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(nota):
Comando de Agrupamento N.º 1974

Identificação:
CmdAgr1974
Unidade Mobilizadora:
Regimento de Artilharia Ligeira 1
(RAL 1 - Lisboa)
Comandante:
Brigadeiro Joaquim Júdice Leote
Cavaco
Brigadeiro Luís Mário do Nascimento
Corpo do Estado-Maior (CEM):
Major de Infantaria Fernando Vieira
da Silva Bastos
Tenente-Coronel de Cavalaria João
Carlos Craveiro Lopes
Tenente-Coronel de Cavalaria Luís
Carlos Abreu de Barros Cunha
Major CEM Fernando José Pinto Simões
Oficial de Informações e
Operações:
Tenente-Coronel de Cavalaria João
Carlos Craveiro Lopes (em
acumulação)
Major de Cavalaria António Teixeira
da Rocha Pinto
Major CEM Fernando José Pinto Simões
(em acumulação)
Divisa:
«ACTIVOS E GENEROSOS»
Partida:
Embarque em 18 de Janeiro de 1966,
no NTT "Império"; desembarque em 28
de Janeiro de 1966
Regresso:
Embarque em 7 de Abril de 1968, no
NTT "Vera Cruz"
Síntese da Actividade
Operacional:
O Agrupamento foi colocado em
Henrique de Carvalho, sendo-lhe
atribuído o Comando da ZIL (Zona de
Intervenção Leste) e rendendo
Comando de Agrupamento 13
(CmdAgr13), em 14 de Fevereiro de
1966.
O dispositivo então existente,
incluía o subsector de Cazombo, com
o Batalhão de Cavalaria 1863
(BCav1863), o subsector do Luso, com
o Batalhão de Artilharia 1864
(BArt1864) e o subsector de
Veríssimo Sarmento, com o Batalhão
de Caçadores 670 (BCac 670) — o qual
dispunha então de um PCAv (Posto de
Comando Avançado) instalado em
permanência em Dundo (Luachimo),
além de subunidades instaladas em
Lubalo, Mussuco, Camaxilo e Nova
Chaves.
O dispositivo da ZIL (Zona de
Intervenção Leste) foi sofrendo
alterações, das quais se referem a
transferência do subsector do Dundo
(Luachimo) para Henrique de
Carvalho, em 18 de Julho de 1966, do
subsector do Luso para Gago
Coutinho, em 26 de Outubro de 1966,
e a instalação de novo no subsector
do Luso, em finais de Dezembro de
1966, agora com o Batalhão de
Cavalaria 782 (BCav782). O
dispositivo adoptado considerava a
ocupação, até ao escalão de pelotão,
de 49 localidades, em área tripla do
Portugal actual.
Face à oscilação da situação
operacional, logo a partir de Abril
de 1966 foi constituído um Comando
Avançado, no Luso, para onde o
CmdAgr (Comando de Agrupamento) se
deslocou, na totalidade, a partir de
1 de Julho de 1966.
Embora numa fase incipiente, o In
(inimigo), dispondo já de armas
automáticas individuais e
colectivas, bem como de GMDef
(granadas de mão defensivas) e GMOf
(granadas de mão ofensivas), atacou
vigorosamente as NT (Nossas Tropas),
como um Mussuma, em 13 de Outubro de
1966, no Chiume, em 10 de Novembro
de 1966 e o ataque a uma coluna
auto, em 8 de Dezembro de 1966. Os
seus alvos eleitos porém, eram as
populações, que procurava aliciar
por todos os meios, incluindo as da
maior violência.
As NT (Nossas Tropas) de quadrícula,
com a colaboração frequente de
Companhias de Comandos e de
Pára-quedistas, e de aviões e helis,
conseguiram no entanto assinaláveis
êxitos como nas operações "Lutuai",
"Rio Grande", "Freio de Boca", "Sanchigongo",
"Ouso", "Rubi", "Rotina 1 e 2",
"Victória 1 e 2", "Caça Grossa 2", "Zenzengona",
"Luena Grande", "Bacamarte" e
outras.
Em finais de Agosto de 1967, o
Agrupamento foi reforçado com
pessoal do Comando de Agrupamento
1989 (CmdAgr1989), então
desembarcado, ficando a
constituir-se o Comando da ZIL (Zona
de Intervenção Leste).
Em 19 de Março de 1968, o
Agrupamento 1974 (Agr1974) foi
substituído no comando da ZIL (Zona
de Intervenção Leste) pelo Comando
de Agrupamento 1988 (CmdAgr1988).
