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CCav1602/RMM

Companhia de Cavalaria 1602

 

Companhia de Cavalaria 1602

 

«NEM NA MORTE PARAMOS!»

 

Moçambique: 23Set1966 a 16Ago1968

 

                  

 

Fontes:

5.º Volume, Tomos IV (pág. 510) e V (pág.s 113, 116, 245, 288, 289, 303 e 362, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo III, Livro 2, pág.s 309 e 310, da RHMCA / CECA / EME

8.º Volume, Tomo III, Livro 1, pág.s 198, 199, 222, 225, 245, 246, 247, 269 e 270, da RHMCA / CECA / EME

Jornal do Exército, ed. 120, pág.s 31 a 33, de Dezembro de 1969

Imagens dos distintivos cedidas pelo veterano Carlos Coutinho

Apoio de um colaborador do portal UTW

 

Agraciados por feitos em campanha

 

  "Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

Barata da Silva, Vice-Comodoro

HONRA E GLÓRIA

 

António de Assunção Ferreira

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

 

Soldado de Cavalaria, n.º 01717966
ANTÓNIO DE ASSUNÇÃO FERREIRA
 

CCav1602 - RC 3
MOÇAMBIQUE
 

4.ª CLASSE
 

Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 36 - 3.ª série de 1967.
 

Ant-nio-de-Assun-o-Ferreira-280Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do art.º 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Moçambique, de 31 de Outubro de 1967:
 

O Soldado n.º 01717966, António de Assunção Ferreira, da Companhia de Cavalaria n.º 1602 - Regimento de Cavalaria n.º 3.
 

Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na Revista de Cavalaria de 1967):
 

Louvado o Soldado n.º 01717966, António de Assunção Ferreira, da Companhia de Cavalaria 1602 do Regimento de Cavalaria 3, porque, durante um violento ataque efectuado pelo inimigo a uma patrulha que actuava na área do posto de vigilância n.º 12, e do qual fazia parte, indiferente ao perigo, com grande coragem, sangue frio, decisão e serena energia debaixo de fogo, avançou para a zona de morte, pondo em risco a própria vida, a fim de tirar um milícia que se encontrava gravemente ferido, transportando-o para um lugar seguro.


É de salientar também a excepcional colaboração dada por este soldado durante a instalação do posto, na construção de abrigos e desmatações, trabalhando arduamente, na parte que lhe dizia respeito e, ainda, ajudando os seus camaradas, não se poupando a esforços e muito para além do que seria de lhe exigir, mostrou ser dotado de muita compreensão dos seus deveres militares, de notável espírito de sacrifício, de muitas e apreciáveis qualidades cívicas e militares, comportando-se de tal maneira que merece ser apontado como exemplo prestigiante.


 

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