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Condecorações

Joaquim José Moita Ganhão, 1.º Cabo Atirador de Cavalaria, n.º 328/63, da CCav489/BCav490

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

 CG-3-Classe-cz-350

Joaquim-Jos-Moita-Ganh-o-350

Joaquim José Moita Ganhão

 

1.º Cabo Atirador de Cavalaria, n.º 328/63
 

Companhia de Cavalaria 489

 

Batalhão de Cavalaria 490

«SEMPRE EM FRENTE»

 

Angola: 22Jul1963 a 07Ago1965

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

Louvor Colectivo

 

 

Joaquim José Moita Ganhão, 1.º Cabo Atirador de Cavalaria, n.º 328/63.


RC3-2Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné;


CCav489-280-1No dia 17 de Julho de 1963, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Niassa’, integrado na Companhia de Cavalaria 489 (CCav489) do Batalhão de Cavalaria 490 (BCav490) «SEMPRE BCav490EM FRENTE», rumo ao estuário do Geba (Bissau), onde desembarcou no dia 22 de Julho de 1963;


BCac512A sua subunidade de cavalaria, enquanto na função de intervenção, foi empregada, com base em Mansabá, em diversas operações efectuadas nas regiões de Mansabá, Bissorã e Morés, BCac236em reforço do Batalhão de Caçadores 512 (BCac512) «HONRA E GLÓRIA» até 27 de Dezembro de 1963 e, BCac600integrada no seu Batalhão, na operação "Tridente", tendo ainda sido atribuída temporariamente ao Batalhão de Caçadores 236 (BCac236) e depois ao CCac154Batalhão de Caçadores 600 (BCac600) para colaborar na segurança e protecção das instalações da área de Bissau, de 3 de Setembro a 21 Outubro de 1963, a fim de colmatar a saída da CCav488Companhia de Caçadores 154 (CCac154); após deslocamento conjunto com a Companhia de Cavalaria 488 (CCav488) do Batalhão de Cavalaria 490 (BCav490) «SEMPRE EM FRENTE» até Sitató, instalou-CCac461se em Cuntima em 31 de Março de 1964, onde substituiu forças da Companhia de Caçadores 461 CArt732(CCac461) e da 1.ª Companhia de Caçadores, assumindo a responsabilidade do respectivo subsector, BArt733então criado e ficando integrada no dispositivo e manobra do seu batalhão; em 6 de Junho de 1965, foi rendida pela Companhia de Artilharia 732 (CArt732) do Batalhão de Artilharia 733 (BArt733), tendo recolhido seguidamente a Bissau com o seu batalhão e onde se manteve até ao seu BCav790embarque de regresso. Entretanto, a partir de 13 de Junho de 1965, dois pelotões estiveram temporariamente deslocados em Bula, em reforço do Batalhão de Cavalaria 790 (BCav790) «SINE SANGUINE NON EST VICTORIA», por períodos de 10 a 15 dias, com vista à realização de patrulhamentos e contactos com as populações da região de São Vicente.


No dia 7 de Agosto de 1965, embarca no NTT ‘Niassa’ de regresso à Metrópole, onde desembarcou no dia 14 de Agosto de 1965;


Louvado por feitos em combate, publicado na Ordem de Serviço n.º 3, de 7 de Janeiro de 1964, do Comando Territorial Independente da Guiné;

 
Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, pela Portaria de 5 de Maio de 1964, publicado na Ordem do Exército n.º 16 – 3.ª série, de 1964.

 

Louvor colectivo, publicado na Ordem de Serviço n.º 14, do Comando Militar da Guiné, de 16 de Fevereiro de 1965 e na Revista da Cavalaria do ano de 1965, pág. 150;

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Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

 

CG-3-Classe-cz-6201.º Cabo de Cavalaria, n.º 328/63
JOAQUIM JOSÉ MOITA GANHÃO
 

CCav489/BCav490 - RC3
GUINÉ

 
3.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 16 – 3.ª série, de 1964.


Por Portaria de 05 de Maio de 1964:


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, o militar a seguir designado, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné Portuguesa:


O Primeiro-Cabo, Joaquim José Moita Ganhão, n.º 328/63, da Companhia de Cavalaria n.º 489 do Batalhão de Cavalaria n.º 490 - Regimento de Cavalaria n.º 3.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 3, de 07 de Janeiro de 1964, do Comando Territorial Independente da Guiné):


Louvado, o 1.º Cabo n.º 328/63, Joaquim Moita Ganhão, da Companhia de Cavalaria n.º 489, porque além das boas qualidades militares do antecedente reveladas no serviço e que fazem com que se distinga como graduado dentro do seu Pelotão, na operação levada a cabo pela Companhia na região de Morés, teve ocasião de demonstrar grande espírito de disciplina e serenidade perante o perigo que, junto da povoação de Cai, culminou na prontidão e sangue frio como encarou de noite, indo à frente, um grupo de onze terroristas fortemente armados, dos quais pôs um fora de combate com a apreensão de uma pistola-metralhadora e três carregadores cheios de munições que a este pertenciam.

 

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Louvor Colectivo

 

BATALHÃO DE CAVALARIA N.º 490


Ordem de Serviço n.º 14 do Comando Militar da Guiné,

de 16 de Fevereiro de 1965


CmdAgr16Que, por despacho de 12 do corrente e por proposta do Excelentíssimo Comandante do Agrupamento n.º 16, louva:


Batalhão de Cavalaria n.º 490 porque, encontrando-se na Província há mais de 18 meses e tendo iniciado a sua missão de quadrícula após um período de intervenção nas regiões mais afectadas pelo inimigo (Ilha do Como e Morés), tem mantido uma actividade operacional profícua a custo dos próprios efectivos em quadrícula, enfileirando sempre ao lado de outras Unidades mais modernas na Província.


Não obstante as alterações que tem havido nos principais colaboradores do Comando e no Comando das suas Companhias orgânicas, tudo por força de promoções ocorridas após o início da sua Comissão de Serviço, e apesar do elevado número de elementos inoperacionais como consequência de factores vários a que não são estranhos os períodos vividos em verdadeiro ambiente de contra-guerrilha, tem o Batalhão de Cavalaria n.º 490 sabido manter um elevado espírito combativo que honra a Arma de Cavalaria e o Exército.


Unidade dotada de elevado moral, tem-no fortificado nos duros momentos de luta já vividos e que ficam a atestar o alto valor militar de todos os seus componentes, Oficiais, Sargentos e Praças, irmanados como estão no mesmo sentimento do Dever que os trouxe à Guiné Portuguesa.


(in Revista da Cavalaria do ano de 1965, pág. 150)

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Notícia da despedida e partida para o Ultramar do Batalhão de Cavalaria

 

 Partida

 

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Regresso do Batalhão de Cavalaria 490

 

 Regresso



 Joaquim-Jos-Moita-Ganh-o-920


 

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