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10 de Junho

Celebrações do 10 de Junho - Encontro Nacional de Combatentes

 

 

16.º Encontro Nacional de Combatentes

 

10 de Junho de 2009

 

Notícias

 

Jornal da Madeira - Funchal, Madeira, Portugal
 

Problemas dos ex-combatentes continuam

 

O tenente-general Tomé Pinto acusou ontem os sucessivos Governos de "falta de coragem" no reconhecimento de "coisas tão simples e merecidas" como a contagem do tempo que os ex-combatentes passaram na guerra do Ultramar para efeitos de reforma.
"É simples, é devido e se o não fazem é incompreensível", defendeu o presidente da comissão executiva das cerimónias do XVI Encontro Nacional de Combatentes, que decorreu em Belém, junto ao monumento de homenagem aos mortos em combate na guerra ultramarina.
Para Tomé Pinto a contagem do tempo passado ao serviço das Forças Armadas na guerra do Ultramar é uma "coisa simples" que podia ser alcançada com facilidade, tendo faltado "coragem" aos sucessivos Governos para que isso se concretizasse.

 

Fonte: http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=4&id=125906&sup=0&sdata=

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Correio da Manhã - Lisboa, Portugal

Dia de Portugal: Ex-combatentes reúnem-se no 1.º congresso após o 25 de Abril

“Há falta de apoios”

O 16º Encontro Nacional de Combatentes, realizado ontem junto ao Monumento do Combatente em Belém, Lisboa, em comemoração do Dia de Portugal, serviu de antecipação ao primeiro congresso de combatentes realizado após o 25 de Abril de 1974. O congresso, a decorrer hoje, servirá, segundo a organização disse ao CM, "para debater a falta de apoios com que a classe se debate".

O presidente da Federação Portuguesa de Associações de Combatentes é o rosto desta reunião. "O último encontro de combatentes foi feito em 1973, e na altura decidiu-se por um apoio à continuação do conflito ultramarino. Agora o que queremos não é falar em guerras", referiu António Ferraz, militar na reserva que foi capitão-miliciano em Moçambique entre 1972 e 1974.

No encontro de hoje, que decorre no Fórum Lisboa, "devem reunir-se entre 200 a 500 participantes", segundo António Ferraz, que vão discutir "assuntos da vida dos combatentes".

"Há falta de apoios aos ex-combatentes. Estamos preocupados com a Segurança Social, assim como com o apoio na doença a incapacitados", concretizou o presidente. De resto, apenas "a Liga dos Combatentes dispõe de um lar da terceira idade", concretizou.

Também o tenente-general Tomé Pinto, presidente da comissão executiva do 16º Encontro Nacional de Combatentes, acusou ontem os sucessivos governos de "falta de coragem" no reconhecimento de "coisas tão simples e merecidas" como a contagem do tempo que os ex-combatentes passaram na guerra para efeitos de reforma. "O tempo passado na guerra foi difícil e de luta e devia contar a dobrar ou a triplicar", concluiu.

REACÇÕES

"SERVE PARA REFORÇAR LAÇOS DE AMIZADE": Aníbal Alves, Pára-quedista

Estou aqui para comemorar o 10 de Junho. Considero que o Encontro de Combatentes serve para reforçar laços de amizade entre as Forças Armadas.

"O QUE ME TRAZ É PORTUGAL, A MINHA PÁTRIA": Henrique Clemente, Pára-quedista

O que me traz hoje ao 16.º Encontro Nacional de Combatentes é Portugal, a minha pátria amada. Estou com um amigo a recolher assinaturas para um partido.

"SOCIEDADE CIVIL HOMENAGEIA MORTOS": José Amaral, Pres. Ass. Comandos

O Encontro de Combatentes é o dia do ano em que a sociedade civil homenageia os que morreram em Portugal e em África.

