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Memoriais

Jaime Ribeiro do Espírito Santo, Alferes Mil.º de Cavalaria, comandante de pelotão da CCav679/BCav682

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

Jaime-Ribeiro-do-Esp-rito-Santos-350CG-4-Classe-350Jaime Ribeiro do Espírito Santo

 

Alferes Mil.º de Cavalaria

 

Comandante de pelotão da

Companhia de Cavalaria 679

 

Batalhão de Cavalaria 682

«CAVALEIROS DE CABINDA»

«NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»

 

Angola: 18Mai1964 a 06Dez1965 (data da evacuação para a Metrópole)

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Louvor Individual

 

2 Louvores Colectivos

 

Referência Elogiosa Colectiva

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados existentes no texto que se segue:

 

Jaime Ribeiro do Espírito Santo, Alferes Mil.º de Cavalaria;


RC3-2Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola;


CCav679Em 9 de Maio de 1964, na Gare Marítimo da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Vera Cruz’, como comandante de pelotão da Companhia de Cavalaria 679 (CCav679) do Batalhão de Cavalaria 682 (BCav682) «CAVALEIROS DE CABINDA» - «NA GUERRA CONDUTA MAIS BCav682BRILHANTE», rumo ao porto de Cabinda, onde desembarcou no dia 18 de Maio de 1964;


A sua subunidade de cavalaria foi colocada em Massabi, mais tarde, no dia 22 de Janeiro de 1965, por troca com a Companhia de Cavalaria 681 (CCav681), foi transferida para Dinge;

 

Referência Elogiosa Colectiva - Batalhão de Cavalaria 682, publicada na Revista da Cavalaria do ano de 1965, página 156;

 

Louvor colectivo - Companhia de Cavalaria 679 -, publicado na Ordem de Serviço n.º 31 do Comando do Sector “S” da Região Militar de Angola, de 15 de Julho de 1965 e na Revista da Cavalaria do ano de 1965, pág. 152 e 153;

 

HMPEm 6 de Dezembro de 1965, foi evacuado para o Hospital Militar do Exército (HMP – Lisboa) «INTER ARMA FONS VITAE», em consequência de ferimentos em combate, ocorridos em 22 de Outubro de 1965, no itinerário do Lualí a Belize, a 400 metros do Povo Uanda Conde;

 

CG-4-Classe-350Louvor Colectivo - Batalhão de Cavalaria 682 - por despacho de 25 de Abril de 1966 de S. Ex.ª o General Comandante da Região Militar de Angola, publicado na Revista da Cavalaria do ano de 1966, páginas 172 e 173;

 

Louvado por feitos em combate no teatro de operações de Angola, publicado na Ordem de serviço n.º 22, de 16 de Março de 1966, do Quartel General da Região Militar de Angola e na Revista da Cavalaria do ano de 1967, página 101;

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, pela Portaria de 28 de Março de 1967, publicado na Ordem do Exército n.º 9 - 2.ª série, de 1 de Maiuo de 1967.

 

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Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Alferes Miliciano de Cavalaria
JAIME RIBEIRO DO ESPÍRITO SANTO
 

CCav679/BCav682 - RC3
ANGOLA


4.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 9 – 2.ª série, de 1 de Maio de 1967.


Por Portaria de 28 de Março de 1967:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província de Angola, o Alferes Miliciano de Cavalaria, Jaime Ribeiro do Espírito Santo, da Companhia de Cavalaria n.º 679 do Batalhão de Cavalaria n.º 682 - Regimento de Cavalaria n.º 3.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 22, de 16 de Março de 1966, do Quartel General da Região Militar de Angola):


Louvado o Alferes Miliciano, Jaime Ribeiro do Espírito Santo, da Companhia de Cavalaria n.º 679 do Batalhão de Cavalaria n.º 682, porque no decorrer de 20 meses de permanência na zona de intervenção norte, em Angola, revelou excepcionais qualidades no comando do seu Grupo de Combate, não só no decorrer da actividade normal como na condução dos seus homens em acções activas contra o inimigo, as quais foram especialmente comprovadas no decorrer da operação "Cerra os Dentes".


Actuando isolado numa região desconhecida, de terreno difícil e sob acção do inimigo, levou o seu Grupo de Combate a reagir com grande brilho a uma emboscada, já ao cair da noite, continuando a missão com elevada noção do seu dever, espírito de iniciativa e agressividade.


Patenteou idênticas qualidades em missão de reforço na região do Lualí, ao tomar a iniciativa de ir ao encontro de elementos inimigos que haviam sido assinalados e quando, ao ser accionada uma mina anti-carro pela viatura em que seguia, e de que resultou sofrer ferimentos em consequência dos quais foi evacuado para a Metrópole [06 de Dezembro de 1965], continuou a sua acção de comando, mantendo a serenidade, organizando a defesa, socorrendo os restantes feridos, orientando a recolha dos mortos [António Alcobia, Fernando Lourenço Mota e Francisco de Jesus Esteves Lucas - nota] e mantendo firmemente o moral dos seus homens.


Pela sua muita coragem, sangue-frio, espírito de sacrifício e serenidade debaixo de fogo e em quaisquer outras circunstâncias provocadas por acções do inimigo, o Alferes Espírito Santo tornou-se digno de ser apontado como um alto exemplo de virtudes militares, em muito dignificando e prestigiando a sua Unidade e o Exército a que pertence.

 

nota: Não 'regressaram' ao solo Pátrio

 

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O Batalhão de Cavalaria 682 na

 

Revista da Cavalaria do ano de 1966

 e no

Jornal do Exército de Junho de 1967

 

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Notícia:


09Mai1964: Partida da Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos do NTT «Vera Cruz»
(Partida do BCav682 e respectivas subunidades)



 


Jaime-Ribeiro-do-Esp-rito-Santos-920
 

 

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