Alberto Correia da Costa
Soldado
de Cavalaria, n.º 1815/64-M

Companhia de Cavalaria 679
Batalhão de
Cavalaria 682
«CAVALEIROS DE CABINDA»
«NA GUERRA
CONDUTA MAIS BRILHANTE»
Angola:
18Mai1964 a 02Jul1966
Cruz de Guerra de 4.ª classe
Louvor Individual
Prémio Governador-Geral de Angola
2
Louvores Colectivos
Referência
Elogiosa Colectiva
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Alberto Correia da
Costa,
Soldado de Cavalaria, n.º 1815/64-M.
Mobilizado pelo Regimento de
Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «NA
GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para
servir Portugal na Província
Ultramarina de Angola;
No dia 9 de Maio de 1964, na Gare
Marítima
da Rocha do Conde Óbidos,
em Lisboa, embarcou no NTT «Vera
Cruz», integrado na Companhia de
Cavalaria 679
(CCav679) do Batalhão
de Cavalaria 682 (BCav682)
«CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA
CONDUTA MAIS
BRILHANTE», com destino
ao enclave de Cabinda, onde
desembarcou no dia 18 de Maio de
1964;
A sua subunidade de cavalaria,
comandada pelo Capitão de Cavalaria
Eduardo Roque da Cunha, foi
colocada em Massabi, depois, em 22
de Janeiro de 1965 foi transferida
para Dinge, por troca com a
Companhia de Cavalaria 681 (CCav681)
do
Batalhão de Cavalaria 682
(BCav682) «CAVALEIROS DE CABINDA» -
«NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»;
Referência Elogiosa Colectiva - Batalhão de
Cavalaria 682, publicada na Revista da Cavalaria
do ano de 1965, página 156;
Louvor colectivo -
Companhia de Cavalaria 679 -,
publicado na Ordem de Serviço n.º 31
do Comando do Sector “S” da Região
Militar de Angola, de 15 de Julho de
1965, publicado na Revista da
Cavalaria do ano de
1965,
páginas 152 e 153;
Louvado por feitos em combate no
teatro de operações de Angola,
publicado na Ordem de Serviço n.º
67, de 25 de Agosto de 1965, do
Quartel General da Região Militar de
Angola, e na Revista da Cavalaria do
ano de 1965, páginas 106 e 107;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 4.ª classe, por despacho
do Comandante-Chefe das Forças
Armadas de Angola, de 04 de Dezembro
de 1965, publicado na Ordem do
Exército n.º 4 – 3.ª série, de 1966,
e referenciado no Jornal do Exército;
Louvor Colectivo - Batalhão de
Cavalaria 682 - por
despacho de 25 de Abril de 1966 de S. Ex.ª o General
Comandante da Região Militar de Angola, publicado na
Revista da Cavalaria do ano de 1966, páginas 172 e 173.
Distinguido com o
Prémio Governador-Geral de Angola
pelo seu comportamento em combate,
publicado na Revista da Cavalaria do
ano de 1966, páginas 161, 166 e 417;
No dia 2 de Julho de 1966, embarcou
no NTT «Vera Cruz» de regresso à
Metrópole, onde desembarcou
no dia
11 de Julho de 1966.
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Cruz de Guerra de 4.ª classe
Soldado
de Cavalaria, n.º 1815/64-M
ALBERTO CORREIA DA COSTA
CCav679/BCav682 -
RC3
ANGOLA
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado na
Ordem do Exército n.º 4 – 3.ª série,
de 1966.
Agraciado com a Cruz de Guerra de
4.ª classe, nos termos do artigo
12.º do Regulamento da Medalha
Militar, aprovado pelo Decreto n.º
35 667, de 28 de Maio de 1946, por
despacho do Comandante-Chefe das
Forças Armadas de Angola, de 04 de
Dezembro de 1965:
O Soldado n.º 1815/64-M, Alberto
Correia da Costa, da Companhia de
Cavalaria n.º 679 do Batalhão de
Cavalaria n.º 682 - Regimento de
Cavalaria n.º 3.
Transcrição do louvor que originou a
condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º
67, de 25 de Agosto de 1965, do
Quartel General da Região Militar de
Angola):
Louvo o Soldado n.º 1815/64-M,
Alberto Correia da Costa, da
Companhia de Cavalaria n.º 679 do
Batalhão de Cavalaria n.º 682,
porque, no dia 20 de Junho de 1965,
no decorrer da operação "Cerra os
Dentes", tendo o Grupo de Combate em
que estava incorporado sofrido uma
emboscada e fazendo parte dos
elementos da testa, manteve-se
serena e firmemente debaixo de
cerrado fogo inimigo de armas
automáticas, mesmo após ter sido
ferido no dorso por três projécteis
e outros dois lhe terem perfurado o
cantil, recusando-se a ser socorrido
pelo enfermeiro antes de terminada a
acção, respondendo calmamente "que
fossem tratando os outros feridos
que eu cá me vou aguentando".
Até final da acção, e a despeito de
estar perdendo sangue, o Soldado
Alberto da Costa conservou-se no seu
lugar, entre os primeiros elementos
da frente, respondendo com firmeza
ao fogo inimigo, contribuindo assim
para a possibilidade de recuperação
e primeiros socorros prestados aos
feridos mais graves por outros
elementos do Grupo.
Revelou, pelo seu comportamento,
muita coragem, sangue-frio, grande
espírito de sacrifício e serena
atitude debaixo de fogo inimigo,
qualidades que lhe dão jus a ser
apontado como um exemplo que em
muito dignifica a sua Unidade e o
Exército a que pertence.
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O Batalhão de
Cavalaria 682 na
Revista da Cavalaria do ano de 1966
e no
Jornal do Exército de Junho de 1967
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