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Condecorações

Major General Heitor Hamilton Almendra, Oficial de Cavalaria, Pára-Quedista, Patriota

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

Elementos cedidos pelo veterano J C Abreu dos Santos

e

pelo PQ Pedro Castanheira

 

Faleceu no dia 28 de Maio de 2026 o veterano

 

 

Major General

 

Heitor Hamilton Almendra

 

Oficial de Cavalaria, Pára-Quedista, Patriota

 

 

Clique no sublinhado que se segue para visualização do conteúdo:

 

Resenha biográfica

 

Condecoração:

 

1973::

 

Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma

 

Do Diário do Governo n.º 51 - 2.ª série,

de 1 de Março de 1973:

 

Tenente-Coronel Pára-quedista

Heitor Hamilton Almendra

Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma

 

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Defesa Nacional, condecorar, por proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, o Tenente-Coronel Heitor Hamilton Almendra, com a Medalha de Prata de Serviços Distintos, com palma, nos termos da alínea b) do artigo 25.º, artigo 63.º e n.º 1 do artigo 67.º, do Regulamento da Medalha Militar, de 20 de Dezembro de 1971.

 

Presidência do Conselho, 17 de Fevereiro de 1973.

 

O Ministro da Defesa Nacional, Horácio José de Sá Viana Rebelo.

 

Louvor:

 

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Defesa Nacional, louvar, por proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, o Tenente-Coronel Para-quedista Heitor Hamilton Almendra, pela maneira muito eficiente como desempenhou as funções de 2.º comandante do Batalhão de Caçadores Para-quedistas n.º 21 durante os dois últimos anos.


Oficial muito dedicado ao serviço, desenvolveu uma acção notória, impondo o seu dinamismo, espírito de determinação e entusiasmo na solução de problemas de vária ordem, exercendo uma excelente direcção e fiscalização. Colaborando intensamente na administração, teve como preocupação dominante o bem-estar do pessoal, quer na parte de infraestruturas, quer na alimentação, de forma que o mesmo dispusesse das melhores condições quando do regresso da actividade operacional.


Na actuação das tropas Para-quedistas, no teatro de operações de Angola, com os seus mais intrincados problemas, sempre esteve activamente a par dos mesmos, tomando parte em algumas missões operacionais e colaborando com elevado interesse e manifesto acerto na organização e accionamento das mesmas, em que se obtiveram assinaláveis resultados perante o inimigo.


Militar, cônscio, inteiramente dedicado às funções de serviço que desempenha, o Tenente-Coronel Para-quedista Almendra foi um eficiente auxiliar do seu comandante, contribuindo com a acção por si desenvolvida para a obtenção dos magníficos resultados efectuados pelo Batalhão de Caçadores Para-quedistas n.º 21, devendo os seus serviços ser considerados como relevantes, extraordinários e distintos.

 

Presidência do Conselho, 17 de Fevereiro de 1973.

 

O Ministro da Defesa Nacional, Horácio José de Sá Viana Rebelo.

 

 

 

 

 

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