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Condecorações

Rui Gonçalves Soeiro Cidrais, Coronel de Cavalaria na situação de reforma

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

 

 

Rui Gonçalves Soeiro Cidrais

 

Coronel de Cavalaria na situação de reforma

 

Guiné: Dez1963 a Mar1966

 

Comandante da

 

Companhia de Cavalaria 487

 

Batalhão de Cavalaria 490

«SEMPRE EM FRENTE»

 

Angola: Set1970 a Ago1972

 

Região Militar de Angola «CONSTANTE E FIEL» - «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

Louvor Individual e Colectivo

 

Para visualização dos conteúdos clique nos sublinhados existentes no texto que se segue:

 

Rui Gonçalves Soeiro Cidrais, Coronel de Cavalaria na situação de reforma;


Em 08 de Julho de 1961 Tenente de Cavalaria, com o número mecanográfico 51227411 do Regimento de Cavalaria 7 (RC7 – Ajuda, Lisboa) «QUO TOTA VOCANT» - «REGIMENTO DO CAIS»;


De 17 de Julho a 02 de Setembro de 1961 transferido para o Regimento de Lanceiros 2 (RL2 – Ajuda, Lisboa) «MORTE OU GLÓRIA», frequenta o curso de polícia militar;


No ano lectivo 1962/63 frequenta o curso de promoção da Capitão;


Em 05 de Janeiro de 1963 transferido do Regimento de Cavalaria 7 (RC7 – Ajuda, Lisboa) «QUO TOTA VOCANT» - «REGIMENTO DO CAIS» para o Batalhão de Caçadores 8 (BC8 - Elvas) «DISTINTOS VÓS SEREIS NA LUSA HISTÓRIA COM OS LOUROS QUE COLHESTE NA VITÓRIA»;


De 04 de Maio a 1 de Junho de 1963 conclui na Escola Prática de Cavalaria (EPC – Santarém) «AO GALOPE!... À CARGA!» - «MENS AGITAT MOLEM» o curso de promoção a Capitão;


Em 02 de Junho de 1963 regressa ao Regimento de Cavalaria 7 (RC7 – Ajuda, Lisboa) «QUO TOTA VOCANT» - «REGIMENTO DO CAIS»;


Em 14 de Julho de 1963 promovido a Capitão;


Em 22 de Dezembro de 1963, tendo sido mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, embarca no Aeródromo Base n.º 1 (AB1 - Figo Maduro) rumo à Base Aérea n.º 12 (BA12 – Bissalanca), a fim de assumir o comando da Companhia de Cavalaria 487 (CCav487) do Batalhão de Cavalaria 490 (BCav490) «SEMPRE EM FRENTE»;


De 15 de Janeiro a 24 de Março de 1964 participa na Operação ‘Tridente’ como 2.º comandante do Agrupamento A actuante na Ilha do Como;


Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 490 - publicado na Ordem de Serviço n.º 14, de 16 de Fevereiro de 1965, do Comando Militar da Guiné e na Revista da Cavalaria do ano de 1965, pág. 150:


Que, por despacho de 12 do corrente e por proposta do Excelentíssimo Comandante do Agrupamento n.º 16, louva:


Batalhão de Cavalaria n.º 490 porque, encontrando-se na Província há mais de 18 meses e tendo iniciado a sua missão de quadrícula após um período de intervenção nas regiões mais afectadas pelo inimigo (Ilha do Como e Morés), tem mantido uma actividade operacional profícua a custo dos próprios efectivos em quadrícula, enfileirando sempre ao lado de outras Unidades mais modernas na Província.


Não obstante as alterações que tem havido nos principais colaboradores do Comando e no Comando das suas Companhias orgânicas, tudo por força de promoções ocorridas após o início da sua Comissão de Serviço, e apesar do elevado número de elementos inoperacionais como consequência de factores vários a que não são estranhos os períodos vividos em verdadeiro ambiente de contra-guerrilha, tem o Batalhão de Cavalaria n.º 490 sabido manter um elevado espirito combativo que honra a Arma de Cavalaria e o Exército.


