Joaquim José da Silva
Moura Alves, 1.º Cabo de Infantaria, n.º
1198/61, do PelRec/CCS/BCE261
Elementos e fotos cedidas
pela sua neta
Alexandra Alves
HONRA
E GLÓRIA


Joaquim José da Silva Moura Alves
"Ponte
Nova"
1.º Cabo de
Infantaria, n.º 1198/61
Pelotão de Reconhecimento
Companhia de Comando e
Serviços
Batalhão de Caçadores Especiais 261
«SEMPRE EXCELENTES E VALOROSOS»
Angola: 21Ago1961 a
21Nov1963
Referência Elogiosa Colectiva
Batalhão de Caçadores
Especiais 261 (BCE261)
Identificação:
BCE261
Unidade
Mobilizadora:
Batalhão de Caçadores 10 (BC10 –
Chaves)
Comandante:
Tenente-Coronel de Infantaria
João de Madureira Fialho Prego
2.º Comandante:
Major de Infantaria Francisco
Manuel Brandão Loureiro
Oficial de
Informações e Operações / Adjunto:
Capitão de Infantaria Mário das
Dores Bento
Comandantes de Companhia:
Companhia de
Comando e Serviços (CCS)
Capitão Mil.º de Infantaria
Álvaro Teixeira dos Santos
Capitão de Infantaria João José Pires
Capitão Mil.º de Infantaria Guilherme
Augusto Alves Branco de Santa Rita
Companhia de
Caçadores Especiais (CCE267):
Capitão de Infantaria José Manuel
Gonçalves
Capitão Mil.º de Infantaria Hilário
Gonçalves Junqueira
Companhia de
Caçadores Especiais 268 (CCE268):
Capitão de Infantaria Argemiro
Carretas Bandorga
Capitão de Infantaria Eurico Queirós de
Sousa Azevedo
Capitão de Infantaria Fernando Maria
Preza de Queiroz Magalhães
Capitão de Infantaria Argemiro Carretas
Bandorga
Companhia de
Caçadores Especiais 269 (CCE269):
Capitão de Infantaria Joaquim
Macias Vilão
Divisa:
"Sempre Excelentes e Valorosos"
Partida:
Embarque no dia
12
de Agosto de 1961 no NTT ‘Vera Cruz’;
desembarque em Luanda no dia 21 de
Agosto de 1961
Regresso:
Embarque no Lobito no dia 21 de
Novembro de 1963 no NTT ‘Vera Cruz’;
desembarque em Lisboa no dia 1 de
Dezembro de 1963.
Síntese da
Actividade Operacional
Após o desembarque foi-lhe
cometida a missão de reserva e
intervenção da Região Militar de Angola.
Nesta situação desenvolveu uma intensa
actividade operacional, participando em
numerosas operações, nomeadamente a
designada "Esmeralda", em
que ocupou a
região da Pedra Verde, onde o inimigo se
encontrava solidamente instalado e ainda
as operações "Turbilhão", "Tornado",
"Golias" e outras, particularmente, nas
regiões da Fazenda Tentativa, Bessa
Monteiro e Carmona.
Em 7 de Março de 1962, o Batalhão
iniciou a sobreposição com o Batalhão de
Caçadores 114 (BCac114), a fim de
assumir a missão de reserva do Sector D,
a qual foi concluída em 4 de Abril de
1962.
O dispositivo inicial foi o seguinte:
Comando e Companhia de Comando e
Serviços (CCS) nas Mabubas, a
Companhia de Caçadores Especiais 267
(CCE267) em Quissacala, com pelotões em
Quicabo e Balacende, a
Companhia de Caçadores Especiais 268
(CCE268) na Úcua, com pelotões na
Quibala e Quissacala II (Úcua), a
Companhia de Caçadores Especiais 269
(CCE269) em Quicabo, com um pelotão em
Anapasso e, em reforço, a Companhia de
Artilharia 106 (CArt106) na Úcua.
Em 22 de Junho de 1962, mantendo a
missão de reserva e intervenção do
Sector D, o Batalhão foi deslocado para
Quibaxe, onde substituiu o Batalhão de
Caçadores 132 (BCac132).
