Sidi Baldé, Soldado Milícia, n.º 147/64, da
CCac2435/BCac2856
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
HONRA E GLÓRIA
Sidi Baldé
Soldado Milícia, n.º
147/64
Companhia de Caladores 2435
Batalhão de
Caçadores 2856
«NUNCA DIGA O INIMIGO NÃO O VI»
Prémio Governador da Guiné
Sidi Baldé, Soldado Milícia, n.º
147/64, natural da freguesia de
Sinchã Franca, Contuboel, concelho
de Bafatá, distrito de Bissau, da
Província Ultramarina da Guiné.
Serviu Portugal naquela Província
Ultramarina, integrado na Companhia
de Caçadores 2435 do Batalhão de
Caçadores 2856 «NUNCA DIGA O INIMIGO
NÃO O VI»;
Louvado por feitos em combate no
teatro de operações da Guiné e foi
distinguido com o Prémio Governador
da Guiné, publicado no Jornal do
Exército n.º n.º 126, página 52, de
Junho de 1970.
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Prémio Governador da Guiné
Soldado Milícia, n.º 147/64
SIDI BALDÉ
CCac2435/BCac2856
Guiné
Prémio Governador da Guiné
Publicado no Jornal do Exército n.º
126, página 52, de Junho de 1970
Louvado porque, em todas as acções
em que tem tomado parte com sua
Companhia, sempre se tem revelado um
combatente de rija tempera, tomando
para si os lugares mais perigosos,
tem sido um exemplo vivo para os
homens que comanda.
Numa operação, mostrou-se sempre um
elemento corajoso, de sangue-frio,
decidido e abnegado, mantendo-se
debaixo de fogo, em pé, onde a sua
presença era mais necessária, apesar
do violento tiroteio desencadeado
pelo inimigo, contribuindo bastante
para o êxito das Nossas Tropas.
Noutra operação, integrado num grupo
incumbido de uma missão especial, da
qual dependia o desenrolar da acção,
a decisão, coragem e desembaraço de
que deu provas muito contribuíram
para que esta operação constituísse
um sucesso.
Oferecendo-se sempre voluntariamente
para as mais arriscadas, merecendo
os melhores encómios em todas as
operações, distinguindo-se sempre
pela sua brava conduta e
agressividade, pelo seu entusiasmo e
dinamismo o soldado milícia Sidi
tem-se imposto à consideração de
superiores e camaradas, tornando-se
digno de ser considerado elemento de
muito valor.
Jornal do Exército n.º 126, página
52, de Junho de 1970: