Babú, Soldado Atirador de Infantaria, n.º 68/63,
da 4.ªCCac/CTIG
"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom
que para preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA |
Elementos
cedidos por um colaborador do
portal UTW |

Babú
Soldado Atirador de Infantaria n.º 68/63
4.ª
Companhia de Caçadores Indígena
«AUT VINCORE AUT MORI»
Comando Territorial
Independete da Guiné
«CORAGEM E LEALDADE»
«A LEI DA VIDA ETERNA
DILATANDO»

Cruz de Guerra,
colectiva, de 1.ª classe
Cruz de Guerra, de 2.ª
classe
Cruz de Guerra, de 4.ª
classe
Prémio Governador da
Guiné
Babú, Soldado
Atirador de Infantaria, n.º 68/63.
Mobilizado pelo Comando Territorial
Independente da Guiné (CTIG)
para servir Portugal naquela Província Ultramarina
integrado na 4.ª Companhia de Caçadores (4.ªCCac) «AUT
VINCERE AUT MORI» (nota1).
Em 1 de Abril de 1967, aquela
subunidade de infantaria passou a designar-se por
Companhia de Caçadores 6 (CCac6) «ONÇAS NEGRAS» - «AUT
VINCERE AUT MORI»
(nota2);
Louvado,
por feitos em combate, publicado na Ordem de Serviço n.º
15, de 19 de Fevereiro de 1963, do Comando Territorial
Independente da Guiné;
Agraciado
com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, pela
Portaria de 30 de Abril de 1963, publicado na Ordem do
Exército n.º 16 – 3.ª série, de 1963;
Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de
1.ª classe, a título póstumo, pelo Decreto n.º 48412.
Publicado no Diário do Governo n.º 129/1968, Série I, de
30 de Maio de 1968;
Louvado e agraciado com a Medalha da
Cruz de Guerra de 2.ª classe, pela Portaria de 2 de Maio
de 1967, publicado na Ordem do Exército n.º 16 - 3.ª
série, de 1967;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 4.ª classe, por despacho do Comandante-Chefe
das Forças Armadas da Guiné, de 07 de Dezembro de 1966;
Agraciado com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª
classe, pelo
Decreto n.º 48412, publicado no Diário do Governo n.º
129/1968, Série I, de 30 de Maio de 1968
Cruz de Guerra, de 2.ª
classe
Soldado
de Infantaria n.º 68/63
BABÚ
4.ªCCac - CTIG
Guiné
2.ª CLASSE
Transcrição da Portaria publicada na
OE n.º 16 — 3.ª série, de 1967.
Por Portaria de 02 de Maio de 1967:
Manda o Governo da República Portuguesa,
pelo Ministro do Exército, condecorar com a Cruz de
Guerra de 2.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º
do Regulamento Militar, de 28 de Maio de 1946, por
serviços prestados em acções de combate na Província da
Guiné Portuguesa, o Soldado n.º 68/63, Babú, da 4.ª
Companhia de Caçadores / Batalhão de Caçadores n.º 1858
- Comando Territorial Independente da Guiné.
Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Por Portaria da mesma data, publicada naquela OE):
Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro
do Exército, louvar o Soldado n.º 68/63, Babú, da 4.ª
Companhia de Caçadores / Batalhão de Caçadores n.º 1858
— Comando Territorial Independente da Guiné, pela forma
extraordinária como se comportou na operação "Sorvete
II".
Pertencendo à Secção que seguia na frente da coluna, ao
ser localizado o acampamento inimigo lançou-se
rapidamente para a frente, fazendo fogo e sem se
importar com o tiroteio cerrado com que o inimigo
pretendia atingir as Nossas Tropas, não permitindo assim
que os elementos inimigos se organizassem nos abrigos
existentes no acampamento.
Com a sua atitude, o Soldado Babú deu provas de coragem,
sangue frio e serenidade debaixo de fogo que o
credenciam como um bom combatente e contribuiu para o
êxito da operação, pelo que o considero digno de ser
distinguido, tanto mais que se trata de um soldado
aguerrido e já condecorado com a medalha de Cruz de
Guerra de 4.ª classe por feitos em combate durante a
operação "Tubarão".
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Cruz de Guerra, de 4.ª
classe
Soldado
de Infantaria n.º 68/63
BABÚ
4.ªCCac - CTIG
Guiné
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 5 — 3.ª
série, de 1967.
Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos
do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar,
promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de
1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças
Armadas da Guiné, de 07 de Dezembro de 1966:
O Soldado n.º 68/63, Babú, da 4.ª Companhia de Caçadores
/ Batalhão de Caçadores n.º 1858 - Comando Territorial
Independente da Guiné.
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(nota1)
4.ª
Companhia de Caçadores Indígena

Identificação:
4.ªCCacI
Comandantes
(a)
Capitão de Infantaria Manuel Dias Freixo
Capitão de Infantaria António Ferreira Rodrigues Areia
Capitão de Infantaria António Lopes Figueiredo
Capitão de Infantaria Renato Jorge Cardoso Matias Freire
Capitão de Infantaria Nelson João dos Santos
Capitão Mil.º de Infantaria João Henriques de Almeida
Capitão de Infantaria Alcides José Sacramento Marques
Capitão de Infantaria João José Louro Rodrigues de
Passos
Capitão de Infantaria António Feliciano Mota da Câmara
Soares Tavares
Capitão de Infantaria Aurélio Manuel Trindade
(a) Os
Comandantes de Companhia são apenas indicados a partir
de 1 de Janeiro de 1961
Divisa:
"Aut Vincere Aut Mori"
Início:
Anterior a 1 de Janeiro de 1961
Extinção:
1 de Abril de 1967 (passou a designar-se
Companhia de Caçadores 6)
Síntese da
Actividade Operacional
Era uma subunidade da guarnição normal, com
existência anterior a 1 de Janeiro de 1961 e foi
constituída por quadros metropolitanos e praças
indígenas do recrutamento local, estando enquadrada nas
forças do CTIG (Comando Territorial Independente da
Guiné) então existentes.
Em 1 de Janeiro de 1961, estava instalada em Bolama, com
um pelotão destacado em Bedanda.
Em 8 de Abril de 1961, iniciou o deslocamento para Buba,
onde foi colocada temporariamente, a partir de 6 de Maio
de 1961.
Em 3 de Julho de 1961, foi transferida
para Bedanda, mantendo um pelotão em Buba, até à chegada
da Companhia de Caçadores 152 (CCac152), em 28 de Julho
de 1961.
Entretanto, iniciou a instalação de forças em várias
localidades da zona Sul, nomeadamente em Bolama, Bedanda,
Cacine, Aldeia Formosa, Gadamael e Tite, as quais foram
recolhendo à sede após substituição por outras forças,
ou sendo deslocadas, para outras localidades, como Catió,
Chugué e Caboxanque.
A partir de 25 de Julho de 1961, foi integrada no
dispositivo e manobra do Batalhão de Caçadores 237
(BCac237) e depois sucessivamente no dispositivo dos
batalhões e comandos instalados no sector. Tomou ainda
parte em diversas operações realizadas nas regiões de
Caboxanque, Chugué, Bochenan, entre outras.
Em 1 de Abril de 1967, passou a designar-se por
Companhia de Caçadores 6 (CCac6).