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ECav122

Esquadrão de Cavalaria 122

 

Esquadrão de Cavalaria 122

EPC

 

«MENS AGITAT MOLEN».

 

Mobilizado pela Escola Prática de Cavalaria (EPC – Santarém) «AO GALOPE!... À CARGA!» - «MENS AGITAT MOLEN».

 

Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola, no período de 12 de Junho de 1961 a 22 de Agosto de 1963

 

 ECav122-280

 

 

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados que se seguem:

 

 

Pedro-Luqueia-de-Santar-m-fotoPedro Luqueia de Santarém

 

in "Mundo Português"

 

Pedro Lukeia [Luqueia] de Santarém: O menino de Angola que a guerra adoptou
7 de Abril de 2009


Pouco mais de um ano depois do início da Guerra em Angola, numa madrugada de Outubro de 1962 uma criança perdida dos pais, nas margens do Rio Lukeia [Luqueia], a Norte de Angola acabou adoptada pelos soldados do pelotão [esquadrão] Cavalaria de Santarém. O menino atravessou o mar e hoje é engenheiro de máquinas, na Câmara do Barreiro. Tem 53 anos, é casado, e tem dois filhos. Pedro, é o seu nome e até hoje nunca tinha contado a história publicamente. Aceitou agora contar a história da sua vida, ao Emigrante / Mundo Português e recordar a sua infância que começou de novo por causa da Guerra Colonial [do Ultramar]



Pedro-Luqueia-de-Santar-m-DL“Menino de Angola filho da guerra”, poderia ser o título de um livro da sua vida, cujas raízes não esquece, e que procura um dia visitar – as margens do Rio Lukeia [Luqueia] - onde foi encontrado.


O nosso jornal foi em busca desta história que tem um final feliz, e que é o lado “bom da Guerra Colonial [do Ultramar]”.


Do Cais da Rocha de Conde de Óbidos em Lisboa, sob muitas lágrimas e lenços a acenar, o movimento de embarque era grande de tropas para Angola.


“Para Angola já e em força” era a ordem de Oliveira Salazar.


Sob o comando do capitão Ricardo Durão embarcou o Esquadrão de Cavalaria 122, num desses dias do ano [03Jun1961].


No Norte de Angola em Outubro de 1962, em dia que não se pode precisar, numa operação de três dias do mato, onde os meios aéreos tinham detectado um acampamento inimigo, depois de terem recebido instruções para fazer uma acção de surpresa e aniquilar os meios inimigos, no vale do rio Lukeia [Luqueia], os soldados dos dois pelotões do esquadrão 122 da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, montaram uma base recuada na colina e começam a bater o rio, atentos ao mais pequeno ruído. A aviação continuava a bombardear e de repente, com a G3 pronta a disparar, encontram a criança só com um fio de cabedal à cintura, assustado por causa do tiroteio.


No meio do capim


O primeiro-cabo Manuel Afonso da Luz, o Aljustrel, foi o primeiro a avistá-lo e logo diz ao furriel Mabé para mandar parar o fogo. O menino, assustado, somente sabia dizer que se chamava Pedro, pouco falava português, teria quatro, cinco anos, ninguém sabia ao certo, nem ele próprio sabia a idade e a sua língua era a língua do seu povo, o quimbundo, misturada com um pouco de português. Assustado foi recolhido e logo os soldados resolveram ficar com a criança. O capitão Ricardo Durão, hoje general, comandante da companhia [esquadrão] não tinha saído nesta missão, mas foi informado da decisão unânime, dos soldados em ficar com a criança.

 

A missão da companhia [esquadrão] era “bater” o rio Lukeia [Luqueia], por mais dois dias. Andar com o equipamento de combate, no meio do capim alto e com a criança às costas, com as armas em ponto de fogo para disparar sobre o inimigo. Foi pedido um helicóptero para evacuar a criança para o aquartelamento no Dembe [Bembe]. À noite, os aerogramas, ou “bate-estradas”, como se dizia na gíria militar, que ajudavam a matar saudades e eram mandados para as namoradas, famílias e madrinhas de guerra, traziam para Portugal a notícia que “tinham encontrado um menino negro, nas margens do Rio Lukeia [Luqueia], às cinco e meia da manhã”.


