Coronel de Infantaria
José Augusto Nogueira Ribeiro
"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom
que para preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
 |
HONRA E
GLÓRIA
e
nota de óbito |
Informação da data do óbito de
Alfredo Moutinho.
e restantes elementos cedidos pelo veterano
J. C. Abreu
dos Santos
|
Faleceu, no dia 8 de Janeiro de 2017,
em Lisboa, o veterano

José Augusto Nogueira Ribeiro
Coronel de
Infantaria
(na situação de reforma)
06Jan1940 >
08Jan2017
Serviu Portugal na Guerra do
Ultramar, nomeadamente, nas
Províncias Ultramarinas de Angola,
Guiné Moçambique
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nos sublinhados que se seguem:
Nogueira Ribeiro, um Soldado da
Pátria
Cruz de
Guerra de 2.ª classe
Alferes Miliciano de Infantaria
JOSÉ AUGUSTO NOGUEIRA RIBEIRO
4ªCCac/BCac619 - RI1
GUINÉ
2.ª CLASSE
Transcrição da Portaria publicada
na Ordem do Exército n.º 15 – 2.ª
série, de 1965.
Por Portaria de 29 de Maio de 1965:
Condecorado com a Cruz de Guerra de
2.ª classe, ao abrigo dos artigos
9.º e 10.º do Regulamento da Medalha
Militar, de 28 de Maio de 1946, por
serviços prestados em acções de
combate na Província da Guiné
Portuguesa, o Alferes Miliciano,
José Augusto Nogueira Ribeiro, da
4.ª Companhia de Caçadores, adstrita
ao Batalhão de Caçadores n.º 619 —
Regimento de Infantaria n.º 1.
Transcrição do louvor que
originou a condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º
25, de 26 de Março de 1965, do
Comando Territorial Independente da
Guiné):
Louvo o Alferes Miliciano José
Augusto Nogueira Ribeiro, da da 4.ª
Companhia de Caçadores, adstrita ao
Batalhão de Caçadores n.º 619, pelas
suas extraordinárias qualidades de
coragem, sangue frio e decisão.
Revelando em inúmeras operações
total desprezo pelo perigo,
sentindo-se verdadeiramente à
vontade procurando o inimigo nas
matas e enfrentando-o em combate,
agiganta-se nas situações mais
difíceis. Sempre à frente dos seus
homens, o fogo do inimigo nunca
serviu para o deter, antes o lança
sem medo, no seu encalço.
Distinguiu-se especialmente na
emboscada que a sua Companhia sofreu
na operação "Bornal", em que ao
aperceber-se da grave situação dos
Pelotões da frente, acorreu
imediatamente em seu auxilio,
debaixo de fogo cerradíssimo,
contribuindo para pôr o inimigo em
debandada.
Muito leal, sempre se cotou perante
toda a Companhia como um excelente
oficial, possuidor das maiores
qualidades.
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Oficialato da Ordem Militar da
Torre e Espada, do Valor, Lealdade e
Mérito: Ordem do Exército n.º 14 –
2.ª série, de 1970
Cruz de Guerra de 4.ª classe
(Moçambique): Ordem do Exército n.º
8 – 2.ª série, de 1970
Cruz de Guerra de 4.ª classe
(Moçambique): Ordem do Exército n.º
15 – 2.ª série, de 1970
