 327/61, da Companhia de Comando e Serviços, do Batalhão de Caçadores n.º 137 (Regimento de Infantaria n.º 2).

 

Transcrição do louvor que originou a condecoração.

(Publicado na OS n.º 154, de 04 de Julho de 1963, do BCac137 e OS n.º 66, de 07 de Agosto do mesmo ano, do QG/RMA):

 

Louvo o Soldado de Infantaria, Explorador-Observador, n.º 327/61, Augusto Correia Máximo Rangel, da CCS do BCac137/RI2, pelo excelente comportamento que teve nas muitas patrulhas e escoltas a pé e em viaturas que o PelReclnf (Pelotão de Reconhecimento e Informação) realizou no Norte de Angola, a partir de Julho de 1961.

 

Merece devido relevo a sua acção denodada na reacção às emboscadas sofridas pelo seu Pelotão e, em especial, quando dum ataque inimigo na picada Vila General Freire - Zala, em 3 de Julho de 1962. Nesta acção, o inimigo concentrou o seu fogo sobre a última viatura da coluna, um Jeep, de cuja guarnição fazia parte como apontador da metralhadora o soldado Rangel que, apesar do fogo inimigo, expondo-se completamente, saltou para cima do "capot" da viatura e revelando grande sangue frio, coragem e decisão, empunhou a metralhadora e desencadeou intenso fogo sobre as posições ocupadas pelo inimigo, que conseguiu fazer calar, contribuindo decisivamente para frustar a tentativa inimiga de isolar aquela viatura.

 

 

 

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