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Condecorações

José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha, Coronel de Infantaria PQ

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação

do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"
 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

Elementos cedidos pelo PQ Pedro Castanheira

 

Faleceu no dia 17 de Maio de 2013 o veterano

 

José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha

 

Coronel de Infantaria Paraquedista

 

 

Cabo Verde: Jan a Fev1961
 

Comandante de um Pelotão de Paraquedistas
 

Zona Aérea de Cabo Verde e Guiné «ESFORÇO E VALOR»
 

Angola: 16Mar1961 a 07Jun1963
 

Comandante do 2.º Pelotão «OS TWAREGS» da
 

1.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas

«IRMÃOS DE MARTE»
 

Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
 

2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E GRANDEZA»


Angola: 11Mai1965 a 06Jun1967
 

Comandante da
 

1.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas
«IRMÃOS DE MARTE»
 

Comandante da
 

Companhia de Reforços


Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21

«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
 

2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E GRANDEZA»


Moçambique: 14Jun1968 a 25Jul1970
 

Chefe de Operações e Informações do
 

Batalhão de Caçadores Paraquedistas 31
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»
 

3.ª Região Aérea «LEALDADE E CONFIANÇA»
 

Moçambique: 16Jun1972 a 29Jul1974
 

Chefe de Operações e Informações e
2.º Comandante do
 

Batalhão de Caçadores Paraquedistas 32
«FAMOSA GENTE A GUERRA USADA»
 

3.ª Região Aérea «LEALDADE E CONFIANÇA»

 

Medalha de Ouro de Valor Militar com Palma Colectiva

Cruz de Guerra de 1.ª classe Colectiva

Cruz de Guerra de 2.ª classe

3 Medalhas de Prata de Serviços Distintos com Palma,

Medalha de Mérito Militar de 2.ª classe

Medalha Naval de Prata do 5.º Centenário da Morte do Infante D. Henrique

Brevíssima resenha castrense

 

In Memoriam e Homenagem ao

Coronel de Infantaria Paraquedista José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha

A Formação e o Espírito Voluntário (1935–1960)

Em 21 de Agosto de 1935:

Nasce na Freguesia de Maceira-Lis, Conselho de Leiria, José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha, numa época em que Portugal começava a desenhar o seu xadrez ultramarino.

Em 16 de Outubro de 1954:

Entra para a Escola do Exército (EE) «DULCE ET DECORUM EST PRO PATRIA MORI» na arma de Infantaria, seguindo-se o Tirocínio na Escola Prática de Infantaria (EPI - Mafra) «AD UNUM». Inicia-se aqui a sua moldagem como líder de homens.

Novembro/Dezembro de 1958:

Já como Alferes, recusa o conforto do Regimento de Infantaria 7 (RI7 - Leiria) «SINE SANGUINE VICTORIA NON EST» - «HONRA E GLÓRIA». Oferece-se como voluntário para África, sendo colocado temporariamente no Funchal (Batalhão Independente de Infantaria 19 (BII19 - Funchal) «NOBRE E FORTE LUTANDO ATÉ À MORTE»). O seu objectivo era claro: a linha da frente.

Abril a Novembro de 1959:

Fascina-se pela nova elite militar portuguesa. Apresenta-se como voluntário em Tancos e conclui com sucesso o Curso Paraquedismo militar n.º 8. Recebe o Brevet n.º 490, tornando-se oficialmente um "Boina Verde".

Em 01 de Dezembro de 1960:

É promovido a Tenente, assumindo maiores responsabilidades na instrução e comando de homens.

O Fogo da Guerra e as Primeiras Condecorações (1961–1967)

Janeiro/Fevereiro de 1961 - A Crise do "Santa Maria":

Comanda um Pelotão de Pára-Quedistas na Ilha do Sal, Cabo Verde, numa missão de alta tensão diplomática e militar: ficar de prevenção para intervir no sequestro do Paquete "Santa Maria" pelos opositores ao regime de Salazar.

Em 16 de Março de 1961:

Mobilizado pelo Batalhão de Caçadores Paraquedistas (BCP – Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, como comandante do 2.º Pelotão «OS TWAREGS» da 1.ª Companhia de Caçadores Pára-quedistas (1ªCCP) «IRMÃOS DE MARTE» do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS» da 2.ª Região Aérea (2ªRA) «FIDELIDADE E GRANDEZA». Participa activamente na organização da histórica daquela Companhia e marcha imediatamente com um pelotão reforçado para Carmona, uma das zonas mais fustigadas pelos levantamentos armados.

