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Gaspar Pedro da Silva,
Soldado Atirador de Cavalaria, n.º
05435768, da CCav2485/BCav2868
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
HONRA
E GLÓRIA
 
Gaspar
Pedro da Silva
Soldado Atirador de
Cavalaria, n.º 05435768
Companhia de Cavalaria 2485
Batalhão de Cavalaria
2868
«NÃO TEMO»
Guiné:
01Mar1969 a 31Dez1970
Cruz de Guerra de 4.ª classe
Louvor
Individual
Prémio
Governador da Guiné
4
Louvores Colectivos e 3 Citações
Elogiosas Colectivas
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existentes no texto que se segue:
Gaspar Pedro da Silva,
Soldado Atirador de Cavalaria, n.º
05435768.
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 7
(RC7 – Ajuda) «QUO TOTA VOGANT» -
«REGIMENTO DO CAIS» para servir Portugal
na Província Ultramarina da Guiné;
No dia 23 de Fevereiro de 1969, na Gare
Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em
Lisboa, embarcou no NTT ‘Uíge’,
integrado na Companhia de Cavalaria 2485
(CCav2485) do Batalhão de
Cavalaria 2868
(BCav2868) «NÃO TEMO», rumo ao estuário
do Geba, onde desembarcou no dia 1 de
Março de 1969;
A sua subunidade de cavalaria em:
- 30 de Março de 1969 seguiu para
Cacheu, integrada na manobra e missão do
seu
batalhão, tendo em 24 de Abril de
1969 substituído na missão de quadrícula
a Companhia de Caçadores 2446 (CCac2446)
«ALEA
JACTA EST», até à chegada da
Companhia de Caçadores 2367 (CCac2367)
«VAMPIROS» do
Batalhão de Caçadores 2845
(BCac2845) «SEMPRE EXCELENTES E
VALOROSOS», em 30 de Junho de 1969 e
onde se manteve até 22 de Agosto de
1969;
- 25 de Agosto de 1969, foi colocada em
Bula, em reforço do Batalhão 2861
(BCac2861) «VENCER» - «SEMPRE EXCELENTES
E VALOROSOS» e depois integrada no seu
batalhão;
- 25 de Junho de 1970, por troca com a
Companhia de Cavalaria 2487 (CCav2487)
do Batalhão de Cavalaria 2868 (BCav2868)
«NÃO TEMO», foi transferida para Ponta
Augusto Barros e reordenamentos de Mato
Dingal e João Landim, voltando a Bula,
por troca com a Companhia de
Cavalaria
2525 (CCav2525) «PUNHOS D’AÇO» - «NÃO
CONHECEMOS O IMPOSSÍVEL», em 25 de Julho
de 1970;
- 23 de Setembro de 1970, por troca com
a Companhia de Cavalaria 2486 (CCav2486)
do Batalhão de Cavalaria 2868 (BCav2868)
«NÃO TEMO», foi
transferida para Pete e
reordenamentos de Ponta Consolação e
Capunga;
- 23 de Outubro de 1970, rendida por
troca, pela Companhia de Cavalaria 2639
(CCav2369) «PELA PÁTRIA» - «PRO BONO
PACIS», voltou a Bula, onde se manteve
até à sua substituição pela Companhia de
Caçadores 2789 (CCac2789) «VIGILANTES»
em 1 de Dezembro de 1970, após o que
recolheu a Bissau para embarque;
No dia 30 de Dezembro de 1970, regressa
à Metrópole.