Acabada esta missão, os soldados, ansiavam chegar ao quartel e ver o seu “menino Pedro”.


Chegados ao aquartelamento, logo dizem ao capitão Durão que queriam ficar com o menino, já que criá-lo seria uma tarefa fácil distribuída por tantos “pais”. Começa uma vida nova para o Pedro. Deste achado, Pedro, que nos recebe na Câmara do Barreiro, recorda “eu estava a brincar nas margens do rio Lukeia [Luqueia], onde pescava com minha família, houve aquele tiroteio de repente, vejo os meus a correr de um lado para o outro, tentei fugir, sei que estava no meio do capim, ouvia os silvos das balas e o sol a começar a nascer, aquela bola enorme, que mais parecia fogo e depois aquelas pessoas muito brancas, de pele gelatinosa, todos vestidos de igual. Fiquei paralisado. É isso que me lembro. Nunca tinha visto brancos e estas imagens tem-me acompanhado sempre”.


Neste ano de 62 as emboscadas, combates e bombardeamentos ganhavam força, os soldados viviam aterrorizados e este “menino” segundo os testemunhos foi o “Deus do Céu” que apareceu aos soldados. No quartel “começou para mim outra infância” diz-nos. O capitão ainda alvitrou entregar o Pedro a uma instituição, mas os soldados logo disseram que a responsabilidade de criar e olhar pelo menino seria deles e refere Manuel Afonso da Luz “qual quê, a gente cria o moço, há algum problema nisso, nós responsabilizamo-nos…. Olhe, foi e melhor coisa que lá caiu, brincadeira com um e outro; festas ao menino, o tempo passou que foi um instante…”


O batismo e o ensino da língua
 

Um dos primeiros propósitos desta família foi começar a ensinar-lhe a língua portuguesa, já que os soldados não percebiam nada da língua nativa que ele já soletrava e depois foi-lhe decidido dar-lhe um nome completo, para não se andar para ali sempre a dizer o (Pedro o preto). Pedro Santarém recorda que “Pedro, era o nome que eu dizia. Sou Pedro… sou Pedro, meu pai era Miguel e minha mãe Mayete”. A este nome foi acrescentado por decisão de todos, Lukeia [Luqueia], o nome do rio onde o acharam e Santarém de onde era o pelotão [esquadrão].


É este o seu nome, um nome de que tem grande orgulho, como nos diz. Um nome escolhido por “cento e cinquenta padrinhos” e que todos aprovaram e nunca mais esqueceram. O pelotão [esquadrão] passou a ter mais um elemento e os soldados logo lhe arranjaram uma farda, que eles mesmo talharam. Emocionado refere “andei sempre com eles, aprendi tudo, acarinhavam-me e em vez de um pai e mãe, passei a ter cento e cinquenta pais, por vezes todos queriam me lavar a roupa, fizeram-me uma cama, na camarata, e fui “promovido” a segundo cabo, depois 1.º cabo e a furriel quando me trouxeram com eles para o continente”. O comandante Ricardo Durão quando questionado sobre este caso, refere, que passou a ter uma grande admiração por todos estes homens que comandava, e da maneira como se dedicaram ao menino, como o educaram. Dá o exemplo do papagaio dos soldados que só dizia asneiras, “a linguagem muito comum no meio militar, mas o menino nunca disse asneira ou palavrão algum”.


Aprendeu a marchar, o manejo de armas, a “bater a pala”. Sempre foi um “militar” acarinhado e bem alimentado, por vezes com excessos, que só o doutor Noronha o médico do Batalhão conseguia valer, já que a sua meninice não tinha sido criada com estas feijoadas e outras comidas dos militares. “Nunca passei fome quando estive com os meus pais no mato, comia o que estava à mão de semear, ainda me lembro da minha mãe a bater no pilão e a mudança de alimentação foi difícil” conta Pedro Santarém. “A adaptação foi muito boa, eles foram para mim, os pais, as mães, os irmãos e depressa me esqueci da minha família, algures no Rio Lukeia [Luqueia]. Deixei de ter cor e fui de tal forma apoiado que deixei de ter necessidade dos meus pais. Ensinaram-me a fazer ratoeiras para os pássaros, ensinaram-me a língua, a ser um homem. Brincava com o saguim, montava nos jeeps. Aquilo para mim foi uma maravilha, recorda-nos. Comecei outra infância, com o mesmo grau de felicidade, ia às caçadas, foi uma infância maravilhosa”. Um dia foi três vezes com a marmita à fila receber o rancho e comeu tanto grão com bacalhau que “ia batendo a bota e só o Dr. Noronha me salvou”. Os soldados tinham pressa em ver o Pedro crescer, fazer-se um homem e “atacavam com comida”


