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António Manuel Pinto Ferreira Gomes, Tenente de
Cavalaria: Cruz de Guerra, de 2.ª classe
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA |
Fonte:
5.º Volume, Tomo IV, pág. 466, da RHMCA / CECA / EME
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António Manuel Pinto Ferreira Gomes
Tenente de
Cavalaria
Companhia de Cavalaria 1507
Batalhão de
Cavalaria 1879
«NA GUERRA, CONDUTA MAIS BRILHANTE»
Moçambique:
28Jan1966 > 27Fev1968
Cruz de Guerra de 2.ª
classe
2
Louvores Colectivos

António Manuel Pinto Ferreira Gomes,
Tenente de Cavalaria.
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3
(RC3 - Estremoz para servir Portugal na Província
Ultramarina de Moçambique integrado na Companhia de
Cavalaria 1507 do batalhão de Cavalaria 1879 «NA GUERRA,
CONDUTA MAIS BRILHANTE», no período de 31 de Janeiro de
1966 a 27 de Fevereiro de 1968.
Cruz de Guerra de 2.ª
classe
Tenente
de Cavalaria
ANTÓNIO MANUEL PINTO FERREIRA GOMES
CCav1507/BCav1879 - RC3
MOÇAMBIQUE
2.ª CLASSE
Transcrição da Portaria publicada na
OE n.º 21 - 2.ª série, de 1967.
Por Portaria de 26 de Setembro de 1967:
Condecorado com a Cruz de Guerra de 2.ª
classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento
da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços
prestados em acções de combate na Província de
Moçambique, o Tenente de Cavalaria, António Manuel Pinto
Ferreira Gomes, da Companhia de Cavalaria n.º 1507, do
Batalhão de Cavalaria n.º 1879 — Regimento de Cavalaria
3.
Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado nas OS n.º 81, de 11 de Outubro de 1967, do
QG/RMM e OS n.º 20, de 30 de Junho do mesmo ano, do
CCFAM):
Que, por proposta do Comandante da RMM, Sua Exa o
Comandante-Chefe das Forças Armadas de Moçambique,
louvou o tenente de Cavalaria, António Manuel Pinto
Ferreira Gomes, da Companhia de Cavalaria n.º 1507 do
Batalhão de Cavalaria n.º 1879, porque como Comandante
da Operação "Miandica", evidenciou um comportamento
excepcionalmente valoroso.
Nas várias acções de fogo, a sua reacção foi sempre a
mesma: carregar imediatamente sobre o inimigo, sempre na
frente, dando o exemplo, revelando uma coragem,
desembaraço, decisão e sangue frio, que levaram a
considerá-lo um chefe de extraordinárias virtudes
militares.
Com um desprezo absoluto pelo perigo e pela própria
vida, escreveu sob o fogo inimigo uma brilhante página
de heroísmo e contribuiu, poderosamente, para que as
nossas tropas aumentassem o seu prestígio no campo do
inimigo.
Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 1879 –
publicado na Ordem de Serviço n.º 38 de 30 de
Setembro de 1966 do Comando do Sector A e na Revista da
Cavalaria do ano de 1966, página 175;
Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 1879 –
publicado na Ordem de Serviço n.º
10
de 10 de Março de 1967 do Comando do Sector A e na
Revista da Cavalaria do ano de 1967, página 207
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