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Condecorações

António Francisco Caixeirinha Revez, 2.º Sargento de Cavalaria

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

 

Ant-nio-Francisco-Caixeirinha-Revez-350Cruz-de-Guerra-4classe-350António Francisco Caixeirinha Revez

 

2.º Sargento de Cavalaria
 

Companhia de Cavalaria 487

 

Batalhão de Cavalaria 490

«SEMPRE EM FRENTE»

 

Guiné: 22Jul1963 a 07Ago1965

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Louvor Colectivo

 

António Francisco Caixeirinha Revez, 2.º Sargento de Cavalaria;


RC3-2Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na CCav487Província Ultramarina da Guiné;


No dia 17 de Julho de 1963, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Niassa’, integrado na Companhia de Cavalaria 487 (CCav487) do Batalhão de Cavalaria 490 BCav490(BCav490) «SEMPRE EM FRENTE», rumo ao estuário do Geba (Bissau), onde desembarcou no dia 22 de Julho de 1963;


A sua subunidade de cavalaria, enquanto na função de intervenção, foi empregada em diversas operações nas CArt640regiões de Encheia, Fajonquito, Bissorã e Morés, em reforço de outros batalhões e, integrada no seu batalhão, na operação "Tridente";


BCac512Em 11 de Março de 1964, seguiu para Farim a fim de substituir a Companhia de Artilharia 640 (CArt640) «LUTAR E VENCER» na função de subunidade de intervenção e reserva do sector, BArt733inicialmente na dependência do Batalhão de Caçadores 512 (BCac512) «HONRA E GLÓRIA» e depois do seu batalhão.


CArt731Em 15 de Julho de 1965, após curto período na dependência do Batalhão de Artilharia 733 (BArt733) «VALOROSOS, AUDAZES, CORAJOSOS», foi substituída em Farim pela Companhia de Artilharia 731 (CArt731) do Batalhão de Artilharia 733 (BArt733) «VALOROSOS, AUDAZES, CORAJOSOS» e recolheu então a Bissau a fim de se integrar novamente no seu Batalhão até ao embarque de regresso.


No dia 7 de Agosto de 1965, embarca no NTT ‘Niassa’ de regresso à Metrópole, onde desembarcou no dia 14 de Agosto de 1965;


Louvor colectivo - Batalhão de Cavalaria 490 - publicado na Ordem de Serviço n.º 14, do Comando Militar da Guiné, de 16 de Fevereiro de 1965 e na Revista da Cavalaria do ano de 1965, pág. 150;

 

Louvado por feitos em combate, publicado na Ordem de Serviço n.º 87, de 22 de Outubro de 1965, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné;


Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, publicado na Ordem do Exército n.º 15 - 3.ª série, de 1966, e na Revista da Cavalaria do ano 1966, pág. 110.

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Louvor Colectivo

 

BATALHÃO DE CAVALARIA N.º 490


Ordem de Serviço n.º 14 do Comando Militar da Guiné,

de 16 de Fevereiro de 1965


CmdAgr16Que, por despacho de 12 do corrente e por proposta do Excelentíssimo Comandante do Agrupamento n.º 16, louva:


Batalhão de Cavalaria n.º 490 porque, encontrando-se na Província há mais de 18 meses e tendo iniciado a sua missão de quadrícula após um período de intervenção nas regiões mais afectadas pelo inimigo (Ilha do Como e Morés), tem mantido uma actividade operacional profícua a custo dos próprios efectivos em quadrícula, enfileirando sempre ao lado de outras Unidades mais modernas na Província.


Não obstante as alterações que tem havido nos principais colaboradores do Comando e no Comando das suas Companhias orgânicas, tudo por força de promoções ocorridas após o início da sua Comissão de Serviço, e apesar do elevado número de elementos inoperacionais como consequência de factores vários a que não são estranhos os períodos vividos em verdadeiro ambiente de contra-guerrilha, tem o Batalhão de Cavalaria n.º 490 sabido manter um elevado espírito combativo que honra a Arma de Cavalaria e o Exército.


Unidade dotada de elevado moral, tem-no fortificado nos duros momentos de luta já vividos e que ficam a atestar o alto valor militar de todos os seus componentes, Oficiais, Sargentos e Praças, irmanados como estão no mesmo sentimento do Dever que os trouxe à Guiné Portuguesa.


(in Revista da Cavalaria do ano de 1965, pág. 150)

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Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Cruz-de-Guerra-4classe-7002.º Sargento de Cavalaria

ANTÓNIO FRANCISCO CAIXEIRINHA REVEZ
 

CCav487/BCav490 - RC3
GUINÉ


4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 15 – 3.ª série, de 1966.


Condecorado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar, aprovado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 29 de Abril findo, o 2.º Sargento de Cavalaria, António Francisco Caixeirinha Revez, da Companhia de Cavalaria n.º 487 do Batalhão de Cavalaria n.º 490 - Regimento de Cavalaria n.º 3.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 87, de 22 de Outubro de 1965, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné):


Louvo o 2.º Sargento, António Francisco Caixeirinha Revez, da Companhia de Cavalaria n.º 487, pela sua extraordinária actuação em campanha nesta Província da Guiné, considerando-o como um exemplo digno de ser apontado ao Exército e à Nação, por no dia 22 de Março de 1965, durante a operação "Ebro", como Comandante do 2.º Grupo de Combate da sua Companhia, encarregado da segurança na testa da coluna, a qual por volta das 5 horas e 30 minutos do dia imediato esteve sujeita a intensa flagelação inimiga, ter agido da melhor maneira, por forma a evitar que o adversário produzisse baixas nas nossas tropas e impedisse a limpeza do itinerário obstruído com abatizes, contribuindo eficazmente para que o objectivo fosse atingido em tempo conveniente. Apesar de na noite de 22 para 23 do referido mês e ano ter tido a seu cargo a segurança dum dos sectores da posição atingida e de ele e os seus subordinados acusarem forte fadiga pelo esforço despendido, foi ainda, pelas 3 horas e 45 minutos do dia 24 seguinte, montar uma emboscada a 3 quilómetros e meio de distância.


Das criteriosas medidas que adoptou e da coragem, sangue-frio e serena decisão com que conduziu as acções, resultaram um êxito brilhante para as nossas tropas, que infligiram ao inimigo mais de 30 baixas.


Este Sargento que já anteriormente se tinha distinguido como Comandante de Secção, revelou-se, posteriormente, um óptimo Comandante de Pelotão, confirmando as suas invulgares qualidades de desembaraço, entusiasmo, firme determinação, arrojo e desprezo pelo perigo.
 

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Notícia da despedida e partida para o Ultramar do Batalhão de Cavalaria

 

 Partida

 

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Regresso do Batalhão de Cavalaria 490

 

 Regresso


 Ant-nio-Francisco-Caixeirinha-Revez-920

 

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