PROCURA:

2020/03/01 -
Mensagem do veterano
Francisco Silva, Furriel Mil.º de Infantaria,
que no período de 02Out1966 a 18Ago1968 serviu Portugal na província
Ultramarina de Moçambique, em Lione, Vila Barreto e América, integrado
na Companhia de Caçadores 1583 (CCac1583) «AS RAPOSAS», a qual esteve na
dependência operacional do Batalhão de Caçadores 1872 (BCac1872)
«FALCÕES DE MOÇAMBIQUE», aquartelado em Vila Cabral, no período de
31Ago1966 a Out1967
Procuro
pelos meus camaradas-de-armas da subunidade de infantaria, a
Companhia de Caçadores 1583 «AS RAPOSAS» e, bem como, aqueles que
pertenceram à Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Caçadores
1872 (CCS/BCac1872) «FALCÕES DE MOÇAMBIQUE»
Contactos:
Telefone:
918 239 035
---------------------------
Fonte:
7.º Volume, Tomo III, Livro 2, pág.s
92 e 93, da
RHMCA/CECA/EME
Companhia de Caçadores N.º 1583
Identificação:
CCac1583
Unidade Mobilizadora:
Regimento de Infantaria 1 (RI1 - Amadora)
Comandante:
Capitão Mil.º Carlos Agostinho Garcia da Silva
Divisa:
«As Raposas» [info prestada pelo veterano Francisco Silva]
Partida:
Embarque em 7 de Setembro de 1966 no NTT "Niassa" Desembarque
em 2 de Outubro de 1966.
Regresso:
Embarque em 18 de Agosto de 1968
Síntese da Actividade Operacional
Desembarcou em Nacala a 2 de Outubro de 1966, seguindo para
Lione, onde foi colocada, sob o comando operacional do Batalhão de
Caçadores 1872 (BCac1872), sedeado em Vila Cabral (subsector AVC).
Rendeu a Companhia de Caçadores 694 (CCac694). Guarneceu Chala com um
pelotão.
Efectuou escoltas a Massangulo, Mandimba, Vila Cabral, Nova Guarda,
segurança a trabalhos de engenharia na sua ZA (zona de acção),
patrulhamentos e nomadizações, designadamente as operações
"Raposa",
"Chacal",
"Tampão",
"Bota Abaixo",
"Pedra Verde",
"Visor" e "Despedida" (Chala),
"Drácula" (Chinenge),
"Quarto Crescente" (zona do rio Messinge),
"Gavião" (imediações da estrada Massangulo - V. Cabral),
"Alenquer" (margem do rio Mumi),
"Manuela" (NE de Chala),
"Alvorada" (zona do rio Luambala - E de Chinenge),
"Bina" e "Helena (E de Nova Guarda),
"Toma Lá II" — destruída a 28 de Junho de 1967, a base Chala, situada na
margem esquerda do rio Licuti, que encontrando-se abandonada, foram
detectados nas proximidades elementos inimigos, que sofreram baixas e
apreendido material de guerra e
"Toma Lá III" — capturada a 11 de Julho de 1967, pequena quantidade de
material de guerra, que se encontrava numa caserna próxima da referida
base Chala.
Participou nas operações
"Lua Cheia" (região de Chala) e
"Escalada 3" (zona de Cuizimba).
Rendida em Lione, pela Companhia de Artilharia 2327 (CArt 2327), em
Fevereiro de 1968, foi transferida para Vila Barreto, ficando na
situação de intervenção do comando da RMM (Região Militar de
Moçambique).
Em 26 de Abril de 1968, montou base em América, onde sob o comando
operacional do Batalhão de Caçadores 1935 (BCac1935), com sede em Maúa,
tomou parte nas operações
"Galgos Ladram" (rio Lugenda a NE de Cassero)
"Galgos de Barrete" (rio Levele a NW de Cassero) e
"Santo António dos Galgos" (E de Nova Viseu). Na 1.ª foi destruída a
base Fornalha Ardente em 23 de Maio de 1968 e capturado material de
guerra e outro.
Terminada a situação de intervenção, regressou a Vila Barreto, no final
de Junho de 1968. Nesta última situação, a actividade operacional,
consistia em escoltas a colunas logísticas, patrulhamentos e contacto
com autoridades administrativas e tradicionais e com a população,
nomeadamente das regiões de Mossuril, Namarral, Lunga, Mutulo, Lumbo,
Nacala Velha, Nacala Porto, Naguema, Matibane, Suhulo, Chicoma, Nacoa,
Namanca, Vila Barreto, Matacane, Catava, Nacoto, Ampapa, Cabaceira,
Motia, Mezope e Sanhute.
Foi rendida em Vila Barreto (Agosto de 1968), pela Companhia de
Artilharia 2329 (CArt 2329).
---------------------------
As fotos:





