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Condecorações

António Vitório Barriga Alves Nunes, 1.º Cabo de Infantaria, n.º 18618471, da 3ª/BCac4613/72

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota e óbito

Elementos extraídos do texto de João Peres, in facebook

 

Faleceu no dia 13 de Junho de 2022 , o veterano

 

Ant-nio-Vit-rio-Barriga-Alves-Nunes-350António Vitório Barriga Alves Nunes

 

1.º Cabo de Infantaria, n.º 18618471

 

3.ª Companhia de Caçadores

 

Batalhão de Caçadores 4613/72

«BRAVOS E DISTINTOS»

 

Angola: Fev1973 a 10Dez1974

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

Louvor Individual

 

CG-3-Classe-350António Vitório Barriga Alves Nunes, 1.º Cabo de Infantaria, n.º 18618471, natural do concelho de Faro;


RI16-280Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 16 (RI16 - Évora) «CONDUTA BRAVA E EM TUDO DISTINTA» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola;


Em Fevereiro de 1973, no Aeródromo Base n.º 1 (AB1 – Figo Maduro) embarcou em avião da Força Aérea Portuguesa, integrado na 3.ª Companhia (3ªCCac) do Batalhão de Caçadores 4613/72 3-C-BCac4613-280(BCac4613/72) «BRAVOS E DISTINTOS», rumo à Base Aérea n.º 9 (BA9 – Luanda);

BCac4613
A sua subunidade de infantaria, comandada pelo Capitão Mil.º de Infantaria Victor Morais Landeiro, foi colocada em Zala; em Junho de 1974, foi transferida para Mabubas, onde se manteve até final da comissão;

Ant-nio-Vit-rio-Barriga-Alves-Nunes-280
Louvado por feitos em combate no teatro de operações de Angola, por despacho de 10 de Setembro de 1974, publicado na Ordem de Serviço n.º 26, de 01 de Outubro de 1974, do Quartel-General do Comando Chefe das Forças Armadas de Angola;


Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 02 de Outubro de 1974, publicado na Ordem do Exército n.º 13 – 3.ª série, de 1975;


Em 10 de Dezembro de 1974, no porto de Luanda, embarcou no NTT ‘Uíge’ de regresso à Metrópole, onde desembarcou no dia 21 de Dezembro de 1974;


Em 10 de Junho de 2016, perante as Forças Armadas Portuguesas reunidas em parada no Terreiro do Paço, Lisboa, foi-lhe imposta a condecoração pelo Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa:

 

 10-Jun2016

10-Jun2016-1

10-Jun2016-2

 

10-Jun2016-09

10-Jun2016-10

 

Faleceu no dia 3 de Jnho de 2022.


Paz à sua Alma!


-------------------

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

CG-3-Classe-7001.º Cabo de Infantaria, n.º 18618471
ANTÓNIO VITÓRIO BARRIGA ALVES NUNES
 

3ªCCac/BCac4613 - RI16
ANGOLA


3.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 13 – 3.ª série, de 1975.


Agraciado, com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, nos termos do artigo 20.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de 20 de Dezembro de 1971, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 02 de Outubro de 1974, o 1.º Cabo de Infantaria, n.º 18618471, António Vitória Barriga Alves Nunes, da 3.ª Companhia de Caçadores do Batalhão de Caçadores n.º 4613 - Regimento de Infantaria n.º 16.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 26, de 01 de Outubro de 1974, do Quartel-General do Comando Chefe das Forças Armadas de Angola):


Por seu despacho de 10 de Setembro 1974, louvou o 1.º Cabo de Infantaria, n.º 18618471, António Vitório Barriga Alves Nunes, da 3.ª Companhia de Caçadores do Batalhão de Caçadores n.º 4613 - Regimento de Infantaria n.º 16, pelo entusiasmo, dedicação e espírito de sacrifício de que tem dado provas na actividade operacional em que tem participado numa das zonas mais difíceis do Norte de Angola.


Integrado voluntariamente num grupo especial, constituído totalmente por elementos nativos apresentados e recuperados, tem participado na maioria das operações desse grupo, muito contribuindo para os êxitos alcançados, mercê do seu espírito de missão e intrepidez.


É de salientar, em especial, a sua actuação, na operação "Leão", na qual, debaixo de fogo, perseguiu um guerrilheiro armado, que acabou por ferir e capturar, mas prestando-lhe de imediato os primeiros socorros.


Igualmente de salientar a abnegação de que deu provas quando uma coluna das Nossas Tropas foi fortemente emboscada, não se poupando a esforços na prestação dos primeiros socorros aos feridos e continuando a assisti-los com o maior zelo dedicação até à sua evacuação no dia seguinte.

 
A indubitável coragem, decisão, serena energia e sangue-frio, debaixo de fogo que o 1.º Cabo Nunes demonstrou em todas as acções, tornam-no inteiramente merecedor da distinção que por esta forma lhe é concedida.

 

 Ant-nio-Vit-rio-Barriga-Alves-Nunes-920

 

 

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