|
Fausto Domingos Fidalgo,
Soldado Condutor Auto-Metralhadora Fox,
n.º 71070067
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
|
HONRA E GLÓRIA |
Apoio de um
colaborador do
portal UTW |
 
Fausto
Domingos Fidalgo
Soldado Condutor
Auto-Metralhadora, n.º 71070067
1.º
Pelotão FOX
«OS
IMORTAIS»
Esquadrão de Cavalaria
2
«FORÇA ARDIL E
CORAÇÃO»
Região
Militar de Moçambique
«CONSTANS ET PERPETUA VOLUNTAS»
Cruz
de Guerra de 4.ª classe
Prémio
Governador-Geral de Moçambique
Brevíssima Resenha
Castrense
Fausto Domingos
Fidalgo, Soldado Condutor de
Auto-Metralhadora FOX, n.º 71070067,
natural da freguesia de Santa Comba,
concelho de Vila Nova de Foz Côa, filho
de Artur Silvério Junqueiro Fidalgo e de
Teresa de Jesus Domingues, solteiro;
 Mobilizado pela Região Militar de
Moçambique (RMM) «CONSTANS ET PERPETUA
VOLUNTAS» para servir Portugal naquela
Província Ultramarina, integrado no 1.º
Pelotão FOX «OS IMORTAIS» do Esquadrão
de Cavalaria 2 (ECav2 – Mueda) «FORÇA
ARDIL E CORAÇÃO»;
Louvado por feitos em combate no teatro
de operações de Moçambique, por despacho
de 20 de Fevereiro de 1969, publicado na
Ordem de Serviço n.º 19, de 08 de Março
de 1969, do Quartel General da Região
Militar de
Moçambique e na Revista da
Cavalaria do ano 1969, página 89;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 4.ª classe, por despacho do
Comandante-Chefe das Forças Armadas de
Moçambique, de 07 de Abril de 1969,
publicado na Ordem do Exército n.º 15 –
3.ª série, de 30 de Maio de 1969;
Atribuído o Prémio Governador-Geral
de Moçambique, publicado no Jornal do
Exército n.º 117, de Setembro de 1969,
página 58, e na Revista da Cavalaria do
ano de 1969, página 114;
Morreu queimado no dia 4 de Julho de
1970, na picada de Chindorilho, entre
Sagal e Mueda, durante a operação ‘Nó
Górdio’, cerco Norte, em consequência da
deflagração de mina incendiária de
controlo à distância, ficando cravado no
volante da auto metralhadora FOX, sem
fuga possível e crivado de balas.
Está inumado no talhão n.º 48, do
cemitério de São José de Lhanguene, em
Lourenço Marques, na Província
Ultramarina de Moçambique.
Paz à sua Alma

|