Arménio Paiva Abrantes, Soldado
de Artilharia, natural da freguesia
de Barcouço, concelho de Mealhada,
distrito de Aveiro;
Mobilizado pelo Regimento de
Artilharia Pesada 2 (RAP2 – Vila
Nova de Gaia) «BRAVOS E SEMPRE
LEAIS» para servir Portugal na
Província Ultramarina da Guiné;
No dia 17 de Maio de 1970, na Gare
Marítima da Rocha do Conde de
Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT
‘Carvalho Araújo’, integrado na
Companhia de Artilharia 2716
(CArt2716) do Batalhão de Artilharia
2917 (BArt2917) «P’LA GUINÉ E SUAS
GENTES», rumo ao estuário do Geba
(Bissau),
onde desembarcou no dia 25
de Maio de 1970;
A sua subunidade de artilharia,
comandada pelo Capitão Mil.º de
Artilharia Francisco Manuel Espinha
de Almeida, seguiu em 29 de Maio de
1970 para Xitole a fim
de efectuar a
sobreposição e render a Companhia de
Artilharia 2413 (CArt2413) «NOVA
ONDA», tendo assumido em 8 de Junho
de 1970 a responsabilidade do
respectivo subsector, com um pelotão
destacado na ponte do rio Pulom; em
14 de Março de 1972, foi rendida no
subsector de Xitole pela Companhia
de Artilharia 3492 (CArt3492) do
Batalhão de Artilharia 3873
(BArt3873) «NA GUERRA
CONSTRUINDO A
PAZ», tendo recolhido seguidamente a
Bissau a fim de efectuar o embarque
de regresso;
Louvado e distinguido com o Prémio
Governador da Guiné, publicado no
Jornal do Exército n.º 139, página
56, de Julho de 1971;
No dia 26 de Maio de 1972, regressou
à Metrópole.