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Condecorações

Fernando Luís Franco da Silva Ataíde, Capitão de Cavalaria, comandante da CCav702/BCav705

 

  "Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

HONRA E GLÓRIA

 

Fernando-Lu-s-Franco-da-Silva-Ata-de-350

Fernando Luís Franco

da Silva Ataíde

 

Capitão de Cavalaria, n.º 51468911

 

Comandante da

Companhia de Cavalaria 702

 

Batalhão de Cavalaria 705

«CAVALEIROS MARINHOS»

«SUAVITOR IN MODO FORTIFER IN RÉ»
 

Guiné: 24Jul1964 a 14Mai1966

 

CG-2-3classes-350Medalhas da Cruz de Guerra de 2.ª e de 3.ª classe

 

3 Louvores Individuais

 

2 Louvores Colectivos

 

Fernando Luís Franco da Silva Ataíde, Capitão de Cavalaria, n.º 51468911;


RC7Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 7 (RC7 – Ajuda, Lisboa) «QUO TOTA VOGANT» - «REGIMENTO DO CAIS» para servir Portugal na Província Ultramarina da CCav702-280Guiné;

 

No dia 18 de Julho de 1964, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa embarcou no NTT ‘Índia’, como comandante da Companhia de Cavalaria 702 (CCav702) do Batalhão de Cavalaria 705 (BCav705) «CAVALEIROS MARINHOS» - «SUAVITOR IN MODO BCav705FORTIFER IN RÉ», rumo ao estuário do Geba (Bissau), onde desembarcou no dia 24 de Julho de 1964;


BCac507A sua subunidade de cavalaria na função de intervenção como reserva do Comando-Chefe e com a sua base em Bissau e após cumprir um curto período de treino operacional no sector de Bula, CDMGsob orientação do Batalhão de Caçadores 507 (BCac507), foi utilizada em diversas operações de maior vulto, nomeadamente na operação "Tornado", realizada na região do Cantanhez, na BArt645dependência do Comando da Defesa Marítima da Guiné (CDMG), de 19 a 21 de Setembro de 1964, na operação "Base", realizada na região do Óio, na dependência do Batalhão de Artilharia 645 (BArt645) «ÁGUIAS NEGRAS» - «BRAVOS SEMPRE FIÉIS», de 4 a 7 de Outubro de 1964 e nas operações "Rescaldo", "Flores" e "Notável", realizadas na região do Morés-Óio sob comando directo do seu batalhão, de 4 a 23 de Novembro de 1964;


BCac507Para além das operações referidas, a subunidade de cavalaria foi ainda atribuída em reforço do Batalhão de Caçadores 507 (BCac507), para intervenção na região de Bula, na operação "Fisga", de 3 a 7 de Dezembro de 1964 e em reforço do Batalhão de Caçadores 513 (BCac513) «CEDER NUNCA», na operação "Espora", de BCac51315 a 17 de Dezembro de 1964, na região de lnjassane e operações "Estribo" e "Selim", de 21 a 24 de Dezembro de 1964 e 27 e 28 de Dezembro de 1964, na região de Unal, após o que recolheu a Bolama; de 16 de Janeiro a 19 de Fevereiro de 1965, foi novamente atribuída em reforço do Batalhão de Caçadores 513 (BCac513) «CEDER NUNCA», para operações na região de Buba e recolheu a Bolama;


Louvado [primeiro louvor] por feitos em combate no teatro de operações da Guiné, publicado na Ordem de Serviço n.º 2/65, de 15 de Março de 1965, do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné, na Ordem de Serviço n.º 25, de 26 do mesmo e ano, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné, e na Revista da Cavalaria do ano de 1966, página 87;


BCac506Em 8 de Maio de 1965, a sua subunidade de cavalaria assumiu a responsabilidade do subsector de BCav757Contuboel, então criado, com um pelotão em Sonaco, ficando integrada no dispositivo e manobra do Batalhão de Caçadores 506 (BCac506) e depois do Batalhão de Cavalaria 757 (BCav757) «ALEGREM-SE! A VITÓRIA SERÁ NOSSA» - «JUNTOS VENCEREMOS»; substituída pela Companhia de Caçadores 800 (CCac800), foi deslocada 3-CCac-CTIGpor fracções, de 22 a 30 de Maio de 1965, para Madina do Boé, com um pelotão em Béli a partir de 25 de Maio de 1965 e onde substituiu pelotões da 3.ª Companhia de BCac512Caçadores (3ªCCac) «AMANDO E DEFENDENDO PORTUGAL»; em 23 de Maio de 1965, assumiu a responsabilidade do subsector de Madina do Boé, então criado na zona de acção do Batalhão de Caçadores 512 (BCac512) «HONRA E GLÓRIA» e depois do seu batalhão;


