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Guiné

Companhia de Caçadores 274 - Batalhão Independente de Infantaria 18

 

 

Companhia de Caçadores 274

 

Serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné, no período de 28 de Janeiro de 1962 a 17 de Janeiro de 1964

 

Comandante: Capitão de Infantaria Adérito Augusto Figueira

 

 

Agraciados por feitos em campanha

 

HONRA E GLÓRIA

 

António Robalo Valente, Alferes Mil.º de Infantaria

 

 

 

Alferes Miliciano de Infantaria
ANTÓNIO ROBALO VALENTE


CCac 274 - BII 18
GUINÉ


3.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na O.E. N.º 13 — 2.ª série, de 1964.
Por Portaria de 05 de Junho de 1964:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné:


O Alferes Miliciano de Infantaria, António Robalo Valente, da Companhia de Caçadores n.º 274 - Batalhão Independente de Infantaria n.º 18.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.

(Publicado na OS n.º 03, de 07 de Janeiro de 1964, do CTIG):


Louva o Alferes Miliciano, António Robalo Valente, da CCac 274, porque em todas as operações em que o seu Pelotão tomou parte, quer isoladamente, quer integrado na Companhia, evidenciou ser um oficial muito competente, decidido e enérgico, cumprindo sempre as missões de que foi incumbido, com extraordinário espírito de sacrifício e eficiência, qualidades estas bem patenteadas nas várias acções em que tomou parte.


No ataque realizado pelas NT à posição inimiga de Cantangó, no dia 02 de Março, comandando uma força reduzida, apesar de sujeita a intenso fogo inimigo, conseguiu desalojar um numeroso grupo de terroristas a quem causou numerosas baixas, impedindo, ainda, com a manobra realizada, que as suas forças fossem cercadas.


Merece ser destacada a sua acção em Caboxanque, em trabalho de quadrícula, pois conseguiu em circunstâncias e locais particularmente difíceis, obter apreciável rendimento.


Também de realçar a sua actuação durante a emboscada sofrida pelo Pelotão, no dia 22 de Abril, na estrada de Jadabá e no ataque a Salancaur em 06 de Fevereiro, em que dando exemplo de serenidade e autodomínio, conseguiu manter um óptimo moral entre os seus subordinados, pelo que se afirmou como um bom oficial subalterno.

 

 

 

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