Miguel Curado com Lusa

 

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RTP - Lisboa, Portugal

 

Tenente general Tomé Pinto denuncia “falta de coragem” dos governos

Os sucessivos protagonistas do poder político do pós-25 de Abril revelaram "falta de coragem" para reconhecer os direitos dos antigos combatentes portugueses na Guerra do Ultramar. O diagnóstico foi deixado esta quarta-feira, em Lisboa, pelo tenente general Alípio Tomé Pinto, presidente da comissão executiva do XVI Encontro Nacional de Combatentes.

 

Uma "coisa simples". Foi assim que o responsável pelo Encontro Nacional de Combatentes, que decorreu esta quarta-feira no monumento de homenagem aos mortos em combate na Guerra do Ultramar, em Belém, se referiu à causa dos veteranos portugueses.

"Coisas tão simples e merecidas" como a contagem de tempo passado na guerra para efeitos de reforma não tiveram resposta atempada por parte de governos com "falta de coragem", nas palavras de Alípio Tomé Pinto.

"É simples, é devido e se o não fazem é incompreensível", frisou o tenente general, citado pela agência Lusa.

"Esse tempo, que foi difícil e de luta, devia contar a dobrar ou a triplicar. Estranhamente, às vezes há dificuldades em reconhecer coisas tão simples, que são merecidas e são devidas. A questão das reformas é mais do que devida. Falta aos governos coragem. Às vezes, poderá haver algum complexo, mas há que enfrentar estas questões", afirmou o antigo combatente.

Se o país quer ter "um futuro rico", sublinhou Tomé Pinto, deve "orgulhar-se do passado, com os seus altos e os seus baixos". Em causa, assinalou o tenente general, estão os direitos dos cerca de 800 mil combatentes nas frentes de guerra em África e das respectivas famílias.

Nas cerimónias do XVI Encontro Nacional de Combatentes, que decorreram a par do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, estiveram presentes os representantes de associações de antigos militares, associações de operacionais no activo e dos três ramos das Forças Armadas.

Em Belém, a fadista Katia Guerreiro interpretou o Hino Nacional, num evento que incluiu uma exibição da Força Aérea Portuguesa.

Fonte: http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Tenente-general-Tome-Pinto-denuncia-%93falta-de-coragem%94-dos-governos.rtp&article=225872&visual=3&layout=10&tm=8

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Rádio Renascença - Lisboa, Portugal

Antigos combatentes queixam-se de “esquecimento”

Os ex-combatentes têm sido sucessivamente esquecidos pelos diferentes governos. A crítica fez-se ouvir esta manhã na cerimónia de homenagem aos homens que morreram na guerra do Ultramar.

Um encontro que decorreu em Lisboa, perto do monumento onde estão inscritos alguns dos nomes dos milhares de militares que morreram ao serviço de Portugal.

Presentes estiveram representantes dos 3 ramos das Forças Armadas e muitos ex-combatentes, que aproveitaram para reencontrar companheiros de guerra. Numa coisa todos concordam: os combatentes não são reconhecidos e o sentido da pátria já não é o que era.

Antes desta cerimónia houve tempo para uma celebração eucarística, nos Jerónimos, por intenção de todos os que morreram por Portugal. A Missa foi presidida por D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa, que, na sua homilia afirmou que é preciso recuperar o sentido patriótico na sociedade. “Vivemos em tempos difíceis. Assistimos a uma crise global que tem origem no vazio de valores morais, de ética, de sentido de bem comum, de um verdadeiro sentido de cidadania”.

“Precisamos de recuperar o sentido patriótico, de comunidade nacional, de uma cidadania exemplarmente vivida, de dignificação da vida política, de um verdadeiro humanismo, ao serviço do bem comum” – sublinhou.

Fonte: http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=289596

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Público.pt - Lisboa, Portugal

Cerimónias do XVI Encontro Nacional de Combatentes

Tomé Pinto diz que há “falta de coragem” para reconhecer direitos dos ex-combatentes

O tenente-general Tomé Pinto acusou hoje os sucessivos Governos de “falta de coragem” no reconhecimento de “coisas tão simples e merecidas” como a contagem do tempo que os ex-combatentes passaram na guerra do Ultramar para efeitos de reforma.

“É simples, é devido e se o não fazem é incompreensível”, defendeu hoje o tenente-general Alípio Tomé Pinto, presidente da comissão executiva das cerimónias do XVI Encontro Nacional de Combatentes, que esta manhã decorreu em Belém, junto ao monumento de homenagem aos mortos em combate na guerra ultramarina.

Para Tomé Pinto, a contagem do tempo passado ao serviço das Forças Armadas na guerra do Ultramar é uma “coisa simples” que podia ser alcançada com facilidade, tendo faltado “coragem” aos sucessivos Governos para que isso se concretizasse.

“Esse tempo, que foi difícil e de luta, devia contar a dobrar ou a triplicar. Estranhamente às vezes há dificuldades em reconhecer coisas tão simples, que são merecidas e são devidas. A questão das reformas é mais que devida. Falta aos governos coragem. Às vezes poderá haver algum complexo, mas há que enfrentar estas questões”, afirmou o também ex-combatente.

O tenente-general criticou o esquecimento a que os militares que combateram em África foram sendo votados com o passar dos anos, dizendo que “não deve ser assim” e que se queremos “um futuro rico” temos que nos “orgulhar do passado, com os seus altos e os seus baixos”.

Tomé Pinto sublinhou que é um dever perante os portugueses reconhecer estes direitos como o da reforma devida aos cerca de 800 mil militares do Ultramar e às suas famílias que, frisou, “estiveram hipotecadas nisto” [a guerra], durante vários anos.

Nas cerimónias que decorreram esta manhã participaram representantes dos três ramos das Forças Armadas, das associações de ex-combatentes e de diversas associações de militares ainda em exercício, que, em sinal de respeito, depositaram coroas de flores junto ao monumento de homenagem em Belém.

A assistir estiveram ex-combatentes, que todos os anos aproveitam este dia para reencontrar amigos e camaradas de guerra, assim como as suas famílias. Houve ainda lugar para uma participação da fadista Kátia Guerreiro, que cantou o hino nacional, e à exibição por parte de meios aéreos da Força Aérea Portuguesa.

Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1386088&idCanal=12

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OJE - Lisboa, Portugal l

 

Lisboa recebe Encontro Nacional de Combatentes em 10 de Junho para homenagear militares

 

O XVI Encontro Nacional de Combatentes realiza-se quarta-feira com uma homenagem aos militares mortos ao serviço do país e ao recém-canonizado Nuno Álvares Pereira, tendo como orador o reitor da Universidade Católica, Manuel Braga da Cruz.
O Encontro Nacional de Combatentes vai ter lugar na zona de Belém, em Lisboa, e inicia-se às 10:30 com uma missa por Portugal e pelos militares que "tombaram ao serviço da pátria", na igreja do Mosteiro dos Jerónimos.

 

Esta iniciativa tem lugar há vários anos e é organizada pela Comissão Executiva das Comemorações do 10 de Junho, este ano presidida pelo general do Exército Tomé Pinto, e deverá contar com a presença de várias associações sócio-profissionais de militares e também de antigos combatentes.

 

Ao meio-dia terá lugar a cerimónia de abertura do encontro, no Monumento aos Combatentes do Ultramar, junto ao rio Tejo, com uma homenagem ao "herói" militar e agora santo, Dom Nuno Álvares Pereira, a que se seguirá uma cerimónia inter-religiosa, muçulmana e católica.

 

O discurso alusivo às comemorações será feito pelo reitor da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Manuel Braga da Cruz, por volta das 12:20.

 

Após a deposição de coroas de flores junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar está prevista uma "passagem de meios aéreos da Força Aérea Portuguesa (FAP)" e um exercício de pára-quedistas.

 

O XVI Encontro Nacional de Combatentes terminará cerca das 13:30 com um almoço de convívio.

 

Fonte: http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=827CB671-D324-4A83-A1C8-D559CF5AC090&contentid=0DB85BF8-0A17-44F7-A96A-F93E5B5395B6

 

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