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Jamaram Baldé, Soldado Milícia, da
CMil2/CTIG: Cruzes de Guerra de 2.ª e 4.ª classes
"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom
que para preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA |
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Fontes:
5.º Volume, Tomo III, pág. 199, da RHMCA / CECA / EME
5.º Volume, Tomo VI, pág. 41, da RHMCA / CECA / EME
Jornal do Exército, ed. 128, pág.
52, de Agosto de 1970
Imagens dos distintivos
cedidas por Carlos Coutinho |


Jamaram
Baldé
Soldado Milícia
2.º Pelotão da
Companhia de Milícias 2
Comando Territorial Independente da
Guiné
Cruz de Guerra, de 4.ª
classe
(Batalhão de Cavalaria 757)
Cruz de Guerra, de 2.ª
classe
(Companhia de Caçadores 1685 do Batalhão
de Caçadores 1912)
Prémio Governador da
Guiné
(Companhia de Caçadores 2435 do Batalhão
de Caçadores 2856)
Jamaram Baldé, Soldado Milícia, natural
da freguesia de Sare Jambarã, concelho de Bafatá,
distrito de Bissau.
Mobilizado pelo Comando Territorial Independente da
Guiné para servir Portugal naquela Província Ultramarina
integrado no 2.º Pelotão da Companhia de Milícias 2
(CMil2).
Cruz de Guerra, de 4.ª
classe
Comandante
de Secção das Milícias
JAMARAM BALDÉ
CMil2 - CTIG
GUINÉ
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado na OE
n.º 13 - 3.ª série de 1966.
Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª
classe, nos termos do artigo 12.º do
Regulamento da Medalha Militar, aprovado
pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de
1946, por despacho do Comandante-Chefe das
Forças Armadas da Guiné, de 19 de Março de
1966:
O Comandante de Secção das Milícias, Jamaram
Baldé, da Companhia de Milícias n.º 2
[adstrito] ao Batalhão de Cavalaria 757.
Transcrição do louvor que originou a
condecoração.
(Publicado na OS n.º 89, de 20 de Outubro de
1966, do Quartel General do Comando
Territorial Independente da Guiné (QG/CTIG):
Louvo
o Comandante de Secção do 2.º Pelotão da
Companhia de Milícias 2 (2.ºPel/CMiI2),
Jamaram Baldé, por tão bem ter sabido
comandar a sua Secção quando duma acção de
extrema importância levada a cabo em Sitató,
no dia 5 de Agosto de 1965, qualidades de
chefia essas que há já muito tempo tem vindo
demonstrando.
Consciente, ele e o seu pessoal, de que o
inimigo era numeroso e bem armado,
dirigiram-se para o acampamento manobrando
pela retaguarda e com presteza tal que
obtiveram a surpresa.
Actuando serenamente debaixo de fogo, com a
pistola metralhadora de que ia armado,
efectuou o assalto à posição com a sua
Secção, demonstrando extraordinária audácia,
sangue frio e bravura em todos os momentos.
Pelas qualidades tão claramente
evidenciadas, bem soube honrar as tradições
guerreiras do Soldado português.
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