Francisco Anacleto António,
Soldado de Cavalaria, n.º 1961/61, da CCav352/BCav350
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
HONRA E GLÓRIA
Francisco Anacleto António
Soldado de Cavalaria, n.º 1961/61
Companhia de Cavalaria
352
Batalhão de Cavalaria 350
«GATOS BRAVOS
«NA GUERRA CONDUTA MAIS
BRILHANTE»
Angola: 24Jan1962 a
24Mar1964
Cruz de Guerra de 4.ª classe
Louvor Individual e 2 Louvores Colectivos
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texto que se segue:
Francisco Anacleto António,
Soldado de Cavalaria, n.º 1961/61;
Mobilizado pelo Regimento de
Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz)
«DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir
Portugal na Província Ultramarina de
Angola;
A sua subunidade de cavalaria
ficou aquartelada em Luanda; em
Março de 1962 foi colocada na
Fazenda Maria Fernanda; em Abril de
1963, foi transferida para Calulo,
onde se manteve até regressar à
Metrópole;
Louvado por feitos em combate no
teatro de operações de Angola, por
despacho do General Comandante da
Região Militar de Angola, de 12 de
Fevereiro de 1963, publicado na
Ordem de Serviço n.º 16, de 22 do
mesmo mês e ano, do Quartel-General
da Região Militar de Angola, e
transcrita na Ordem de Serviço n.º
98, do Batalhão de Cavalaria n.º
350, de 4 de Março daquele ano, e na
Revista da Cavalaria do ano de 1963,
páginas 118 e 119;
Louvor Colectivo – Batalhão de
Cavalaria 350 – publicado na
Ordem de Serviço n.º 77, do Batalhão
de Cavalaria 350, de 17 de Março de
1964 e na Revista da Cavalaria do
ano de 1964, página 91;
Soldado de Cavalaria, n.º 1961/61
FRANCISCO ANACLETO ANTÓNIO
CCav352/BCav350 - RC3
ANGOLA
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho
publicado na Ordem do Exército n.º 15 – 3.ª série, de 30
de Maio de 1963.
Para efeitos da última parte do artigo 12.º do
Regulamento da Medalha Militar e por despacho de 03 de
Maio, do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola,
foi condecorado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe:
O Soldado n.º 1961/61, Francisco Anacleto António, da
Companhia de Cavalaria 352 do Batalhão de Cavalaria 350
– Regimento de Cavalaria 3.
Transcrição do louvor que
originou a condecoração.
(Despacho de 12 de Fevereiro de 1963, do General
Comandante da Região Militar de Angola, publicado na
Ordem de Serviço n.º 16, de 22 do mesmo mês e ano, do
Quartel-General da Região Militar de Angola e na Ordem
de Serviço n.º 98, de 04 de Março daquele ano, do
Batalhão de Cavalaria 350):
Louvado o Soldado n.º 1961/61, Francisco Anacleto
António, da Companhia de Cavalaria 352 do Batalhão de
Cavalaria 350, porque desde o início e até ao final do
ataque sofrido pelas Nossas Tropas, em 22 do corrente,
soube galharda e valentemente manter-se no seu posto de
apontador da metralhadora Breda, apesar do fogo intenso
de que a viatura era alvo.
Tendo ficado ferido numa das mãos e sem municiador, por
este ter sido atingido, continuou incansavelmente a
municiar e a alvejar fortemente o inimigo.
Simultaneamente, em voz alta e de tal forma que se
conseguia fazer ouvir acima das detonações, ia
desafiando os atacantes, entusiasmando, assim, os
companheiros de luta e desalentando o agressor.
Foi uma figura que do alto da viatura se agigantou aos
olhos de todos, num exemplo vivo de rara valentia,
extraordinário sangue frio e grandeza de ânimo.
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Notícia:
12Jan1962 - Embarque do BCav350 para
Angola
Partida do NTT "Niassa" com
destino à Província Ultramarina de
Angola (Diário
de Lisboa, n.º 14038, de 12Jan1962):
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Notícia: 01Abr1964 -
Desembarque do BCav350, em Lisboa
Chegada do NTT "Vera Cruz" à Gare
Marítima da Rocha do Conde Óbidos
(Diário
de Lisboa, n.º 14833, de 01Abr1964):