CCac1416Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, pela Portaria de 5 de Abril de 1966, publicada na Ordem do Exército n.º 9 - 2.ª série, de 1 de Maio de 1966;


BCac1856Em 4 de Maio de 1966, a sua subunidade de cavalaria foi rendida no seu subsector, pela Companhia de Caçadores 1416 (CCac1416) «BRAVOS ATÉ AO FIM» do Batalhão de Caçadores 1856 (BCac1856) «UBI GLORIA, OMNE PERICULUM DULCE» e CCac1417seguiu para Fá Mandinga, onde substituiu, transitoriamente, a Companhia de Caçadores 1417 (CCac1417) do Batalhão de Caçadores 1856 (BCac1856) CCac1547«UBI GLORIA, OMNE PERICULUM DULCE» até à chegada da Companhia de Caçadores 1547 (CCac1547) «OS SANTOS» - «NUNCA AD EPHESIOS» do Batalhão de Caçadores 1887 BCac1857(BCac1887) «AUDÁCIA FIRMEZA LEALDADE», após o que recolheu a Bissau a fim de efectuar o embarque de regresso;


Louvor Colectivo – Companhia de Cavalaria 702 (CCav702) – publicado na Ordem de Serviço n.º 107, de 6 de Maio de 1966 do Comandante Militar da Guiné e na Revista da Cavalaria do ano de 1966, pág. 178;


Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 705 (BCav705) – publicado na Ordem de Serviço n.º 57, de 11 de Maio de 1966, do Comando de Agrupamento 24 (ComAgr24) e na Revista da Cavalaria do ano de 1966, pág.s 173 e 174;


No dia 14 de Maio de 1966, embarcou no NTT 'Uíge' de regresso à Metrópole, onde desembarcou no dia 20 de Maio de 1966.


Louvado [segundo louvor] por feitos em combate no teatro de operações da Guiné, publicado na Ordem de Serviço n.º 26, de 30 de Junho de 1966, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné e na Revista da Cavalaria do ano de 1967, página 74;


Louvado [terceiro louvor] por feitos em combate no teatro de operações da Guiné, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 1 de Novembro de 1966, que adoptou o louvor conferido pelo Comandante Militar da Guiné (Ordem de Serviço n.º 26, de 30 de Junho de 1966, do Comando Territorial Independente da Guiné), publicado na Ordem de Serviço n.º 9, de 09 de Novembro de 1966, do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné.

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª classe, por Portaria de 21 de Fevereiro de 1967, publicado na Ordem do Exército n.º 6 – 2.ª série, de 15 de Março de 1967.

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Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

CG-3-Classe-700Capitão de Cavalaria
FERNANDO LUÍS FRANCO DA SILVA ATAÍDE
 

CCav702/BCav705 - RC7
GUINÉ


3.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 9 – 2.ª série, de 1 de Maio de 1966.


Por Portaria de 05 de Abril de 1966:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné Portuguesa, o Capitão de Cavalaria, Fernando Luís Franco da Silva Ataíde, do Regimento de Cavalaria n.º 7.


Transcrição dos louvores que originaram a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 02/65, de 15 de Março de 1965, do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné e na Ordem de Serviço n.º 25, de 26 do mesmo mês e ano, do Quartel-General do Comando Territorial Independente da Guiné):


Louvo o Capitão de Cavalaria, Fernando Luís da Silva Ataíde, do Batalhão de Cavalaria 705, porque tendo tomado parte nas Operações "Tornado", "Base", "Rescaldo", "Estribo", "Fox" e "Selim" como Comandante da Companhia de Cavalaria 702, em todas mostrou ser um Oficial muito desembaraçado e ao mesmo tempo ponderado, tomando decisões muito acertadas e que muito têm contribuído para o bom êxito das operações da sua Companhia.


Quer na operação "Tornado", quer na operação "Rescaldo", a sua acção mereceu os maiores elogios dos seus comandantes em operações.


Por último, nas Operações "Estribo" e "Selim", a sua actuação foi de tal maneira eficiente que além de conseguir a captura de muito material ao inimigo, mereceu as melhores referências dos seus chefes.


Ocupando muitas vezes a testa da coluna, indiferente ao perigo das emboscadas, ou entre os seus homens, animando-os com a sua presença e conselhos, este Oficial merece a consideração e estima de todos os seus camaradas e subordinados.

 
Por mais difícil que seja a missão, por mais árduas que sejam as dificuldades, é sempre com admirável disposição que aceita tais situações.


Esta disposição transmite-a aos seus homens, pelo que dá à sua Companhia um moral elevado e uma conduta operacional digna do maior louvor.


São ainda de destacar as suas qualidades de coragem, sacrifício e decisão que sempre tem mostrado nas diversas actuações em campanha. É, pois, da maior justiça que seja distinguido.

