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Condecorações

António Maria Malheiro Reymão Nogueira, General na situação de reforma

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

Elementos cedidos por um

colaborador do portal UTW

 

Faleceu no dia 9 de Junho de 1987 o veterano

 

 

General-Ant-nio-Malheiro-Reym-o-Nogueira-350António Maria Malheiro Reymão Nogueira
 

General na situação de reforma
 

Guiné: 1965 a 1967
 

2.º Comandante do
Comando Territorial Independente da Guiné
«A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»
«CORAGEM E LEALDADE»

Medalha de Ouro de Serviços Distintos com palma

Medalha de Prata de Serviços Distintos

Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar

2 Louvores Individuais

 Medalhas-920

 

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados existentes no texto que se segue:

 

 

António Maria Malheiro Reymão Nogueira, General na situação de reforma;


PVTNascido no dia 6 de Novembro de 1909 na freguesia do Coração de Jesus, concelho de Lisboa, filho de Maria Filomena Malheiro Reymão e de António Cândido Nogueira.


Em 5 de Dezembro de 1959, Major de Cavalaria, DACavcomandante da Polícia de Viação e Trânsito, promovido a Tenente-Coronel;


Em 18 de Janeiro de 1960, colocado na Direcção da Arma de Cavalaria «MERECEMOS O NOME DE SOLDADOS»;

EPC
Em 1 de Dezembro de 1960, transferido para a Escola Prática de Cavalaria (EPC – Santarém) «AO RC7GALOPE!... À CARGA!» - «MENS AGITAT MOLEM» como 2.º comandante;


Em 30 de Maio de 1961, colocado como comandante interino no Regimento de Cavalaria 7 (RC7 – Ajuda, Lisboa) «QUO TOTA VOCANT» - «REGIMENTO DO CAIS»;


Em 30 de Novembro de 1962, agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos, publicado na Ordem RC7do Exército n.º 12, de 1 de Dezembro de 1962, páginas 1761 e 1778;


Em 18 de Outubro de 1963, promovido a Coronel e assume do comando do Regimento de Cavalaria 7 (RC7 DACav– Ajuda, Lisboa) «QUO TOTA VOCANT» - «REGIMENTO DO CAIS»;


Em 3 de Dezembro de 1963, colocado na Direcção da Arma de Cavalaria «MERECEMOS O NOME DE SOLDADOS»;


IAEMDe 1964 a 1965, frequenta no Instituto de Altos Estudos Militares (IAEM – Pedrouços) «NÃO HOUVE FORTE CAPITÃO, QUE NÃO FOSSE TAMBÉM DOUTO E CIENTE» o curso de altos comandos;


Em 10 de Setembro de 1965, Coronel Tirocinado nomeado para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné;


CTIG-czEm 7 de Dezembro de 1965, promovido a Brigadeiro e 2.º comandante do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO» - «CORAGEM E LEALDADE»;


Em Março de 1966, agraciado com a Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar, publicado na Ordem do Exército n.º 6 – 2.ª série, de 15 de Março de 1966, página DACav573;


Em 22 de Setembro de 1967, regressa à Metrópole e fica colocado na Direcção da Arma de Cavalaria «MERECEMOS O NOME DE SOLDADOS»;


Em 17 de Outubro de 1967 louvado pelo Ministro do Exército e agraciado com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos com palma, publicado na Ordem do Col-gio-MilitarExército n.º 22, de 15 de Novembro de 1967, páginas 2705, 2706 e 2702;


Em 18 de Março de 1968 nomeado director do Colégio Militar (CM) «ZACATRAZ» - «UM POR TODOS, TODOS POR UM»;


Em 1970 passa a Inspector da Arma de Cavalaria;


Regi-o-Militar-de-CoimbraEm 29 de Janeiro de 1971, promovido a General e comandante da Região Militar de Coimbra «PRIMUS INTER PARES»;


Em 26 de Maio de 1971, diante do Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) «NON NOBIS» profere improviso, durante o qual - perante a "discussão da legitimidade da defesa militar do País" -, diz que

 

«[...] andam os militares preocupados com certo número de problemas, que dia-a-dia se lhes deparam e contribuem para esse estado de espírito.

 

[...] Andam os portugueses atentos e preocupados com as discussões que se geram à volta da proposta da reforma da Constituição. Nós os militares consideramo-nos também detentores de um mandato indeclinável, mandato que é histórico e moral.

 

[...] Como disse Mouzinho, "este Reino é obra de soldados" e nós queremos que assim continue a ser», concluindo por «não compreender como se mandam soldados morrer definitivamente por causas que se admitem sejam provisórias»;


RMLEm 27 de Maio de 1971, é liminarmente demitido de funções por determinação do chefe do Governo;


Em 26 de Abril de 1974, nomeado pela Junta de Salvação Nacional (JSN) como governador militar do Quartel General da Região Militar de Lisboa (QG/RML) «HIC ERGO VIVERE GLORIA EST» e presidente da Comissão de Contas e Apuramentos de Responsabilidades do Ministério do Exército.


Faleceu no dia 9 de Junho de 1987, como general na situação de reforma.


Paz à sua Alma

 

 

 

 General-Ant-nio-Malheiro-Reym-o-Nogueira-920

 

 

 

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