A “nova vida” no continente


O tempo de rendição deste pelotão [esquadrão] aproximava-se e o capitão Durão, pensava seriamente como seria com o futuro do menino. Ponderava entregá-lo em Luanda a uma instituição religiosa, ou outra que se encarregasse de órfãos, já que o Pedro foi encontrado perdido dos pais e encontrá-los, ou à família, seria quase impossível. Os soldados teimavam em trazê-lo e, para eles era tudo fácil. Uma das soluções passaria por trazer o menino, levá-lo para o quartel de Santarém, ir para as escolas militares, para as oficinas e fazer-se homem. Porém a prudência e a experiência deste oficial, dizia-lhe que mal chegassem a Lisboa, cada um ia para seu lado e a criança por ali ficava, outra vez órfão, num quartel esquecido, sem saber-se bem como ali foi parar e o que andaria ali a fazer. Por isso a condição para o embarque no navio do “militarzinho” era de que o Pedro poderia vir, mas alguém teria que ficar legalmente encarregue pela sua educação e criação, ou mesmo adopção. Depressa a boa nova chegou. Certamente já andaria a ser preparada. O alferes Sá, de Vila Nova de Paiva, já tinha falado com sua mãe, já tinha contado como os seus companheiros soldados, tinham um amor fortíssimo pelo petiz.


Os quatro filhos de D.ª Angelina Sá, sua mãe, já estavam criados e depois tomar conta de crianças era a sua vida. Era professora primária em Alhais, uma freguesia, bem perto da vila e a senhora não se importava de ficar com a criança. Ricardo Durão o capitão, posto ao corrente, aprovou esta decisão e logo começou a tratar da burocracia e das devidas autorizações para trazer a criança.


Os “bate-estradas” depressa chegavam aos lares, de norte a sul de Portugal, anunciando “o menino negro, a nossa mascote, o Pedro vai embarcar com o pessoal”.
A.F.



COMENTÁRIOS
 

1. Maria Celeste d'Oliveira Ramos
29 Abril, 2018 at 3:55REPLY


Pois é verdade PEDRO – Também foste acarinhado por todos do Pelotão [Esquadrão] 122 (que vale por dois) do capitão Durão – e por meu irmão – Alferes Nelson Ramos – amigo do Cabé e do furriel Luís – e de todos sei eu – Meu irmão levou-te também para Cavalaria 4 [Escola Prática de Cavalaria] em Santarém, a caminho do Liceu Sá da Bandeira onde ele e eu estudámos – Que bem me Lembro do PEDRO e creio que chagaste a ver a nossa casa. Foi há tantos anos e não recordo e o Alferes Nelson Ramos meu irmão já Deus Levou – Tanto ouvi falar do “Pedro” e vi-te menino fardado igual a todos – Já não sei de ninguém pois foi há tantos anos e já nem sei quem está vivo talvez Durão que talvez seja já general Não sei – Na Altura era capitão Tenho a Bandeirinha do Pelotão [esquadrão] 122 e muitas fotografias a preto e branco dos Jeeps com meu irmão e soldados Meu irmão Nelson não resistiu à malária. Sei de tudo o que fizeram por ti que graças a Deus estás vivo e de saúde – Gostava de te ver – para recordar coisas BOAS que foram muito poucas – M.ª Celeste d’Oliveira Ramos – Todas as fotos que guardo podes reconhecer TODOS e o jeep.