Agosto/Setembro de 1961:

Pela sua postura e operações na costa e rios, é agraciado pelo Ministério da Marinha com a Medalha Naval de Prata do 5.º Centenário da Morte do Infante D. Henrique, publicado na Ordem de Serviço n.º 42 do Comando da 2.ª Região Aérea, de 30 de Agosto de 1961 e na Ordem de Serviço n.º 92 do Depósito de Adensamento e Trânsito do Regimento de Caçadores Paraquedistas, de 04 de Setembro de 1961:

Tendo sido agraciado pelo Ministério da Marinha, ao abrigo do Decreto n.º 43 085, de 22 de Julho de 1960, com a medalha naval comemorativa do 5.º centenário da morte do Infante D. Henrique (prata) o Tenente Paraquedista JOSÉ GUILHERME ROSA RODRIGUES MANSILHA, do Batalhão de Caçadores Paraquedistas, é-lhe permitido aceitar aquela mercê e usar as respectivas insígnias.

Em 01 de Janeiro de 1963:

É promovido a Capitão.

Em 07 de Junho de 1963:

Regressa à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM».

Em 03 de Agosto de 1963:

É-lhe concedida a Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª Classe, publicada na Ordem à Aeronáutica n.º 32 – 2.ª série, de 10 de Agosto de 1963 e na Ordem de Serviço n.º 218, de 14 de Setembro de 1963 do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21. O texto completo do louvor que fundamenta esta condecoração dita:

"Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Secretário de Estado da Aeronáutica e sob proposta do comandante-chefe das forças armadas de Angola, louvar o Capitão Paraquedista JOSÉ GUILHERME ROSA MANSILHA , do Batalhão de Caçadores Paraquedistas n.º 21, por na fase inicial dos acontecimentos em Angola e no desempenho das funções de comandante do pelotão de Paraquedistas destacado em Negage, ter revelado excepcionais qualidades de desembaraço, coragem e iniciativa, não só nas acções de limpeza das imediações do aeródromo, como nas operações executadas nos itinerários Negage-Bungo e Negage-Mucaba, onde sofreu várias e violentas emboscadas por parte do inimigo. Numa das emboscadas sobre o itinerário Negage-Mucaba, e em acção que chegou à luta corpo a corpo, o inimigo foi totalmente aniquilado; tendo sido subsequentemente cumprida a missão de socorro à população de Mucaba, em condições extremamente difíceis devido à acção deste oficial.

Este oficial, durante o período de mais de dois anos que tem prestado serviço em Angola, patenteou qualidades de desembaraço, coragem e espírito de iniciativa no comando da sua subunidade nas operações de combate em que tomou parte, prestigiando assim grandemente as tropas Paraquedistas."

Em 11 de Maio de 1965:

Mobilizado pelo Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, como comandante da 1.ª Companhia de Caçadores Pára-quedistas (1ªCCP) «IRMÃOS DE MARTE» e, mais tarde, comandante da Companhia de Reforços do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS» da 2.ª Região Aérea (2ªRA) «FIDELIDADE E GRANDEZA».

Com a devida vénia foto extraída do sítio do facebook dos Pioneiros do Paraquedismo Civil Português - https://www.facebook.com/pioneirospcp:

 

Em cima da esquerda para a direita:

Sargento Etienne David, Capitão François Cann, Tenente-Coronel Curado Leitão, Tenente Lemos Costa e Capitão José Mansilha.


Em baixo da esquerda para direita:

PrimeiroSargento Estevam Gaspar, Primeiro Sargento Cravidão, Tenente Arlindo Mendes e 2.º Sargento Rogério Mota.

Em 09 de Junho de 1967:

Regressa à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM».

16 de Setembro de 1967:

Agraciado com a Primeira Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma, pela Portaria daquela data, publicada na Ordem à Aeronáutica n.º 38 – 2.ª série, de 1967: O seu exemplar desempenho em Angola vale-lhe a atribuição desta importante condecoração, cujo louvor oficial decreta:

"Louvado, sob proposta do general da 2.ª Região Aérea, o Capitão Paraquedista José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha, do Batalhão de Caçadores Paraquedistas n.º 21, porque durante o período de prestação de serviço em Angola, como comandante de companhia cerca de um ano, demonstrou possuir qualidades de energia, dedicação, bom senso e interesse que permitiram à sua subunidade manter um nível muito elevado, quer disciplinar quer operacionalmente. Tomando parte em catorze missões operacionais, a sua conduta foi sempre um exemplo de determinação, espírito de sacrifício e coragem, com o que contribuiu decididamente para os bons resultados obtidos, pois arrastava os seus subordinados com tal exemplo.

