Cecília Supico Pinto,
Presidente da Comissão Central do Movimento Nacional
Feminino

Informação de Ruy Miguel
Nota de óbito
Faleceu, no dia 25 de Maio de 2011, a

Senhora Dona Cecília
Maria de Castro Pereira de Carvalho Supico Pinto
30Mai2011 > 25Mai2011
(fazia 90 anos de idade, no dia
30Mai2011)
Cecília
Maria de Castro Pereira de Carvalho Supico Pinto
(Lisboa, 30 de Maio de 1921 — 25 de Maio de 2011),
conhecida popularmente como Cilinha, foi a criadora e
presidente do Movimento Nacional Feminino, uma
organização de mulheres que durante a guerra do Ultramar
prestou apoio moral e material aos militares
portugueses. Nesse cargo atingiu grande popularidade e
uma considerável influência política junto de Oliveira
Salazar e das elites do Estado Novo. Visitou as tropas
em África e promoveu múltiplas iniciativas mediáticas
para angariação de fundos.
Paz à sua Alma
Movimento Nacional Feminino (MNF)
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cec%C3%ADlia_Supico_Pinto

O Movimento Nacional Feminino
foi fundado no dia 28 de Abril de 1961. Foi uma
iniciativa de Cecília Maria de Castro Pereira de
Carvalho Supico Pinto, organização apolítica e
patriótica, destinada a unir as mulheres portuguesas no
apoio aos militares em serviço no Ultramar.
Cecília
Supico Pinto conhecida por Cilinha, foi escolhida
para presidir ao Movimento. A primeira sede do Movimento
a que aderiram mães, esposas, irmãs e madrinhas de
guerra, nasceu num pequeno quarto no Largo Luís de
Camões, em Lisboa. Do grupo inicial fizeram parte, entre
outras, Maria Luísa Bobone, Teresa Mónica, Maria da
Glória Barros e Castro, Madalena Câmara
Fialho. Maria
Antónia Torres Pereira e a enfermeira Deolinda Santos. O
número de mulheres aderentes foi crescendo chegando a
mais de 80 000.
O apoio moral e material aos nossos militares foi-se
traduzindo em múltiplas coisas, das quais há a destacar
os famosos aerogramas, isentos de franquia, um disco
long-play, distribuído no Natal de 1971, reunindo
interpretações de vários artistas nacionais e as visitas
às frentes de combate da Cilinha e de muitas outras
dirigentes do MNF. Vestida de camuflado, dormiu em
tendas de campanha, esteve debaixo de fogo e
embrenhou-se na mata com os militares, chegando a sofrer
um acidente que a obrigou a andar de muletas com um pé
engessado. Nada a deteve na sua campanha. O seu lema era
"Por Deus e pela Pátria".
Ruy Miguel