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BCac141/RMA

Batalhão de Caçadores 141 - Angola - 25Jun1961 a 30Set1963
 
 

Batalhão de Caçadores 141

 

«HONRA E GLÓRIA»

 

Angola

 

25Jun1961 a 30Set1963

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

 
 

Faleceu no dia 4 de Fevereiro de 2023 o veterano

 

Leonildo Cirilo Monteiro

 

Alferes Mil.º de Infantaria

 

 

CG-4-Classe-350Comandante de pelotão da

 

Companhia de Caçadores 144

 

 Batalhão de Caçadores 141 «HONRA E GLÓRIA»

 

Angola: 25Jun1961 a 30Set1963

 
Cruz de Guerra de 4.ª classe
 
Louvor Individual
 
Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados no texto que se segue:
 

Leonildo Cirilo Monteiro, Alferes Mil.º de Infantaria, nasceu no dia 17 de Janeiro de 1938, na freguesia de Santo Crucifixo, concelho da Ribeira Grande de Santo Antão, na RI15 Província Ultramarina de Cabo Verde;


Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 (RI15 – Tomar) «NON NOBIS» - «FIRMES E CONSTANTES» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola;


BCac141ANo dia 15 de Junho de 1961, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Moçambique’, como comandante de pelotão da Companhia de Caçadores 144 (CCac144) do Batalhão de Caçadores 141 (BCac141) «HONRA E GLÓRIA», rumo ao porto de Luanda, onde desembarcou no dia 25 de Junho de 1961;


BCac141-1Louvado por feitos em combate no teatro de operações de Angola, por despacho do General Comandante Militar da Região Militar de Angola, de 28 de Dezembro de 1961, publicado na Ordem de Serviço n.º 01, de 03 de Janeiro de 1962, do Quartel General da Região Militar de Angola;

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, por despacho do Comandante-Chefe da Forças Armadas de Angola, de 8 de Janeiro de 1962, publicado na Ordem do Exército n.º 7 – 2.ª série, de 1963 e no Jornal do Exército n.º 28, páginas 14 e 15, de Abril de 1962;


No dia 9 de Março de 1962, perante uma formatura das forças aquarteladas em DAMBA, com a presença das autoridades locais e da população europeia e indígena da região, sobressaindo os sobas com as suas vistosas fardas, o Comandante Chefe das Forças Armadas de Angola, General Venâncio Deslandes, acompanhado pelo Comandante da Região Militar, General Holbeche Fino, pelo Comandante do Sector 2, Coronel Tirocinado Santos Paiva e por muitos outros Oficiais Superiores, condecorou-o com a Cruz de Guerra de 4.ª classe;

 

 Leonildo-Cirilo-Monteiro-920


No dia 30 de Setembro de 1963, embarcou no NTT ‘Vera Cruz’ de
regresso à Metrópole, onde desembarcou no dia 10 de Outubro de 1963;


Faleceu no dia 4 de Fevereiro de 2023.


Paz à sua Alma

 

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Cruz de Guerra de 4.ª classe
 
 

CG-4-Classe-700Alferes Miliciano de Infantaria
LEONILDO CIRILO MONTEIRO
 

CCac144/BCac141 - RI15
ANGOLA


4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 7 – 2.ª série, de 1963.


Foi agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar, aprovado por Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola:


De 08 de Janeiro de 1962:


O Alferes Miliciano, Leonildo Cirilo Monteiro, da Companhia de Caçadores n.º 144, do Batalhão de Caçadores n.º 141 (Regimento de Infantaria n.º 15).


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Despacho do General Comandante Militar da Região Militar de Angola, de 28 de Dezembro de 1961, publicado na Ordem de Serviço n.º 01, de 03 de Janeiro de 1962, do Quartel General da Região Militar de Angola):


Que louva o Alferes Miliciano, Leonildo Cirilo Monteiro, da Companhia de Caçadores n.º 144, do Batalhão de Caçadores n.º 141, por no dia 11 de Setembro de 1961, quando percebeu um momento de hesitação dos seus inferiores, se ter lançado ao Rio Coji, que atravessou a nado, sob o fogo do inimigo, nadando com uma só mão e segurando com a outra a sua arma, o que fez com que imediatamente fosse seguido por cinco subordinados, à frente dos quais se lançou em perseguição do inimigo, que foi alvejado a tiro e obrigado a retirar, desistindo de continuar em sua perseguição, somente por falta de munições, demonstrando decisão, desembaraço e muita coragem.

 

 

Leonildo-Cirilo-Monteiro-920-A
 

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