 

(Publicado na Ordem de Serviço n.º 09, de 09 de Novembro de 1966, do Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné):

Por seu despacho de 1 de Novembro de 1966, adoptou o louvor conferido pelo Comandante Militar da Guiné, na Ordem de Serviço n.º 26, de 30 de Junho de 1966, do Comando Territorial Independente da Guiné, ao Capitão de Cavalaria Fernando Luís Franco da Silva Ataíde, da Companhia de Cavalaria 702 do Batalhão de Cavalaria 705 – Regimento de Cavalaria 7, que é do teor seguinte:


"porque, apesar deste Oficial já ter sido louvado em Ordem de Serviço do Comando-Chefe, pela sua actuação quando a Companhia actuou em intervenção, voltou a evidenciar as suas qualidades durante o período em que a Companhia esteve em Sector.


Tendo tomado parte em quase todas as operações em que a Companhia actuou, conta por êxitos as acções de contacto com o inimigo. Isto deve-se não só à magnifica preparação que soube imprimir ao seu pessoal, como ao seu elevado moral e desembaraço físico. É um Oficial de grandes qualidades militares, extremamente meticuloso na preparação de todos os detalhes para uma operação, mas uma vez iniciada esta, valente, decidido, muito desembaraçado física e moralmente, sendo necessário algumas vezes os seus subordinados chamarem-lhe a atenção para o perigo que representa para ele não se abrigar ou deitar, aquando todos o fazem.


Já uma vez ferido em combate quando à frente do seu pessoal procurava impulsionar os seus homens para reagirem a um forte ataque inimigo, não perdeu o morai apesar disso e continuou como até então a dar a todos o seu exemplo.


Sempre que surge qualquer informação que deva ser explorada imediatamente o Capitão Ataíde sai do quartel à frente do seu pessoal, para obter o mais rapidamente possível a surpresa e assim o êxito, tendo conseguido resultados muito apreciáveis sob o ponto de vista operacional.

 

Isto granjeou-lhe uma fama e admiração grande entre todos os seus subordinados e até mesmo entre a população que sente e vê a sua valorosa acção.


Não se limitou a sua acção á parte operacional, no campo psicossocial também se fez sentir. Assim, quando se fala na sua saída de qualquer zona a população dessa zona quer imediatamente abandonar a região. Soube impor-se pelo seu carácter, rectidão e honestidade.


Sempre que qualquer chefe nativo, perante as autoridades tem que expôr as suas declarações, sempre o nome do Capitão Ataíde nelas figura como sendo o Oficial em quem eles depositam a máxima confiança e em quem eles querem que continue à frente da tropa na sua zona.


O Capitão Ataíde graças às suas magníficas qualidades de Oficial e de Chefe e graças ao seu exemplo rapidamente conquistou a admiração de todos os seus subordinados e até mesmo da população.


Pelos seus superiores é o Capitão Ataíde conceituado e tido como um dos melhores subordinados e colaboradores
".

 

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Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

CG-2-Classe-700Capitão de Cavalaria
FERNANDO LUÍS FRANCO DA SILVA ATAÍDE
 

CCav702/BCav705 - RC7
GUINÉ


2.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 6 – 2.ª série, de 15 de Março de 1967.


Por Portaria de 21 de Fevereiro de 1967:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 2.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné Portuguesa, o Capitão de Cavalaria, Fernando Luís Franco da Silva Ataíde.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 26, de 30 de Junho de 1966, do Quartel-General do Comando Territorial Independente da Guiné):


Louvado o Capitão de Cavalaria, 51468911, Fernando Luís Franco da Silva Ataíde, da Companhia de Cavalaria 702 do Batalhão de Cavalaria 705, do Regimento de Cavalaria 7, porque, apesar deste oficial ter sido louvado em Ordem de Serviço do Comando-Chefe, pela sua actuação quando a Companhia esteve em intervenção, voltou a evidenciar as suas qualidades durante o período em que a Companhia se manteve em Sector.


Tendo tomado parte em quase todas as operações em que a Companhia actuou, conta por êxitos as acções de contacto com o inimigo. Isto deve-se não só à magnífica preparação que soube imprimir ao seu pessoal, como ao seu elevado moral e desembaraço físico. É um oficial de grandes qualidades militares, extremamente meticuloso na preparação de todos os detalhes para uma operação, mas uma vez iniciada esta, é valente, decidido, muito desembaraçado física e moralmente, sendo necessário algumas vezes os seus subordinados chamarem-lhe a atenção para o perigo que representa para ele não se abrigar ou deitar, quando todos o fazem.


Já uma vez ferido em combate quando à frente do seu pessoal procurava impulsionar os seus homens para reagirem a um forte ataque inimigo, não perdeu o moral e apesar disso continuou como até então a dar a todos o seu exemplo.