O dispositivo era o seguinte: o
Comando e Companhia de Comando e
Serviços (CCS) em Quibaxe, a
Companhia de Caçadores Especiais 268
(CCE268) em Pango Alúquem e a
Companhia de Caçadores Especiais 269
(CCE269) na Fazenda São Bartolomeu,
enquanto a
Companhia de Caçadores Especiais 267
(CCE267), mantida em Quissacala, foi
atribuída temporariamente ao Batalhão de
Cavalaria 350 (BCav 350).
Em todas estas situações, o Batalhão
continuou a desenvolver uma aturada
actividade operacional, efectuando
numerosas acções e operações.
Em 2 de Novembro de 1962, por saída do
Batalhão de Caçadores 155 (BCac155),
assumiu transitoriamente a
responsabilidade do subsector de Úcua,
até à chegada do Batalhão de Caçadotres
381 (BCac381), que o substituiu em 12 de
Dezembro de 1962.
Nesse ínterim, o dispositivo foi o
seguinte:
Comando e Companhia de Comando e
Serviços (CCS) em Quibaxe, a
Companhia de Caçadores Especiais 267
(CCE267) na Roça Santarém-Piri, a
Companhia de Caçadores Especiais 268
(CCE268) na Úcua, a
Companhia de Caçadores Especiais 269
(CCE269) em Pango Alúquem e, em reforço,
a Companhia de Caçadores 310 (CCac310)
em Bula Atumba.
Após curta permanência em Luanda,
seguiu, para a Zona de Intervenção
Leste, tendo-se, em 3 de Janeiro de
1963, instalado na área de Henrique de
Carvalho, anteriormente sob
responsabilidade do Batalhão de
Caçadores 279 (BCac279).
Inicialmente, o dispositivo era o
seguinte:
Comando e Companhia de Comando e
Serviços (CCS) em Henrique de Carvalho,
a
Companhia de Caçadores Especiais 267
(CCE267) em Lonjata, a
Companhia de Caçadores Especiais 268
(CCE268) em Cacolo e a
Companhia de Caçadores Especiais 269
(CCE269) em Dala, com pelotões
destacados em Luma Cassai e Cazage.
Em 15 de Janeiro de 1963, foi-lhe
atribuída a responsabilidade do COMEVAK
(Comando Eventual para os militares
refugiados do Catanga), com sede em
Henrique de Carvalho, destinado a
controlar a fronteira Angola-Catanga,
sujeita então a fortes perturbações
resultantes do final da guerra do
Catanga, tendo sido desarmadas e
internadas algumas colunas de
mercenários, que se apresentaram na
nossa fronteira. Foi também controlada a
agitação tribal resultante da situação
na zona fronteiriça.
Em Julho de 1963, por saída do Batalhão
de Caçadores 114 (BCac114), alargou a
sua acção a todo o subsector Sul da Zona
de Intervenção Leste, com sede no Luso,
integrando ainda o COMEVAK (Comando
Eventual para os militares refugiados do
Catanga).
O dispositivo então adoptado foi o
seguinte:
Comando e Companhia de Comando e
Serviços (CCS) no Luso, a
Companhia de Caçadores Especiais 267
(CCE267) no Cazombo, com um pelotão em
Lumbala, a
Companhia de Caçadores Especiais 268
(CCE268) em Gago Coutinho, com pelotões
em Luvuei e Cangamba, a
Companhia de Caçadores Especiais 269
(CCE269) em Teixeira de Sousa, com
pelotões em Marco 25 e rio Luau e, em
reforço, a
Companhia de Caçadores 270 (CCac270) em
Lumege, mas com dois pelotões no Luso, a
Companhia de Caçadores 140 (CCac140) do
Batalhão de Caçadores 137 (BCac137) em
Caianda e Nhamotenga e o
3.º Esquadrão de Reconhecimento (3°ERec)
do Grupo de Reconhecimento de Angola
(GRA) em Cafunco e Mucussuege.
Manteve ainda um Posto de Comando
Avançado (PCAv) em Teixeira de Sousa.
Em fim de comissão, foi substituído no
subsector do Luso, pelo Batalhão de
Caçadores 381 (BCac381).