2. Maria celeste d'Oliveira Raoas
29 Abril, 2018 at 4:00REPLY


Gostava muito de ver o PEDRO de Santarém de Cavalaria 4 [Escola Prática de Cavalaria] onde meu irmão fez a tropa e foi para Angola e é um dos “PAIS” do Pedro de Angola e deu o nome de Pedro ao seu PRIMEIRO FILHO quando de Angola regressou. Agora percebo porque o seu único FILHO lhe chamou “Pedro” como o que o Pelotão [Esquadrão] 122 trouxe de Angola e salvou daquela guerra que acabou por matar com a maldita Malária – Se puderes responder “Pedro de Santarém” Responde – Gostaria de te ver HOMEM


3. Maria Celeste d'Oliveira Ramos
5 Abril, 2019 at 9:12REPLY


De repente agora sem querer lembrei meu irmão alferes Nelson Ramos de cavalaria 4 [Escola Prática de Cavalaria] de Santarém e o Pedro de Santarém e o pelotão [Esquadrão] 122 (vale por dois) que esteve aqui na minha casa e de meu irmão Meu irmão já Deus levou Mas certamente o Pedro (de Santarém) estará bem e estudou e foi acarinhado pelo Capitão Durão e todos os do pelotão [Esquadrão] 122 de Santarém – Pedro esteve aqui em casa. Tenho saudades de meu irmão. Gostava de saber como está o PEDRO de santarém, nome que meu irmão alferes deu ao seu 1.º filho e relembro o nome de Cabé e outros e o jeep (de que tenho fotografias) mas todos os cabogramas [aerogramas] azuis destruí – meu querido irmão alferes foi levado pela malária que afinal nunca o deixou e o levou em sofrimento ao pé de mim além dos pesadelos diários – não resistiu – não havia protecção para tal e tanto – Não morreu na guerra mas sim das condições em que no mato viveu em Dondo Nambuangongo e outros lugares de que já nem recordo o nome – Sei que casou e teve um filho a quem deu o nome de PEDRO – Mas a malária não tinha protecção. Fiquei com as fotografias dele e de outros e do Jeep – Os cabogramas [aerogramas] (azuis creio) destruí todos – a memória do amor que nós tínhamos não permitiria esquecer nem os seus pesadelos e silêncio total do que passou e levou com ele. Consegui convencê-lo a terminar a universidade que interrompeu com a guerra e foi um grande agrónomo e muito trabalhou quem sabe para não pensar demais e autodestruir-se ainda mais depressa – Meu querido irmão que não podia escapar à guerra e tinha apenas 19 anos – morreu há tão pouco tempo – a memória da guerra está também comigo nas fotografias que de Angola trouxe. E é tudo o que me resta dele – Nem sabia que o podia ter “escondido” em cada de amiga onde outro se escondeu e foi considerado herói e medalhado por “não ter cumprido o seu dever como os outros do pelotão 122 do capitão Durão – que igualmente não sei onde está nem quero saber mas sei que foi louvado pelos seus soldados – Quanto a Pedro de Santarém veio aqui e estudou e teve sucesso e sorte – Que Deus o Proteja pois já não é o menino que vi nesta casa. Desejo ao Pedro de Santarém que honre todos os que o salvaram e protegeram e deram tudo o que sabiam dar e como homenagem deu o nome de PEDRO ao seu 1.º e único filho que está bem mas longe de tudo e todos – Que homenagem deu meu irmão ao Pedro de Santarém, nome que deu a seu filho único e amado – já homem crescido com filhos. Que histórias grandes por mais tristes que sejam que os homens vivem – Maldita malária que o levou pois sem ela ainda hoje estaria aqui comigo como sempre estivemos e mais novo era do que eu que o recordo sempre pois é impossível esquecer um irmão e a grandeza com que viveu Cumprir um dever e ter honra pode custar a vida.


Se leres isto Pedro (eng.º) honra a memória dos que te protegeram e deram tudo o que tinham. Eu perdi o único irmão que tinha e que ajudou a salvar-te – Mais tarde senti que teria de visitar os lugares de Angola por onde grassou a guerra que os homens fazem e trazem só morte e sofrimento – Que estejas feliz Pedro de Santarém que te deram vida quando era de esperar o contrário – Maria Celeste Ramos

 

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Fonte:

Diário da República, 2.ª série - n.º 86,

pág.s 17696 e 17697, de 5 de Maio de 2009

 

 

Câmara Municipal do Barreiro


[…]


Aviso (extracto) n.º 9039/2009


1 - Considerando o procedimento concursal para o cargo de Chefe da Divisão de Rede Viária, desenvolvido pelo júri nomeado para o efeito, nos termos dos n.ºs. 1, 2 e 3 do artigo 21.º da Lei 2/2004 de 15/01, na redacção dada pela Lei 51/2005 de 30/08, aplicada à Administração Local pelo Decreto-Lei 93/2004 de 20/04, na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 104/2006 de 07/06;


2 - Considerando a proposta de nomeação apresentada pelo júri do procedimento concursal, que fundamentam pelos resultados alcançados após a aplicação dos métodos de selecção aos dois candidatos admitidos ao procedimento de selecção e verificaram que o candidato proposto é o que melhor corresponde ao perfil definido para prosseguir as atribuições e objectivos do cargo;


3 - Determino a nomeação em comissão de serviço, pelo período de três anos, eventualmente renovável por iguais períodos de tempo, para o cargo de Chefe de Divisão de Rede Viária, do Técnico Superior, Pedro Luqueia de Santarém, no uso da competência que me é conferida pelo artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 93/2004, de 20 de Abril na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 104/2006 de 07/06.


4 - A presente nomeação, produz efeitos a 15 de Abril de 2009, ao abrigo do disposto no número 9 do artigo 21.º da referida Lei n.º 2/2004, na redacção dada pela Lei 51/2005 de 30/08, aplicável à administração local por força do Decreto-Lei n.º 93/2004, de 20 de Abril na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 104/2006 de 07/06.


7 de Abril de 2009. - O Presidente da Câmara, Carlos Humberto de Carvalho.
 

 

 

Nota relativa ao currículo académico e profissional, elaborada nos termos do n.º 10 do artigo 21.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro

 

Nome:

Pedro Luqueia de Santarém

 

Licenciatura:

Licenciatura em Eng. Mecânica pelo Instituto Superior Técnico
 

Formação profissional:
Participação no III Congresso Ibero-Americano sobre resíduos sólidos realizado no LNEC;
Frequentou o 5.º Módulo do curso de Segurança e Gestão Viária Urbana;
Participou no 1.º Encontro Nacional Segurança Viária em meio urbano;
Participou no Encontro Nacional Segurança em Estradas Municipais;
Frequentou o IX Encontro Anual de Saúde Pública, subordinado ao tema "Saúde e Segurança Rodoviária".
 

Experiência profissional:
Chefe de Divisão de Rede Viária em regime de substituição desde de Setembro de 2008;
Março de 2008 até Agosto de 2008 exerceu as funções de coordenação funcional da Divisão de Rede Viária tendo a responsabilidade pela conservação da rede rodoviária e pedonal do Conselho na instalação e manutenção dos sistemas de regulação do tráfego, sobretudo sistemas semafóricos em tipo coordenado, execução de projectos de sinalização vertical e horizontal e de circulação rodoviária e sua implementação. Execução de sistemas de acalmia de tráfego. Execução do Projecto de instalação de sinalização de orientação do conselho;
De 2005 a Fevereiro de 2008 exerceu as funções de Técnico no área do Trânsito e dos Cemitérios, tendo desenvolvido as Campanhas "Dignificar os Cemitérios" e de "Mobilidade, Circulação e Segurança Rodoviária".
De Novembro de 1992 a 31 de Janeiro de 2005 desempenhou funções de Chefe de Divisão de Serviços Urbanos.
De 1979 a de 1990 exerce funções de Coordenador nos Serviços de Higiene e Limpeza, e de Serviços Urbanos, procedeu à organização dos sistemas de recolha de resíduos sólidos urbanos.
Participou no grupo de estudo referente à implantação do sistema multimunicipal de Recolha, Remoção e Tratamento de Resíduos Sólidos do Distrito de Setúbal.

 

 

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