Sempre que surge qualquer informação que deve ser explorada, imediatamente o Capitão Ataíde sai do quartel à frente do seu pessoal, para obter o mais rapidamente possível a surpresa e assim o êxito, tendo conseguido resultados muito apreciáveis sob o ponto de vista operacional.


Isto granjeou-lhe uma fama e admiração grande entre todos os seus subordinados e até mesmo entre a população que sente e vê a sua valorosa acção.


Não se limitou o seu empenho à parte operacional, pois no campo da acção psicológica também se fez sentir. Assim, sempre que se fala na saída do Capitão Ataíde ou da sua tropa de qualquer zona, a população dessa zona quer imediatamente abandonar a região. Soube impôr-se sempre pelo seu carácter, rectidão e honestidade.


Sempre que qualquer chefe nativo, perante as autoridades, tem de expor as suas declarações, logo o nome do Capitão Ataíde nelas figura como sendo o Oficial em quem eles depositam a máxima confiança e que eles querem que continui à frente da tropa da sua zona.


O Capitão Ataíde, graças às suas magníficas qualidades de Oficial e de Chefe e também ao seu exemplo, rapidamente conquistou a admiração de todos os seus subordinados e da população.


Pelos seus superiores, é o Capitão Ataíde conceituado e tido como um dos melhores subordinados e colaboradores.

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Louvor Colectivo:

 

CCFAG

COMPANHIA DE CAVALARIA N.º 702


(Ordem de Serviço n.º 107, de 6 de Maio de 1966, do Comandante Militar da Guiné)


CCav702-280Louvo a Companhia de Cavalaria n.º 702, porque quer durante o período em que actuou como força de intervenção em reserva do Comando-Chefe, quer durante o período em que actuou como força em Sector, mostrou ser uma Companhia de uma grande regularidade operacional.


Graças a preparação que lhe foi imposta pelo seu Comandante com a colaboração dos seus subalternos foi possível conseguir contar por êxitos as acções em que tomou parte. Tendo ocupado uma área vasta, ainda com um destacamento bastante afastado, em que durante a época das chuvas se tornou difícil o reabastecimento nunca a Companhia de Cavalaria 702 apesar disso deixou de explorar imediatamente qualquer informação que chegasse ao seu conhecimento, conseguindo assim que o inimigo não se fixasse no seu Sector e conquistar a confiança da população.


É pois digna de realce a actuação da Companhia de Cavalaria 702.


Durante a sua actuação na Província da Guiné pode ser apontada como uma boa Companhia com a qual o Comando sempre pôde contar.
 

(in Revista da Cavalaria, do ano de 1966, pág. 178)

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Louvor Colectivo
 

ComAgr24BATALHÃO DE CAVALARIA N.º 705


(Ordem de Serviço n.º 57, de 11 de Maio de 1966, do Comando de Agrupamento 24)


BCav705Louvo o Comando do Batalhão de Cavalaria n.º 705 pela forma proficiente e a todos os títulos exemplar como organizou e accionou os diversos serviços que se processaram ou correram através dele.


Comando em que todos os seus órgãos revelaram o melhor interesse no exercício das suas funções específicas, a que cabalmente satisfizeram, constituiu um todo homogéneo à altura da missão recebida não obstante a complexidade inerente ao grande número de subunidades a orientar, accionar e a controlar, o que lhe mereceu encómios e o testemunho da sua eficiência por parte das diferentes Chefias e Comandos das Armas do Comando Territorial Independente da Guiné, e foi motivo para receber, no campo social, a solidariedade das autoridades administrativas, e o agradecimento e consagração por parte das populações e autoridades nativas, pela assistência moral, religiosa, sanitária, educativa e económica prestadas, em reconhecimento da protecção que sempre lhes foi garantida.


Comando que concebeu e impulsionou uma actividade operacional a todos os títulos notável, perseguindo o inimigo e impedindo-lhe sua fixação no sector, em tudo fez aflorar a qualidade dos seus oficiais, sargentos e praças havendo-se de dar relevo muito justamente à pessoa do seu Comandante, Tenente-Coronel de Cavalaria, Manuel Maria Pereira Coutinho Correia de Freitas, oficial com dotes excepcionais de Comando, que conseguiu galvanizar à sua volta compenetradas vontades e o melhor espírito de cooperação dos seus subordinados no que constituíram um todo digno de apreço e de muita simpatia, marcando uma presença exemplar na Guiné que me apraz referir e apontar à consideração das Unidades do Sector Leste.


(in Revista da Cavalaria do ano de 1966, pág.s 173 e 174)

 

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Notícia:

 

Partida do NTT 'Índia' para a Província Ultramarina da Guiné, no dia 18Jul1964

 

 

Di-rio-de-Lisboa-de-18-Jul1964

 

 

 

 Fernando-Lu-s-Franco-da-Silva-Ata-de-920

 

 

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