Unidade dotada de elevado moral, tem-no fortificado nos duros momentos de luta já vividos e que ficam a atestar o alto valor militar de todos os seus componentes, Oficiais, Sargentos e Praças, irmanados como estão no mesmo sentimento do Dever que os trouxe à Guiné Portuguesa.


Em 21 de Março de 1966 regressa à Metrópole;


Em 05 de Abril de 1966 agraciado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe:


Capitão de Cavalaria
RUI GONÇALVES SOEIRO CIDRAIS
 

CCav487/BCav490 - RC3
GUINÉ


3.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 9 – 2.ª série, de 01 de Maio de 1966.


Por Portaria de 05 de Abril de 1966:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné Portuguesa, o Capitão de Cavalaria, Rui Gonçalves Soeiro Cidrais, da Companhia de Cavalaria n.º 487 do Batalhão de Cavalaria n.º 490 - Regimento de Cavalaria n.º 3.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 41, de 18 de Maio de 1965, do Quartel-General do Comando Territorial Independente da Guiné):


Louvado o Capitão de Cavalaria, Rui Gonçalves Soeiro Cidrais, porque, tendo assumido o comando da Companhia de Cavalaria n.º 487, quando a mesma já tinha 5 meses de intensa actividade operacional, tem conseguido manter ao longo dos 16 meses em que a comanda, uma actividade a todos os títulos notável, conseguindo resultados muito apreciáveis, mercê da sua dedicação, interesse, espírito de iniciativa, coragem e decisão.


Tendo tomado parte na operação "Tridente", integrado nas Forças Terrestres, a sua actuação fez-se sentir particularmente quando da entrada em sector do Batalhão na região que presentemente ocupa, pois nesta fase o inimigo mostrou-se acentuadamente ousado e agressivo, cortando por mais de uma vez os principais itinerários do Sector, montando fortes emboscadas e atacando estacionamentos das nossas tropas.


A forma inteligente, criteriosa e dinâmica como nesta altura actuou com a sua Companhia e, posteriormente, destruindo inúmeros acampamentos, produzindo grande número de baixas, apreendendo valioso material de guerra e munições ao inimigo, fazendo nomadizações prolongadas e constantes patrulhamentos, contribuiu substancialmente para a melhoria sensível da situação que se vem processando no Sector.


É merecedor do apreço e reconhecimento do Exército e da Nação.


De 30 de Janeiro a 25 de Fevereiro de 1967, entretanto colocado no Regimento de Lanceiros 1 (RL1 - Elvas) «VIVER COM HONRA, MORRER COM GLÓRIA», frequenta o estágio de contra-insurreição E1 no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMAMOS»;


Em 02 de Setembro de 1970, tendo sido mobilizado pelo Regimento de Lanceiros 1 (RL1 - Elvas) «VIVER COM HONRA, MORRER COM GLÓRIA» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, embarca em Lisboa rumo a Luanda;


Em 03 de Agosto de 1972 regressa à Metrópole, sendo colocado no Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» e promovido a Major Graduado;


No ano lectivo de 1972/73 frequenta o 2.º estágio de actualização para oficial superior;


Em 25 de Maio de 1973 transferido para o Centro de Instrução de Condução Auto 3 (CICA3 - Elvas) «BRIOSOS NO ENSINAR»;


Em 13 de Julho de 1973 integra a 'troika' de majores contestatários ao Decreto-Lei 353/73 apresentada na Direcção de Serviço de Pessoal (DSP) «POR CAMINHO TÃO ÁRDUO LONGO E VÁRIO» da 1.ª Repartição do Estado-Maior do Exército (EME) «NON NOBIS»;


Em 17 de Julho de 1973 integra no Instituto de Altos Estudos Militares (IAEM – Pedrouços) «NÃO HOUVE FORTE CAPITÃO, QUE NÃO FOSSE TAMBÉM DOUTO E CIENTE» o 1.º comité contestatário de oficiais do Quadro Permanente (QP) do Exército;


Em 2001 Coronel na situação de reforma.
 

 

 

 

 

 

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