
Álvaro
de Amorim Lopes
Soldado Condutor
Auto, n.º 2224/63
Companhia de Cavalaria 680
Batalhão de
Cavalaria 682
«CAVALEIROS DE CABINDA»
«NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE»
Angola: 18Mai1964 a 02Jul1966
Cruz de Guerra de 4.ª classe
Louvor Individual
2
Louvores Colectivos
Referência Elogiosa Colectiva
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Álvaro de Amorim
Lopes, Soldado Condutor Auto, n.º
2224/63;
Mobilizado
pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 –
Estremoz) «NA GUERRA CONDUTA MAIS
BRILHANTE» para servir Portugal na
Província Ultramarina de Angola;
Em 9 de Maio de 1964,
na Gare Marítima da Rocha do
Conde
Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
«Vera Cruz», integrado na Companhia
de Cavalaria 680 (CCav680) do
Batalhão de Cavalaria 682 (BCav682)
«CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE», rumo ao
enclave de Cabinda, onde
desembarcou
no dia 18 de Maio de 1964.
A sua subunidade de cavalaria foi
colocada no Belize; em 7 de Outubro
de 1964 rodou para T’Chivovo, onde
se manteve até final da comissão;
Referência Elogiosa Colectiva - Batalhão de
Cavalaria 682, publicada na Revista da Cavalaria
do ano de 1965, página 156;
Louvado por feitos em combate no
teatro de operações de Angola,
publicado na Ordem de Serviço n.º
57, de 21 de Julho de 1965 do
Quartel-General da Região Militar de
Angola e na Revista
da Cavalaria do ano de 1965, páginas
100 e 101;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 4.ª classe, por despacho
do Comandante-Chefe das Forças
Armadas de Angola, de 21 de Agosto
de 1965, publicado na Ordem do
Exército n.º 29 – 3.ª série, de 20 de
Outubro de 1965;
Louvor Colectivo – Companhia de
Cavalaria 680 – publicado na Ordem
de Serviço de 7 de Março de 1966 do
Comando do Sector 'S' e
na Revista da Cavalaria do ano de
1966, páginas 176 e 177;
Louvor Colectivo - Batalhão de
Cavalaria 682 - por
despacho de
25 de Abril de 1966 de S. Ex.ª o
General Comandante da Região Militar
de Angola, publicado na Revista da
Cavalaria do ano de 1966, páginas
172 e 173;
Em 2 de Julho de 1966, regressou à
Metrópole, pelo que embarcou no NTT
«Vera Cruz», tendo desembarcado na
Gare Marítima da Rocha do Conde
Óbidos, em Lisboa,
dia 11 de
Julho de 1966.
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Cruz de Guerra de 4.ª classe
Soldado
Condutor Auto, n.º 2224/63
ÁLVARO DE AMORIM LOPES
CCav680/BCav682 -
RC3
ANGOLA
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado na
Ordem do Exército n.º 29 – 3.ª série
de 20 de Outubro de 1965.
Agraciado com a Cruz de Guerra de
4.ª classe, nos termos do artigo
12.º do Regulamento da Medalha
Militar, aprovado pelo Decreto n.º
35 667, de 28 de Maio de 1946, por
despacho do Comandante-Chefe das
Forças Armadas de Angola, de 21 de
Agosto do corrente ano:
O Soldado n.º 2224/63, Álvaro de
Amorim Lopes, da Companhia de
Cavalaria n.º 680 do Batalhão de
Cavalaria n.º 682 - Regimento de
Cavalaria n.º 3.
Transcrição do louvor que originou a
condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º
57, de 21 de Julho de 1965, do
Quartel-General da Região Militar de
Angola):
Louvo o Soldado, condutor auto, n.º
2224/63, Álvaro de Amorim Lopes, da
Companhia de Cavalaria n.º 680 do
Batalhão de Cavalaria n.º 682 -
Regimento de Cavalaria n.º 3,
porque, no dia 05 de Setembro de
1964, no decorrer da operação "Ponta
Branca", no Norte de Angola, e
quando o Grupo de Combate de que
fazia parte se dirigia em viaturas
para determinado local, foi
emboscado e a primeira viatura
projectada ao ar, assim como todos
os seus ocupantes, por efeito de uma
mina que causou pesadas baixas no
dito grupo, o referido Soldado,
depois do pessoal que conduzia ter
saltado para o chão para reagir à
emboscada, com uma calma
surpreendente, decisão, coragem e
muita serenidade debaixo de fogo,
conseguiu voltar a sua viatura em
sentido contrário, para o que teve
de executar diversas manobras,
sempre debaixo de fogo intenso.
Alheado do que se passava à sua
volta, conseguiu chegar ao quartel
da sua Unidade, que dista cerca de 3
km, avisar do sucedido e regressar
ao local da emboscada, com os
reforços necessários e primeiros
socorros.
Por tudo isto demonstrou o Soldado
condutor auto n.º 2224/63, Álvaro de
Amorim Lopes, muita coragem,
decisão, sangue-frio e serena
energia debaixo de fogo, que lhe dão
jus a ser considerado como militar
de muito valor, digno de ser
apresentado como exemplo aos seus
camaradas e que honra a Unidade a
que pertence.
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O Batalhão de
Cavalaria 682 na
Revista da Cavalaria do ano de 1966
e no
Jornal do Exército de Junho de 1967
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