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Angola

Angola: Batalhão de Caçadores 137 - 26Jun1961 a 06Set1963

 

Batalhão de Caçadores 137

«E DERRAMANDO O SANGUE»

Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola no período de 26 de Junho de 1961 a 6 de Setembro de 1963

 

Subunidades:

 

Companhia de Comando e Serviços (CCS)

 

Companhia de Caçadores 138 (CCac138)

 

Companhia de Caçadores 139 (CCac139)

 

Companhia de Caçadores 140 (CCac140)

 

 

 

 

Agraciados por feitos em campanha

Fonte:

5.º Volume, Tomo II, pag. 96, da RHMCA / CECA / EME

 

HONRA E GLÓRIA

 

Carlos Afonso Soares de Almeida Brandão

 

Carlos Afonso Soares de Almeida Brandão, Capitão de Infantaria.

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 (RI15 - Tomar) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Caçadores 140 do Batalhão de Caçadores 137.

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

 

Capitão de Infantaria
CARLOS AFONSO SOARES DE ALMEIDA BRANDÃO
 

CCac140/BCac137 — RI 15
ANGOLA
 

3.ª CLASSE
 

Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 2 — 2.ª série, de 1963.
Por Portaria de 8 de Janeiro de 1963:
 

Condecorado com a medalha de Cruz de Guerra de 3.ª classe, por ter sido considerado ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província de Angola:


O Capitão de Infantaria, Carlos Afonso Soares de Almeida Brandão.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Despacho de 05 de Setembro de 1962, do General Comandante da Região Militar de Angola, publicado na OS n.º 72, de 07 do mesmo mês e ano, do QG/RMA):


Louva o Capitão de Infantaria, Carlos Afonso Soares de Almeida Brandão, da Companhia de Caçadores 140, do Batalhão de Caçadores 137, porque nas operações de guerra para a reocupação e pacificação de parte do território de Angola, em que a sua Companhia tomou parte, e, bem assim, nos patrulhamentos e reacção a emboscadas nas regiões onde actuou no período que decorreu entre Julho de 1961 a Maio de 1962, demonstrou sempre coragem, decisão e sangue frio debaixo do fogo, que muito o honram como militar.


Merece especial referência a sua actuação na região da Pedra Verde, quer num reconhecimento que fez a pé com 15 homens antes da Operação "Esmeralda", adentro do terreno fortemente ocupado pelo inimigo, quer na ocupação da região de Quibaxe, que precedeu aquela operação e base importante de partida para o seu prosseguimento, em que, actuando ofensivamente sobre o inimigo, embora com pequenos efectivos, conseguiu criar um ambiente de completa insegurança e incerteza na sua frente de contacto, acções estas que muito contribuíram para o bom êxito da referida operação.

 

 

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