.

 

Início O Autor História A Viagem Moçambique Livros Notícias Procura Encontros Imagens Mailing List Ligações Mapa do Site

Share |

Brasões, Guiões e Crachás

Siga-nos

 

Fórum UTW

Pesquisar no portal UTM

Condecorações

Francisco Silvério da Cunha Carvalho, 1.º Cabo de Cavalaria, n.º 222/60, do ECav107

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

 

HONRA E GLÓRIA  

 

 

 

Francisco Silvério da Cunha Carvalho

 

1.º Cabo de Cavalaria, n.º 222/60

 

Esquadrão de Cavalaria 107

«POR ANGOLA ... SEMPRE CAVALEIROS»

 

Angola: 14Mai1961 a 22Ago1963

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

 

2 Louvores Individuais e 1 Colectivo

 

Francisco Silvério da Cunha Carvalho, 1.º Cabo de Cavalaria, n.º 222/60.


RC6-1Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 6 (RC6 - Serra do Pilar, Vila Nova de Gaia) «AVANTE PARA A GLÓRIA» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola;


No dia 5 de Maio de 1961, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Vera Cruz’, integrado no Esquadrão de Cavalaria 107 ECav107-280(ECav107) «POR ANGOLA ... SEMPRE CAVALEIROS», rumo ao porto de Luanda, onde desembarcou no dia 14 de Maio de 1961;

 

Após o desembarque, a sua subunidade de cavalaria, integrada no segundo grande contingente de tropas destinadas a reforço da guarnição normal da Região Militar de Angola, desfilou na Avenida Paulo Dias de Novais, em Luanda;

 

Após o desfile ficou instalada no Campo Militar de Grafanil, em Luanda; em Julho de 1961 foi colocada em Camabatela; em Maio de 1963 foi transferida para a Fazenda Experimental do Bengo; depois, em Julho de 1963, rodou para Sassa;

 

Síntese da actividade operacional do Esquadrão de Cavalaria 107;

 

No dia 3 de Outubro de 1961 foi louvado pelo Comandante do Esquadrão de Cavalaria 107 (ECav107), publicado na Revista da Cavalaria do ano de 1962, página 58.

 

Louvado por feitos em combate no teatro de operações de Angola, publicado na Ordem de Serviço n.º 69, de 29 de Agosto de 1962, do Quartel General da Região Militar de Angola, e na Revista da Cavalaria do ano de 1962, página 59.

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 15 de Dezembro de 1962, publicado na Ordem do Exército n.º 4 – 3.ª série, de 1963.

 

Louvor Colectivo – Esquadrão de Cavalaria 107 – por despacho de Sua Ex.ª o General Comandante da Região Militar de Angola, de 29 de Maio de 1963, publicado na alínea b), do ponto 2, do artigo 3.º da Ordem de Serviço n.º 46, de 5 de Junho de 1963, do Comandante da Região Militar de Angola, e na Revista da Cavalaria do ano de 1963, página 151.

 

No dia 22 de Agosto de 1963, embarcou no NTT ‘Niassa’ de regresso à Metrópole, onde desembarcou no dia 4 de Setembro de 1963.

 

-------------------------

 

Louvor individual:

 

Decisão de 3 de Outubro de 1961, do Comandante do Esquadrão de Cavalaria 107


LOUVADO porque, como apontador da metralhadora ligeira ter sempre desempenhado com muita eficiência e calma as missões que lhe foram atribuídas, demonstrando possuir qualidades de coragem e desejo de bem cumprir, bem expressas pela atitude tomada na acção de 31 de Julho [1961] passado contra uma concentração de terroristas, em que o desejo de que o fogo da sua arma fosse mais preciso não hesitou em a segurar pela manga que, aquecida, lhe produziu ferimentos.


Assim, é com prazer que se salientam as qualidades desta Praça, que são exemplo a seguir.

 

(in Revista da Cavalaria do ano de 1962, página 58)
 

-------------------------

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

 

1.° Cabo de Cavalaria, n.º 222/60
FRANCISCO SILVÉRIO DA CUNHA CARVALHO
 

ECav107/BCac230 — RC6/RI4
ANGOLA
 

4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 4 – 3.ª série, de 1963.


Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe nos termos do art.º 12.º do Regulamento da Medalha Militar, aprovado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946:


O Primeiro-Cabo do Batalhão de Caçadores 230 (BCac230), Esquadrão de Cavalaria 107 (CCav107), n.º 222/60, Francisco Silvério da Cunha Carvalho.


(Por despacho de 15 de Dezembro de 1962, do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola).


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Ordem de Serviço n.º 69, de 29 de Agosto de 1962, do Quartel General da Região Militar de Angola (QG/RMA):


Louvado o 1.º Cabo n.º 222/60, Francisco Silvério da Cunha Carvalho, do Esquadrão de Cavalaria 107 (CCav107), porque, como apontador da metralhadora ligeira, ter sempre desempenhado com muita eficiência e calma todas as missões que lhe foram atribuídas, demonstrando possuir excepcionais qualidades de coragem, decisão e sangue frio, bem expressas pela atitude tomada na acção de 31 de Julho de 1961 contra uma concentração de terroristas na região de Maua-Quissembe e Rio Mambule, em que, sendo apontador da referida arma e com a qual fazia fogo marchando, não hesitou, para que o tiro fosse mais certeiro, em, conscientemente, segurar a arma pela manga do cano, resultando-lhe, pelo aquecimento deste, profundas queimaduras numa das mãos.


Com esta sua atitude, que muito contribuiu para o êxito da missão, mais uma vez patenteou as virtudes brilhantes de um Soldado Caçador, digno de ser apontado como verdadeiro exemplo a seguir por todos os seus camaradas.

 

----------------

Louvor Colectivo
 

Esquadrão de Cavalaria 107


RMAPor despacho de 29 de Maio de 1963, de Sua Ex.ª o General Comandante da Região Militar de Angola, publicado na Ordem de Serviço, de 5 de Junho de 1963 do Comandante da Região Militar de Angola.


Louva a Companhia [Esquadrão] de Cavalaria n.º 107, pela maneira correcta, valente, dinâmica e agressiva como se houve em todas as circunstâncias durante a sua permanência na Região Militar de Angola.


Tendo recebido a missão de garantir as comunicações entre Salazar e Camabatela numa época particularmente difícil, houve-se por forma tão abnegada e corajosa, alardeando tal espírito que, desde então, pôde ser apontada como exemplo.


O elevado valor combativo, e espírito de missão, a coesão moral do pessoal e o valor dos quadros, possibilitou-lhe o desencadeamento de muitas e notáveis acções podendo citar-se, entre outras, as de Luinga, Quissembe, Rio Mandule, Rio Manduge, Cazua, Tango e Curi, onde causou pesadas baixas ao inimigo, consequência de uma acção rápida, decidida, voluntariosa, e oportuna.


A juntar aos predicados que definem a CCav107 [ECav107] como uma eficiente unidade de combate há, também, uma personalidade fortemente vincada e um alto espírito de corpo que se traduzem por um irrepreensível aprumo dos seus oficiais, sargentos e praças e uma impecável apresentação em todas as circunstâncias.


Pelo valor e determinação das suas acções de campanha e pelas qualidades militares reveladas pelo seu pessoal, a CCav107 [ECav107] atingiu um alto nível entre as unidades da Região Militar de Angola, devendo a sua acção ser considerada prestigiante para a Arma de Cavalaria a que pertence e digna de ser apontada como padrão das melhores Companhias de Angola.


(in Revista da Cavalaria do ano de 1963. Página 151)

----------------


Notícia da partida do NTT 'Vera Cruz' - 05Mai1961 para Luanda.

 

Clique na imagem que se segue para ampliação

 Diariode-Lisboa-13790-05-Mai1961

----------------
Notícia da chegada do NTT 'Niassa' - 04Set1963 à Metrópole

 

 

Clique na imagem que se segue para ampliação

 Di-rio-de-Lisboa-14628-04-Set1963

 

 

© UTW online desde 30Mar2006

Traffic Rank

Portal do UTW: Criado e mantido por um grupo de Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar

Voltar ao Topo