Também em funções na secção de operações e informações do Batalhão de Caçadores Paraquedistas n.º 21, soube sempre impor-se como um profissional competente dotado de excepcional capacidade de organização e entusiasmo e revelando alto espírito de colaboração, tendo a sua acção sido de grande eficiência.

Tais factos e méritos levam os serviços prestados por este oficial a ser considerados como relevantes e distintos."

Comando e Maturidade em Moçambique (1968–1974)

Em 07 de Fevereiro de 1968:

É promovido a Major, transitando para funções de planeamento táctico.

Em 14 de Junho de 1968:

Mobilizado pelo Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, como Chefe de Operações e Informações do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 31 (BCP31 - Beira) «HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE» da 3.ª Região Aérea (3ªRA) «LEALDADE E CONFIANÇA».

Sob o seu planeamento, a unidade destaca-se de tal forma que recebe a Cruz de Guerra de 1.ª Classe Colectiva em 1969, pelo que é considerado abrangido pelo direito ao uso da insígnia daquela Cruz de Guerra. 

Em 25 de Julho de 1970:

Regressa à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM».

Em 06 de Maio de 1971:

Agraciado com a Segunda Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma, pela Portaria daquela data, publicada na Ordem à Aeronáutica n.º 14 – 2.ª série, de 1971: Pelo extraordinário valor demonstrado no Batalhão de Caçadores Paraquedistas 31 (BCP31 - Beira) «HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE», é novamente agraciado. O louvor completo regista:

"Louvado, por proposta do comandante da 3.ª Região Aérea, o Major Paraquedista José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha, do Batalhão de Caçadores Paraquedistas n.º 31, porque, durante cerca de dois anos, em que prestou serviço naquele Batalhão, revelou notáveis qualidades militares, no desempenho de várias missões de que foi incumbido. Na chefia da secção de operações e informações da unidade, desenvolveu trabalho de muito valor, resolvendo dificuldades, solucionando problemas e planificando trabalhos em tempo útil. Nas funções de ligação junto das unidades do Exército, revelou muito tacto, capacidade de comando, argúcia e muitos conhecimentos sobre o tipo de guerra subversiva.

Oficial de forte personalidade, expondo sempre os seus pontos de vista com a máxima franqueza, não deixa, porém, de dar o melhor da sua capacidade para que, uma vez tomada a decisão do comando, a execução seja perfeita.

Nunca se poupou a esforços para o cumprimento das missões que lhe foram confiadas, realizando reconhecimentos aéreos em grande número, de modo a ter perfeito conhecimento da zona de acção da unidade, e, com entusiasmo, dirigiu algumas operações que, pelos resultados obtidos, mereceram citações honrosas. À generosidade do seu esforço, ao seu dinamismo e dotes de lealdade profissional se devem muitos resultados obtidos pelas tropas da unidade, ao serviço da qual, das tropas Paraquedistas e da Nação prestou serviços que devem ser considerados relevantes, extraordinários e muito distintos."

Em 16 de Junho de 1972:

Novamente mobilizado pelo Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, como Chefe de Operações e Informações e, posteriormente, de 2.º Comandante do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 32 (BCP32 - Nacala) «FAMOSA GENTE A GUERRA USADA» da 3.ª Região Aérea (3ªRA) «LEALDADE E CONFIANÇA».

Em 27 de Janeiro de 1973;

Pelo prestígio acumulado reflecte-se na atribuição da Medalha de Mérito Militar de 2.ª classe, pela Portaria daquela data, publicada na Ordem à Aeronáutica n.º 3 – 2.ª série, de 1973.

Em Fevereiro de 1973:

Considerado abrangido pelo direito ao uso da insígnia da Medalha de Ouro de Valor Militar com Palma Coletiva, concedida à sua antiga unidade em Angola - Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS» -, o que reflete o esforço de guerra em que o oficial também tinha participado activamente.

Em 01 de Janeiro de 1974:

Eem pleno teatro de guerra, é promovido a Tenente-Coronel.

Em 29 de Julho de 1974:

Regressa à Metrópole e ao Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM».

A Consolidação e o Legado (1976–2013)

Em 23 de Dezembro de 1976, agraciado com a Terceira Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma: Já no período pós-guerra do ultramar, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA) oficializa o reconhecimento do percurso do Tenente-Coronel em Moçambique, publicado na Ordem à Aeronáutica n.º 25 – 2.ª série, com o seguinte louvor:

"Manda o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, com base em proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Moçambique, louvar o Tenente-Coronel Paraquedista abaixo mencionado, porque, no desempenho das funções de oficial de operações do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 32, durante cerca de 16 meses, mais uma vez afirmou os seus vastos conhecimentos profissionais e extraordinária capacidade de trabalho, de organização e dinamismo.

Oficial esclarecido e ponderado, soube, nas várias deslocações operacionais da Unidade em que tomou parte, tirar partido de todas as situações de emprego do seu pessoal, contribuindo, grandemente, o seu entendimento com os comandos operacionais que reforçava para um melhor rendimento das operações. Na chefia da Secção de Informações e Operações da sua Unidade, foi igualmente notável o seu trabalho, pelos melhoramentos e criteriosa eficácia que imprimiu ao serviço sob a sua responsabilidade.

Posteriormente, no desempenho das funções de 2.º Comandante da Unidade, mercê das suas elevadas qualidades militares e de carácter, aliadas à sua cativante boa disposição, mesmo nas mais precárias condições de trabalho, criou sempre à sua volta um clima de elevado espírito de camaradagem e harmonia que muito contribuíram para o entendimento perfeito entre os vários ramos das Forças Armadas com as quais as Tropas Paraquedistas actuavam.

Pelas elevadas qualidades referidas e pelo prestígio que conferiu às Tropas Paraquedistas e à Força Aérea, é justo classificar os serviços do Tenente-Coronel Paraquedista MANSILHA de extraordinários, relevantes e distintos."

01 de Julho de 1979:

Atinge o posto máximo de Coronel Paraquedista.

30 de Janeiro de 1991:

Afasta-se do serviço activo militar, deixando atrás de si décadas de saltos, combate e liderança de excelência.

O Legado no Paraquedismo Civil:

Longe das fardas, dedica a sua energia a impulsionar o paraquedismo civil em Portugal. Torna-se uma figura mítica na comunidade de entusiastas e pioneiros da modalidade desportiva, respeitado tanto pelos antigos camaradas de armas como pelas novas gerações de paraquedistas civis, in https://www.facebook.com/pioneirospcp:

Pioneiros do Paraquedismo Civil Português

Por Razões Históricas:

O Coronel José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha foi o Pai dos Cursos de Saltos de Queda-Livre em Portugal, com o 1º Curso de Saltos AC (Queda-Livre) na Secção de Paraquedismo Civil do ACA - Aero Clube de Angola no ano de 1966. O mesmo sucedeu com o 2.º, 3.º e 4-º Curso de Saltos AC, e no mesmo Aero Clube, assim como os Cursos de Saltos AA e nos mesmos anos.

Ps.: Foi considerado o mais Talentoso Paraquedista de Queda-Livre, em Civil e Desportivo e a opinião é Geral e da qual concordamos totalmente.

Nota Importante: Em tempos e em vida o Coronel José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha e do que lhe foi possível publicou o "Arranque" do Evento dos Pioneiros do Paraquedismo Civil Português, até ao ponto que das provas e do conhecimento sabia, mas ele tinha a consciência plena de que muito faltava e era sua intenção que o Histórico ficasse todo publicado.

A Assinatura, que publicamos por baixo da sua foto, faz parte de um Singelo Documento, que deixou em Vida ao Autor/Criador desta Página, no ensejo de que todo o Histórico fosse publicado na totalidade, facto que o Autor/Criador se comprometeu e assim tenta nas suas possibilidades, completar.

Esta Página dos Pioneiros do Paraquedismo Civil Português, tem a Assinatura do Coronel José Guilherme Rosa Rodrigues Mansilha desde o início e, a seu pedido em Vida, passado na intenção expressa, para a posteridade.

Pioneiros do Paraquedismo Civil Português”.

Em 17 de Maio de 2013:

Falece aos 77 anos, deixando o seu nome inscrito na história das Forças Armadas Portuguesas e do paraquedismo nacional.

Paz à sua Alma

 

 

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