Agraciado com o Prémio ‘Governador da
Guiné’, publicado no Jornal do Exército
n.º 123, pág. 52, de Março de 1970 e na
Revista da Cavalaria do ano de 1970,
pág. 145;
Louvado por feitos em combate, por
despacho do Comandante-Chefe das Forças
Armadas da Guiné, de 18 de Janeiro de
1970, e por proposta do comandante do
Batalhão de Cavalaria 2868, publicado na
Ordem de Serviço n.º 8, de 19 de
Fevereiro de 1970, do Quartel General do
Comando Territorial Independente da
Guiné;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 4.ª classe, pela Portaria de 9
de Fevereiro de 1971, publicado na Ordem
do Exército n.º 6 – 3.ª série, de 1971;
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LOUVORES
COLECTIVOS E CITAÇÕES ELOGIOSAS:
Batalhão de Cavalaria 2868: 3 Louvores
Colectivos e 3 Citações Elogiosas
Companhia de Cavalaria 2485: Louvor
Colectivo
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PRÉMIO ‘GOVERNADOR DA GUINÉ’
Por, durante cerca de 11 meses de
comissão na província da Guiné, em
permanente e intensa actividade
operacional, se haver revelado
combatente de real valor, consequência
das elevadas qualidades de desembaraço,
sangue, agressividade, desprezo pela
vida e serena energia debaixo de fogo.
Actuando em combate, frente ao inimigo,
sempre de forma altamente eficiente, é
de salientar a sua acção numa operação
em que sendo apontador da Metralhadora
Ligeira, apoiou certeira e eficazmente a
retirada de um camarada seu, apesar das
precárias condições de segurança com que
o fazia, dado que o local onde se
encontrava estava a ser batido
intensamente pelo fogo do inimigo.
Também noutra operação foi destacada a
sua agressividade e serenidade, no modo
como apoiou com a sua arma a acção de um
seu camarada.
Pela sua conduta em combate merece o
Soldado Silva ser apontado como exemplo,
entre os que melhor servem o Exército em
terras da Guiné.
(in
Jornal do Exército n.º 123, pág. 52, de
Março de 1970 e na
Revista da Cavalaria
do ano de 1970, pág. 145)

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Cruz de Guerra de 4.ª classe
Soldado de Cavalaria,
n.º 05435768
GASPAR PEDRO DA SILVA
CCav2485/BCav2868 -
RC7
GUINÉ
4.ª CLASSE
Transcrição da Portaria publicada na
Ordem do Exército n.º 6 – 3.ª série, de
1971.
Por Portaria de 09 de Fevereiro de 1971:
Manda o Governo da República Portuguesa.
pelo Ministro do Exército, condecorar
com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, ao
abrigo dos artigos 9.º e 10.º do
Regulamento da Medalha Militar, de 28 de
Maio de 1946, por serviços prestados em
acções de combate na Província da Guiné
Portuguesa, o Soldado n.º 05435768,
Gaspar Pedro da Silva, da Companhia de
Cavalaria n.º 2485 / Batalhão de
Cavalaria n.º 2868 - Regimento de
Cavalaria n.º 7.
Transcrição do louvor que originou a
condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º 8, de
19 de Fevereiro de 1970, do Quartel
General do Comando Territorial
Independente da Guiné
Que, por seu despacho
de 18 de Janeiro de 1970 e por proposta
do Comandante do Batalhão de Cavalaria
2868, louvou o Soldado n.º 05435768,
Gaspar Pedro da Silva, da Companhia de
Cavalaria 2485, por, durante cerca de
onze meses de comissão nesta Província,
em permanente e intensa actividade
operacional. se haver revelado um
combatente de real valor, com elevadas
qualidades de desembaraço, sangue-frio,
agressividade, desprezo pela vida e
serena energia debaixo de fogo.
Actuando cm combate, frente ao inimigo,
sempre de forma altamente eficiente, é
de salientar a sua acção numa operação
em 28 e 31 de Maio de 1969, em que sendo
apontador de metralhadora apoiou
certeira e eficazmente a retirada de um
camarada seu, apesar das precárias
condições de segurança com que o fazia,
dado que o local onde se encontrava
estava a ser batido intensamente pelo
fogo inimigo.
Também numa operação realizada em 24 e
26 de Setembro de 1969, evidenciou a sua
agressividade e serenidade no modo como
apoiou com a sua arma, a acção de um seu
camarada.
Pela sua conduta em combate, merece o
Soldado Silva ser apontado como exemplo,
entre os que melhor servem o Exército.
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