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Joaquim Inácio Martins
Rodrigues, Soldado de Cavalaria, da
CCav1450/BCav1863
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E
GLÓRIA e
Nota de
óbito |
Informação e foto cedida pelo
seu filho
António
Cardoso Rodrigues |
Faleceu no dia 31 de Dezembro de 1980
o veterano

Joaquim Inácio Martins Rodrigues
Soldado de Cavalaria
Companhia de Cavalaria 1450
Batalhão de Cavalaria 1863
«PRONTOS PARA TUDO»
Angola: 23Out1965 a
13Dez1967
Louvor Colectivo
Joaquim Inácio Martins Rodrigues, Soldado de Cavalaria,
nascido no dia 12 de Fevereiro de 1944, na freguesia de
Campeã, concelho de Vila Real;
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 7 (RC7 – Ajuda,
Lisboa) «QUO TOTA VOGANT» - «REGIMENTO DO CAIS» para
servir Portugal na Província Ultramarina de Angola;
No
dia
14 de Outubro de 1965,
na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa,
embarcou no NTT ‘Vera Cruz’, integrado na Companhia de
Cavalaria 1450 (CCav1450) do
Batalhão de Cavalaria 1863
(BCav1863) «PRONTOS PARA TUDO» [contém
Actividade, Louvor Colectivo e Cruz
de Guerra de 2.ª classe do
Ten-Coronel Fernando Rodrigues de
Sousa Costa], frumo ao
porto de Luanda,
onde desembarcou no dia 23 de Outubro de 1965;
A sua subunidade de Cavalaria foi colocada em Teixeira
de Sousa, em Dezembro de 1966, rodou para Cavungo e, em
Fevereiro de 1967, foi transferida para Lumbala;
Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 1863 – por
despacho de 6 de Junho de 1967 do General Comandante da
Região Militar de Angola, publicado na Revista da
Cavalaria do ano de 1967, página 206;
No dia 13 de Dezembro de 1967,
embarcou no NTT ‘Niassa’ de regresso
à Metrópole, onde desembarcou no dia
23 de Dezembro de 1967.
Faleceu no dia 31
de Dezembro de 1980.
Paz à sua Alma
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Louvor
Colectivo:
"BATALHÃO DE CAVALARIA
N.º 1863
Louvo
o Batalhão de Cavalaria n.º 1863, pelo
entusiasmo e invulgar interesse que tem
vindo a revelar no desempenho de todas
as missões que lhe foram conferidas,
durante cerca de dezanove meses de
comissão.
Localizado durante todo este período no
Saliente do Cazombo, orientou
criteriosamente as suas múltiplas
actividades adaptando-se às
características geográficas e étnicas do
sector, aquelas com terrenos difíceis de
chana alagada e de montanha, estas com
populações fortemente ligadas às
autoridades tradicionais e sujeitas a
uma activa propaganda do exterior.
Este Batalhão levou a efeito uma intensa
actividade operacional por toda a sua
vasta zona de acção, inicialmente com
vista ao controle das populações e
detecção dos primeiros indícios de
subversão, e a partir de Maio de 1966,
empenhando-se na luta contra bandos
armados.
É justo referirem-se os bons resultados
obtidos em muitas acções e várias
operações realizadas com carácter
vincadamente ofensivo e ainda na
protecção das populações sujeitas às
sevícias do inimigo.
Sobre este último aspecto, merece
especial destaque a acção conduzida pelo
Batalhão de Cavalaria n.º 1863, cujo
comando inteligentemente tem envidado
todos os seus esforços, em estreita
colaboração com as autoridades civis,
para o reordenamento das populações, em
grande parte regressadas dos territórios
limítrofes. Assim, começaram a surgir
novas povoações em locais escolhidos e
com as condições de vida necessárias à
elevação social destas populações que
reiniciaram uma nova vida, garantindo os
seus meios de subsistência e de
auto-defesa, com completa adesão à nossa
missão. Simultaneamente viu-se
facilitada a acção de controle destes
povos, desde então subtraídos à
influência e às solicitações do inimigo.
Deste modo, o Batalhão de Cavalaria n.º
1863 tem-se creditado como uma excelente
Unidade, disciplinada e com elevado
espírito de missão, que bem merece o
reconhecimento da Região Militar de
Angola que lhe é conferido neste louvor.
(Despacho de 6 de Junho de 1967 do
General Comandante de Região Militar de
Angola)"
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Partida do NTT 'Vera Cruz', no dia
14 de Outubro de 1965
Notícia publicada no
Diário de Lisboa, edição n.º 15384, pág.
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