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Condecorações

António Manuel Ferreira da Silva Bastos, cmdt. de pelotão da CCac3306/BCac3833

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA  

 

CG-4-Classe-350

 

António Manuel Ferreira da Silva Bastos

 

Alferes Mil.º de Infantaria

 

Companhia de Caçadores 3306

«OS FIDALGOS DE JOL»

 

Batalhão de Caçadores 3833

 

Guiné: 20Dez1970 a 15Dez1972

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Louvor Individual

 

António Manuel Ferreira da Silva Bastos, Alferes Mil.º de Infantaria;
 

RI15Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 (RI15 – Tomar) «NON NOBIS» - «FIRMES E CONSTANTES» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné;


CCac3306-280No dia 14 de Dezembro de 1970, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, embarcou no NTT ‘Uíge’, como comandante de pelotão da Companhia de Caçadores 3306 (CCac3306) «OS FIDALGOS DO JOL» do Batalhão de Caçadores 3833 (BCac3833), rumo ao estuário do Geba BCac3833(Bissau), onde desembarcou no dia 20 de Dezembro de 1970;


CCac2585A sua subunidade de infantaria seguiu em 19 de Janeiro de 1971 para Jolmete, a fim de efectuar o treino operacional e sobreposição com a Companhia de Caçadores 2585 BCac2884(CCac2585) do Batalhão de Caçadores 2884 (BCac2884) «MAIS ALTO»; Em 12 de Fevereiro de 1971, assumiu a responsabilidade do
BCac2905referido subsector; destacou, entretanto, um pelotão para protecção dos trabalhos da estrada Teixeira Pinto - Cacheu, o qual se instalou em Bachile, de 9 de Março a BArt6521-72-3-C29 de Junho de 1971, na dependência do Batalhão de Caçadores 2905 (BCac2905) «FIRMES E CONSTANTES»; em 24 de BArt6521-72Novembro de 1972 foi rendida pela 3.ª Companhia do Batalhão de Artilharia 6521/72 (BArt6521/72) «QUE NÃO SOMENTE OUSADOS» e recolheu a Bissau, a fim de aguardar o embarque.


CG-4-Classe-350No dia 15 de Dezembro de 1972, regressou à Metrópole.


Louvado por feitos em combate na Província Ultramarina da Guiné, por despacho do General Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 2 de Agosto de 1973, publicado nas Ordem de Serviço n.º 41, de 03 de Agosto de 1973, do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné e n.º 39, de 27 de Setembro do mesmo ano, do Quartel-General do Comando Territorial Independente da Guiné;


Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, publicado na Ordem do Exército n.º 22 – 2.ª série, de 1973, e no Jornal do Exército n.º 169, pág. 62, de Janeiro de 1974.

 

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Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

CG-4-Classe-700Alferes Miliciano de Infantaria
ANTÓNIO MANUEL FERREIRA DA SILVA BASTOS
 

CCac3306/BCac3833 - RI15
GUINÉ
 

4.ª CLASSE
 

Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 22 – 2.ª série, de 1973.
 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 20.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de 20 de Dezembro, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 04 de Agosto último, o Alferes Miliciano de Infantaria, António Manuel Ferreira da Silva Bastos, da Companhia de Caçadores n.º 3306, do Batalhão de Caçadores n.º 3833 - Regimento de Infantaria n.º 15.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado nas Ordem de Serviço n.º 41, de 03 de Agosto de 1973, do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné e n.º 39, de 27 de Setembro do mesmo ano, do Quartel-General do Comando Territorial Independente da Guiné):


O General Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, por seu despacho de 2 de Agosto de 1973, louvou o Alferes Miliciano de Infantaria, António Manuel Ferreira da Silva Bastos, da Companhia de Caçadores 3306, pelas extraordinárias qualidades de coragem, decisão, sangue-frio e serena energia e pela notável capacidade de comando, demonstradas, debaixo de fogo, no Teatro de Operações da Guiné.


De salientar o seu comportamento na acção "Zebeline", durante um duro contacto de fogo do qual resultaram baixas para as nossas tropas, enfrentando decididamente o adversário, auxiliado por outro militar, por forma a permitir a evacuação dos feridos, batendo posteriormente a zona, acompanhado apenas por dois dos seus homens, para verificar se o inimigo havia sofrido baixas ou deixado material.


Da sua actuação sempre valorosa, merece também referência especial a energia e destemor com que reagiu ao fogo do inimigo, durante as acções "Vadiagem" e "Ventava", em que voluntariamente tomou parte, até ser ferido com bastante gravidade.


O Alferes Silva Bastos honrou o Exército Português, em frente do inimigo, ganhando jus ao público louvor que, com inteira justiça, lhe é conferido.
 

 Ant-nio-Manuel-Ferreira-da-Silva-Bastos-920

 

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